{"id":400,"date":"2020-12-14T15:58:13","date_gmt":"2020-12-14T18:58:13","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/?page_id=400"},"modified":"2026-07-23T10:17:36","modified_gmt":"2026-07-23T13:17:36","slug":"memes-apropriacao-da-arte-na-construcao-de-sentido-no-contexto-politico-da-covid-19","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/ensino\/ensaios-em-hipermidia\/memes-apropriacao-da-arte-na-construcao-de-sentido-no-contexto-politico-da-covid-19\/","title":{"rendered":"MEMES: Apropria\u00e7\u00e3o da arte na constru\u00e7\u00e3o de sentido no contexto politico da COVID-19"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dayana C\u00f4rtes<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O distanciamento da arte tradicional<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left wp-block-paragraph\">Na vertente das mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas, Flusser (2012)  comenta acerca dos objeto e inobjetos. Para ele, enquanto o objeto denotaria uma cria\u00e7\u00e3o\/fun\u00e7\u00e3o est\u00e9tica, o inobjeto seriam informa\u00e7\u00f5es, conhecimento. No \u00e2mbito tecnol\u00f3gico, o objeto seria o hardware (material) e o inobjeto o software (impalp\u00e1vel). Essa compara\u00e7\u00e3o se estabelece \u00e0 medida que o hardware se mostra cada vez mais barato em rela\u00e7\u00e3o ao software, representado pelo conhecimento. A cada passo que damos para longe das bibliotecas (acervo f\u00edsico), caminhamos para a tecnologia (acervo impalp\u00e1vel). Entretanto, Flusser (2012) estabelece uma rela\u00e7\u00e3o com outra caminhada, a do nascimento \u00e0 morte, o \u00fanico destino sobre o qual temos certeza. Por\u00e9m existe uma reflex\u00e3o sobre a mudan\u00e7a de padr\u00e3o de comportamento das pessoas, acerca do que gostariam de construir nesse &#8220;intervalo&#8221; entre um e outro &#8212; bens (objetos: casa, carro, dinheiro) ou conhecimento (inobjetos: viagens, informa\u00e7\u00f5es, viv\u00eancias)? O autor ainda faz uma an\u00e1lise da sociedade pautada em informa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>Nossa vida se assemelha mais \u00e0 do oper\u00e1rio e do burgu\u00eas da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa do que \u00e0 vida dos nossos filhos, os que brincam com jogos eletr\u00f4nicos e computadores. Tamanha a transforma\u00e7\u00e3o que a moleza das informa\u00e7\u00f5es produziu. Por certo: tal compara\u00e7\u00e3o com a Primeira Revolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o vai tornar a nossa situa\u00e7\u00e3o mais c\u00f4moda mas nos ajudar\u00e1 a tomarmos dist\u00e2ncia dos eventos.<\/strong><\/p><cite>(FLUSSER, 2012, p. 33)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entretanto, Flusser (2012) indica uma recusa dos valores que at\u00e9 ent\u00e3o eram aceitos no passado. Aponta para o surgimento de uma sociedade de m\u00e3os atrofiadas, sugerindo que a tecnologia nos afastar\u00e1 dos afazeres manuais, rompendo com o mundo antigo e formando o \u201cnovo homem\u201d. Ele manipular\u00e1 teclas de computadores, por\u00e9m o seu fim ser\u00e1 o mesmo, a morte. Contudo, Kittler (1987) presume na tecnologia uma esperan\u00e7a de registrar os inobjetos para as futuras gera\u00e7\u00f5es, por palavras, sons e imagens. O fon\u00f3grafo de acordo com Kittler (1987),  foi uma inven\u00e7\u00e3o que possibilitou registrar a despedida dos que esperavam pelo passamento. Tamanha a import\u00e2ncia que existia na vida ou na experi\u00eancia de passagem, o fon\u00f3grafo seria a oportunidade de preservar sonoramente mem\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-photo is-provider-giphy wp-block-embed-giphy\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/giphy.com\/gifs\/xT8qBdemIGlrdIEr1S\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Longe dos dilemas acerca da morte, Manovich (2017) comenta o avan\u00e7o da tecnologia e dos padr\u00f5es art\u00edsticos. Descreve que a partir de 1960, o avan\u00e7o tecnol\u00f3gico amea\u00e7ou a arte tradicional (desenho, pintura, escultura), possibilitando novos caminhos e experimenta\u00e7\u00f5es com a finalidade de diversificar o fazer art\u00edstico. Manovich (2017)&nbsp;data que, entre 1980 e 1990, o meio digital trouxe novas alternativas, fazendo com&nbsp; que se pudesse usar v\u00e1rios formatos ou m\u00eddias em uma rede, algo que possibilitou o alcance de mais pessoas e as mais diversas maneiras de se fazer&nbsp;arte. Isso aponta que:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>\u201cO\u201caqui agora\u201d se faz pelo fluxo no deslocamento dos arquivos pela rede\u201d.<\/strong><\/p><cite>(BEIGUELMAN, 2003, p. 22)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos ultrapassaram os aparelhos digitais e alcan\u00e7aram os aparelhos dom\u00e9sticos por meio da internet das coisas<strong><sup><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.techtudo.com.br\/noticias\/noticia\/2014\/08\/internet-das-coisas-entenda-o-conceito-e-o-que-muda-com-tecnologia.html\" target=\"_blank\">1<\/a><\/sup>.<\/strong> A cada avan\u00e7o, a busca pela facilidade nas rela\u00e7\u00f5es humanas torna o apontamento de Flusser (2012), sobre uma sociedade de m\u00e3os atrofiadas, uma realidade com pessoas cada vez mais distantes dos trabalhos manuais, por\u00e9m imersas na cibercultura.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Cibercultura<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-photo is-provider-giphy wp-block-embed-giphy\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/giphy.com\/gifs\/voo-objets-connects-l2SpMGv6rmHhuNLGw\n<\/div><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o: Internet\/ Giphy.com<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Andr\u00e9 Lemos (2003) define a Cibercultura como a rela\u00e7\u00e3o entre sociedade, tecnologia e cultura. Com a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, o autor entrev\u00ea o momento que vivemos, como marcado pelas tecnologias digitais, como a cibercultura. Lemos sugere que: <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>Toda m\u00eddia altera a nossa rela\u00e7\u00e3o espa\u00e7o-temporal. <\/strong><\/p><cite>(LEMOS, 2003, p. 3)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 que as <em>lives <\/em>nos aproximam cada vez mais e rompem as barreiras impostas pela dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-photo is-provider-giphy wp-block-embed-giphy\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/giphy.com\/gifs\/studiosoriginals-parker-jackson-ferris-bueller-3o7qDHGyWcfBPRy5lS\n<\/div><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o: Internet\/ Giphy.com<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lemos (2003) sugere que a tecnologia nos torna a sociedade da informa\u00e7\u00e3o, quando nos conecta em tudo e a todos os lugares, sem deixar de considerar que existe uma sociedade excludente, pois&nbsp; a participa\u00e7\u00e3o na rede depende de conex\u00e3o na internet e de um conhecimento pr\u00e9vio, digo conhecimento quando me refiro a alfabetiza\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m a expertise de manipular smartphone, computador e aparatos tecnol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lemos (2003) considera ainda que a escrita, no contexto espa\u00e7o-temporal, \u00e9 instrumento de mem\u00f3ria que registra o tempo, o que nos remete a Kittler (1987), no que tange ao ato de escrever como procedimento pessoal e \u00edntimo. Kittler considera o avan\u00e7o das m\u00eddias como forma de distribui\u00e7\u00e3o das mem\u00f3rias, importando-se com fato do fim ser a morte, ao passo que Lemos (2003) ainda conclui que na evolu\u00e7\u00e3o dos meios eletr\u00f4nicos, do tel\u00e9grafo \u00e0 internet, passando pelo r\u00e1dio televis\u00e3o, a emiss\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o se estende al\u00e9m do espa\u00e7o e do tempo, pois segundo o autor:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>Cada informa\u00e7\u00e3o midi\u00e1tica altera nossa percep\u00e7\u00e3o espa\u00e7otemporal, chegando na contemporaneidade a vivenciarmos uma sensa\u00e7\u00e3o de tempo real, imediato, \u201c<em>live<\/em>\u201d, e de aboli\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o f\u00edsico geogr\u00e1fico.<\/strong> <\/p><cite>(LEMOS, 2003, p.3)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por\u00e9m, o autor ainda acrescenta que existe desvantagens no tempo real, pois a necessidade de resposta pode apressar a reflex\u00e3o e argumenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>Vivemos uma nova conjuntura espa\u00e7o-temporal marcada pelas tecnologias digitais e telem\u00e1ticas onde o tempo real parece aniquilar, no sentido inverso \u00e0 modernidade, o espa\u00e7o de lugar, criando espa\u00e7os de fluxos, redes planet\u00e1rias pulsando no tempo real, em caminho para a desmaterializa\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7o de lugar. Assim, na cibercultura podemos estar aqui e agir \u00e0 dist\u00e2ncia. A forma t\u00e9cnica da cibercultura permite a amplia\u00e7\u00e3o das formas de a\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o sobre o mundo.<\/strong><\/p><cite>(LEMOS, 2003, p.3)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lemos (2003) ao se referir \u00e0 modernidade, remete \u00e0 sociedade de consumo, em que os meios eram para a massa. Entretanto, na contemporaneidade regida pela informa\u00e7\u00e3o,  Nunes (2016) ressalta a rela\u00e7\u00e3o das redes sociais com as <em>fakes, <\/em>visto que existem usu\u00e1rios que criam perfis <em>fakes<\/em>, seus pr\u00f3prios e at\u00e9 de outras personalidades. Essas <em>fakes<\/em> demanda dos usu\u00e1rios uma certa \u2018viv\u00eancia tecnol\u00f3gica\u2019 para identificar a mal\u00edcia que se apresentam na rede:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>N\u00e3o se pode acreditar em tudo, evidentemente. E, indo al\u00e9m, [a tecnologia] coloca em xeque tamb\u00e9m nossa capacidade de discernimento e an\u00e1lise diante de um volume incomensur\u00e1vel de situa\u00e7\u00f5es nesses novos meios. Ora, \u00e9 imposs\u00edvel verificarmos a veracidade de toda informa\u00e7\u00e3o que recebemos, seja por qual meio for. Acreditamos naquilo que apresenta ser verdadeiro. Ou d\u00e1-se cr\u00e9dito a algo pelo lugar &nbsp;&#8211; o contexto, melhor definindo &#8211; no qual se encontra.<\/strong><\/p><cite>(NUNES, 2016, p. 29)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left wp-block-paragraph\">O contexto da <em>fake<\/em> se resumir\u00e1 em uma farsa. Em ve\u00edculos de informa\u00e7\u00e3o de credibilidade como os da imprensa as informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o checadas, entretanto no ambiente virtual as informa\u00e7\u00f5es se espalham e as pessoas n\u00e3o costumam fazer a verifica\u00e7\u00e3o antes de repassarem, contribuindo para a desinforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-photo is-provider-giphy wp-block-embed-giphy\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/giphy.com\/gifs\/colbertlateshow-donald-trump-stephen-colbert-xT4ApznCZTtuBjmHHa\n<\/div><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o: Internet\/ Giphy.com<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em decorr\u00eancia dessa amplia\u00e7\u00e3o nas formas de comunica\u00e7\u00e3o, Lemos (2003) aponta o e-mail como uma ferramenta que revolucionou as rela\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o. Entretanto, na data de publica\u00e7\u00e3o em que Lemos se baseia, ainda n\u00e3o existia Whatsapp, aplicativo que dentro do nosso contexto de pr\u00e1ticas comunicacionais tem se mostrado uma ferramenta instant\u00e2nea para lazer e trabalho. O Whatsapp tamb\u00e9m demonstra a reconfigura\u00e7\u00e3o das ferramentas tradicionais, as quais Lemos (2003) entende terem sido necess\u00e1rias para atender a cibercultura, como a evolu\u00e7\u00e3o das revistas on-line, jornal e r\u00e1dio on-line entre outros. O autor ainda aponta que a Internet n\u00e3o \u00e9 uma m\u00eddia de massa, pois ela n\u00e3o corresponde a uma \u00fanica a\u00e7\u00e3o, quando se est\u00e1 na internet a pessoa pode estar assistindo a um jornal ou enviando um e-mail. Assim o autor define que<em>:<\/em><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>A internet \u00e9 um ambiente, uma incubadora de instrumentos de comunica\u00e7\u00e3o e n\u00e3o uma m\u00eddia de massa, no sentido corrente do termo.<\/strong><em> <\/em><\/p><cite>(LEMOS, 2003, p.5)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cibercultura procura novas maneiras de se relacionar, e neste contexto, os artistas acompanharam a evolu\u00e7\u00e3o da tecnologia envolvendo arte, como apontado por Kittler (1987) e Lemos (2003) assim, autor e p\u00fablico se misturam efetivamente, tornando a interatividade aliada na arte eletr\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-photo is-provider-giphy wp-block-embed-giphy\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/giphy.com\/gifs\/reaction-mona-lisa-oh-hell-no-wKva4V7stfBOU\n<\/div><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o: Internet\/ Giphy.com<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Memes e apropria\u00e7\u00e3o da obra de arte<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No contexto de arte e sua apropria\u00e7\u00e3o, os memes promovem mudan\u00e7as no significado. N\u00e3o somente no sentido da obra, em parte promovido pelo meio que a divulga, mas tamb\u00e9m no lugar da fala que a obra oferece aos que necessitam ter voz ativa. No museu, as obras s\u00e3o apresentadas como objeto de culto e contempla\u00e7\u00e3o; entretanto, na cibercultura a apropria\u00e7\u00e3o permite a cria\u00e7\u00e3o de novos significados e outros sentidos, sem desmerecer seu <em>status<\/em> art\u00edstico e os que apreciam a obra de arte no entendimento de seu contexto hist\u00f3rico. Os memes consideram uma releitura cr\u00edtica, contr\u00e1ria ao &#8220;capitalismo fofinho&#8221;, mas com o enriquecimento de uma postura pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"516\" height=\"516\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-407\" \/><figcaption><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ArtesDepressao\/photos\/3145395475589862\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">@Artes Depress\u00e3o<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando falamos em arte \u00e9 comum lembrarmos as obras que comp\u00f5em o acervo dos museus, porque elas carregam valor hist\u00f3rico e cultural. Por\u00e9m, \u00e9 importante mencionar que muitas pessoas n\u00e3o t\u00eam acesso a esses ambientes. Por vezes, falta conhecimento art\u00edstico para entendimento do valor hist\u00f3rico\/cultural que essas obras carregam.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"position: fixed;top: -4568px;left: -4039px\"><p>Dla polskoj\u0119zycznych graczy <a href=\"https:\/\/slotspalace777.pl\">https:\/\/slotspalace777.pl<\/a> stanowi interesuj\u0105c\u0105 opcj\u0119 na rosn\u0105cym rynku kasyn cyfrowych. Konta graczy mo\u017cna personalizowa\u0107 indywidualnymi awatarami i zdj\u0119ciami profilowymi. Perspektywy wielokamerowe zapewniaj\u0105 autentyczne odczucie gry jak w prawdziwym kasynie. Szyfrowanie SSL na bankowym poziomie chroni wszystkie transmisje danych przed nieuprawnionym dost\u0119pem. Bonusy Special-Event towarzysz\u0105 najwi\u0119kszym wydarzeniom sportowym i kasynowym w roku. Nawet starsze urz\u0105dzenia mog\u0105 by\u0107 u\u017cywane bez problem\u00f3w dzi\u0119ki zoptymalizowanym technologiom sieciowym. 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Sinestesia \u00e9 definida por Basbaum (2012, p. 246) como \u201cmuitas sensa\u00e7\u00f5es simult\u00e2neas\u201d, que sugerem sensa\u00e7\u00f5es percept\u00edveis na arte e na tecnologia. Portanto, se entendermos o \u201cmeio\u201d como o ve\u00edculo, sugerido por MacLuhan, assimilamos que nas redes sociais encontramos diversas formas de arte em entretenimento. Digo arte em entretenimento, em sua vers\u00e3o rasa, porque Giselle Beiguelman (2020)<sup>2<\/sup> compreende os emojis arredondados como capitalismo criativo que ela denomina &#8220;capitalismo fofinho&#8221;:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>A l\u00f3gica do capitalismo fofinho [est\u00e1] expl\u00edcita nos \u00edcones gordinhos e arredondados da web 2.0, um design de informa\u00e7\u00e3o que parece amortecer qualquer forma de conflito e apresenta um mundo cor-de-rosa e azul-celeste (pense no passarinho do Twitter). A forma mais bem acabada desse tipo de <em>design<\/em> \u00e9 a do Facebook, o empreendimento on-line mais bem sucedido de todos os tempos.<\/strong><\/p><cite>(BEIGUELMAN, 2020)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O capitalismo fofinho resulta em associar a rede de amizade com um espa\u00e7o feliz onde todas as coisas podem ser medidas por um <em>like. <\/em>Como ainda sugere Beiguelman (2020), o capitalismo fofinho leva-nos a usar <strong>emojis fofinhos<\/strong> que n\u00e3o expressam a realidade de uma discord\u00e2ncia ou abre espa\u00e7o para o debate. Emojis arredondados que simbolizam uma realidade sem dor.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-photo is-provider-giphy wp-block-embed-giphy\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/giphy.com\/gifs\/love-happy-lol-47GTKznyEywUBLgR0x\n<\/div><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o: Internet\/ Giphy.com<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em outra vertente, os memes podem ser associados a um tipo de arte contextual, pois:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>[&#8230;] uma arte tida como contextual agrupar\u00e1 todas as cria\u00e7\u00f5es que se ancoram nas circunst\u00e2ncias e se mostram desejosas de \u201ctecer com\u201d a realidade. <\/strong><\/p><cite>(NUNES, 2016, p.33)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A identifica\u00e7\u00e3o como meme \u00e9 instant\u00e2nea, atribu\u00edda \u00e0 imagem e ao hipertexto. Sobre o hipertexto, Giselle Beiguelman (2003) orienta ser importante entender a situa\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, o conte\u00fado e a rede  utilizada, para que se possa compreender sua mensagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O Covid -19 e os memes<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O COVID-19 \u00e9 um assunto que est\u00e1 em \u00eanfase no mundo todo, devido \u00e0 agressividade do v\u00edrus e \u00e0s medidas de isolamento que a OMS \u2013 Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade<a href=\"#_ftn1\"><sup>3<\/sup><\/a> prop\u00f5e. Os memes t\u00eam explorado esse assunto, e seus praticantes encontraram uma maneira de informar a popula\u00e7\u00e3o e entreter ao mesmo tempo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-photo is-provider-giphy wp-block-embed-giphy\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/giphy.com\/gifs\/salonline-salon-line-quarentena-slnapreveno-cNkwes0s1SwPEgJ2Y5\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cibercultura e a rela\u00e7\u00e3o estabelecida entre arte e meme formam uma rede que prop\u00f5e mais que entretenimento. Essa rede estabelece uma cronologia aberta e irrestrita entre informa\u00e7\u00e3o, entretenimento e publico, que \u00e9 beneficiado pelo longo alcance dos <em>posts<\/em> e pela facilidade de compreens\u00e3o dos memes, o que determina um p\u00fablico abrangente. Conforme sugere Beiguelman (2020), os \u201cmemes v\u00e3o contar a hist\u00f3ria da Coronavida\u201d, enfatizando a liberdade de circula\u00e7\u00e3o e express\u00e3o que o meme tem com a sociedade. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>Memes s\u00e3o uma esp\u00e9cie de jornalismo a quente [&#8230;] um notici\u00e1rio paralelo, em tempo real e baseado em imagens. Nada escapou aos memes: a pol\u00edtica nacional, o cotidiano das redes, as agruras do teletrabalho.<\/strong> <\/p><cite>(BEIGUELMAN, 2020)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste contexto, iremos montar a trajet\u00f3ria do v\u00edrus da COVID-19, atrav\u00e9s de alguns memes sobre o tema, publicados pelo perfil do Facebook <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ArtesDepressao\" target=\"_blank\">@artesdepress\u00e3o <\/a>que se apropria da arte  de maneira que alcan\u00e7a o publico e informa acerca da preven\u00e7\u00e3o do v\u00edrus, al\u00e9m de fazer cr\u00edtica aos acontecimentos com linguagem irreverente e ir\u00f4nica, associando imagem e mensagem. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">*As publica\u00e7\u00f5es s\u00e3o de mar\u00e7o \u00e0 dezembro de 2020.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-445\" width=\"212\" height=\"212\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-447\" width=\"212\" height=\"212\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a4.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-448\" width=\"210\" height=\"210\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a5.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-449\" width=\"210\" height=\"210\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a6.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-450\" width=\"210\" height=\"210\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a7.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-451\" width=\"208\" height=\"208\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a9.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-453\" width=\"205\" height=\"205\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a10.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-454\" width=\"204\" height=\"204\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a11.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-455\" width=\"211\" height=\"211\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a12.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-456\" width=\"213\" height=\"213\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a13.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-457\" width=\"216\" height=\"216\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a14.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-460\" width=\"213\" height=\"267\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a17.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-461\" width=\"213\" height=\"213\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a18.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-462\" width=\"213\" height=\"213\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a19.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-463\" width=\"214\" height=\"214\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a23.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-464\" width=\"211\" height=\"255\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a25.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-465\" width=\"216\" height=\"216\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a27.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-466\" width=\"212\" height=\"212\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a28.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-467\" width=\"212\" height=\"212\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a29.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-468\" width=\"210\" height=\"210\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a34.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-469\" width=\"214\" height=\"214\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a35.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-470\" width=\"211\" height=\"211\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a38.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-471\" width=\"210\" height=\"210\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a39.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-472\" width=\"213\" height=\"213\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a40.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-473\" width=\"213\" height=\"213\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a41.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-474\" width=\"217\" height=\"217\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a42.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-477\" width=\"212\" height=\"265\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a43.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-478\" width=\"210\" height=\"210\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Refer\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">BASBAUM, S\u00e9rgio. <strong>\u201cSinestesia e percep\u00e7\u00e3o digital\u201d<\/strong>. PUC\/SP. Teccogs, n. 6, 2012. p. 245-264. (Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www4.pucsp.br\/pos\/tidd\/teccogs\/artigos\/2012\/edicao_6\/9-%20sinestesia_e_percepcao_digital-sergio_basbaum.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">http:\/\/www4.pucsp.br\/pos\/tidd\/teccogs\/artigos\/2012\/edicao_6\/9- sinestesia_e_percepcao_digital-sergio_basbaum.pdf<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">FLUSSER, Vil\u00e9m. <strong>Do inobjeto. ARS<\/strong>,&nbsp; S\u00e3o Paulo,&nbsp; v. 4, n. 8, p. 30-35, 2006. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1590\/S1678-53202006000200003\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;DOI: https:\/\/doi.org\/10.1590\/S1678-53202006000200003<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">KITTLER, Friedrich; VON MUCKE, Dorothea; SIMILON, Philippe L. <strong>Gramophone, Film, Typewrite<\/strong>r. <strong>October<\/strong>, Cambridge, v. 41, n. 102, p. 101\u2013118, 1987. DOI:&nbsp; <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2307\/778332\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/doi.org\/10.2307\/778332<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LEMOS Andr\u00e9; Cunha, Paulo (orgs). <strong>Olhares sobre a Cibercultura<\/strong>. Sulina, Porto Alegre, 2003; pp. 11-23<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MANOVICH, Lev. Une esth\u00e9tique post-m\u00e9dia. <strong>Appareil<\/strong>, Paris, n. 18, p. 0\u201314, 2017. DOI: <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.4000\/appareil.2394\">https:\/\/doi.org\/10.4000\/appareil.2394<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">(vers\u00e3o em ingl\u00eas:&nbsp; <a href=\"http:\/\/manovich.net\/index.php\/projects\/post-media-aesthetics\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">http:\/\/manovich.net\/index.php\/projects\/post-media-aesthetics<\/a>)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">NUNES, Fabio Oliveira. <strong>Mentira de artista:<\/strong> arte (e tecnologia) que nos engana para repensar o mundo &#8211; S\u00e3o Paulo: Cosmogonias El\u00e9tricas, 2016.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">BEIGUELMAN, Giselle. <strong>O livro depois do livro<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Peir\u00f3polis, 2003. Dispon\u00edvel em:&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.desvirtual.com\/thebook\/ebook.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">http:\/\/www.desvirtual.com\/thebook\/ebook.htm<\/a>. Acesso em: 25 ago. 2020.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">[1] \u201cInternet das Coisas\u201d se refere a uma revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica que tem como objetivo conectar os itens usados do dia a dia \u00e0 rede mundial de computadores. Cada vez mais surgem eletrodom\u00e9sticos, meios de transporte e at\u00e9 mesmo t\u00eanis, roupas e ma\u00e7anetas conectadas \u00e0 Internet e a outros dispositivos, como computadores e smartphones. Fonte: <a href=\"https:\/\/www.techtudo.com.br\/noticias\/noticia\/2014\/08\/internet-das-coisas-entenda-o-conceito-e-o-que-muda-com-tecnologia.html -\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TechTudo<\/a>. Acesso em 28 de outubro de 2020 \u00e0s 22:15h.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">[2] <strong>Gabriel<\/strong>, <strong>Ruan de Sousa :<\/strong>&nbsp;&#8216;Memes v\u00e3o contar a hist\u00f3ria da coronavida&#8217;.&nbsp;<strong> O globo<\/strong>, S\u00e3o Paulo, 23, novembro de 2020. <strong>O segundo carderno <\/strong>. Dispon\u00edvel em: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/cultura\/memes-ajudarao-contar-historia-da-temporada-covidica-diz-artista-visual-giselle-beiguelman-24750952\" target=\"_blank\">https:\/\/oglobo.globo.com\/cultura\/memes-ajudarao-contar-historia-da-temporada-covidica-diz-artista-visual-giselle-beiguelman-24750952 <\/a>. Acesso em: 24, novembro de 2020.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">[3] Transmiss\u00e3o de SARS-CoV-2: implica\u00e7\u00f5es para as precau\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o. &nbsp;<a href=\"https:\/\/www.who.int\/news-room\/commentaries\/detail\/transmission-of-sars-cov-2-implications-for-infection-prevention-precautions\">https:\/\/www.who.int\/news-room\/commentaries\/detail\/transmission-of-sars-cov-2-implications-for-infection-prevention-precautions<\/a> . Acesso em 09 de dez. de 2020.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foto de destaque: @artedepress\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dayana C\u00f4rtes O distanciamento da arte tradicional Na vertente das mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas, Flusser (2012) comenta [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":409,"featured_media":437,"parent":860,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"template-full.php","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"class_list":["post-400","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",516,516,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",150,150,false],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",300,300,false],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",516,516,false],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",516,516,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",516,516,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",516,516,false],"post-thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",50,50,false],"small":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",125,125,false],"blog":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",270,270,false],"portfoliowidget":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",56,56,false],"portfoliosmall":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",375,375,false],"portfoliosmallnc":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",480,480,false],"blogsmall":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",246,246,false],"portfoliolarge":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",516,516,false],"itg_featured":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",300,300,false],"itg_post":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",250,250,false],"itg_widget":["https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/files\/2020\/12\/a1-1.jpg",40,40,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"dayana.pereira","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/author\/dayana-pereira\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Dayana C\u00f4rtes O distanciamento da arte tradicional Na vertente das mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas, Flusser (2012) comenta [&hellip;]","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/400","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/409"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=400"}],"version-history":[{"count":62,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/400\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1656,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/400\/revisions\/1656"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/860"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/437"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/arteposmidia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=400"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}