{"id":355,"date":"2026-03-02T10:11:57","date_gmt":"2026-03-02T13:11:57","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/?page_id=355"},"modified":"2026-07-09T11:02:52","modified_gmt":"2026-07-09T14:02:52","slug":"minicursos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/minicursos\/","title":{"rendered":"Minicursos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"355\" class=\"elementor elementor-355\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-807737e e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"807737e\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1b33ca7 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"1b33ca7\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h1 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Minicursos<\/h1>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-44bb982 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"44bb982\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<p class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Lista de Minicursos Abaixo<\/p>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d776882 e-con-full e-flex e-con e-parent\" data-id=\"d776882\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-92d7e98 elementor-widget elementor-widget-n-accordion\" data-id=\"92d7e98\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;default_state&quot;:&quot;expanded&quot;,&quot;max_items_expended&quot;:&quot;one&quot;,&quot;n_accordion_animation_duration&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;ms&quot;,&quot;size&quot;:400,&quot;sizes&quot;:[]}}\" data-widget_type=\"nested-accordion.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"e-n-accordion\" aria-label=\"Accordion. Open links with Enter or Space, close with Escape, and navigate with Arrow Keys\">\n\t\t\t\t\t\t<details id=\"e-n-accordion-item-1530\" class=\"e-n-accordion-item\" open>\n\t\t\t\t<summary class=\"e-n-accordion-item-title\" data-accordion-index=\"1\" tabindex=\"0\" aria-expanded=\"true\" aria-controls=\"e-n-accordion-item-1530\" >\n\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-header'><div class=\"e-n-accordion-item-title-text\"> Fundo P\u00fablico, Financiamento das Pol\u00edticas Sociais e Lutas Sociais <\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-icon'>\n\t\t\t<span class='e-opened' ><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-minus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h384c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t\t<span class='e-closed'><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-plus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H272V64c0-17.67-14.33-32-32-32h-32c-17.67 0-32 14.33-32 32v144H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h144v144c0 17.67 14.33 32 32 32h32c17.67 0 32-14.33 32-32V304h144c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t<\/span>\n\n\t\t\t\t\t\t<\/summary>\n\t\t\t\t<div role=\"region\" aria-labelledby=\"e-n-accordion-item-1530\" class=\"elementor-element elementor-element-82b527a e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"82b527a\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0ffd181 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"0ffd181\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Proponente\/facilitador: Prof. Dr. Evilasio Salvador (UnB) e Profa. Dra. Micheli Burginski (UFMT)<\/p><p>Institui\u00e7\u00e3o\/N\u00facleo: N\u00facleo de Estudos e Pesquisa sobre Fundo P\u00fablico, Or\u00e7amento, Hegemonia e Pol\u00edtica Social (FOHPS\/UnB)<br \/>N\u00famero de vagas: 40 vagas<br \/>Ementa<br \/>O minicurso tem por objetivo examinar o fundo p\u00fablico como categoria central para a compreens\u00e3o do financiamento das pol\u00edticas sociais no capitalismo contempor\u00e2neo, com \u00eanfase nas disputas em torno do or\u00e7amento p\u00fablico, da pol\u00edtica fiscal, da tributa\u00e7\u00e3o, da d\u00edvida p\u00fablica e das formas de apropria\u00e7\u00e3o estatal do excedente social. Parte-se da cr\u00edtica da economia pol\u00edtica para analisar o fundo p\u00fablico n\u00e3o como simples instrumento t\u00e9cnico-administrativo de aloca\u00e7\u00e3o de recursos, mas como media\u00e7\u00e3o fundamental da rela\u00e7\u00e3o entre Estado, classes sociais, acumula\u00e7\u00e3o capitalista e reprodu\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho. O financiamento expressa, em sua materialidade or\u00e7ament\u00e1ria, as correla\u00e7\u00f5es de for\u00e7as que definem o alcance das pol\u00edticas sociais, o padr\u00e3o de rela\u00e7\u00e3o p\u00fablico-privado e a densidade da participa\u00e7\u00e3o social. Sendo a disputa pelo fundo p\u00fablico decisiva para as possibilidades de materializa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas e dos direitos sociais. <br \/>Ser\u00e3o discutidos os fundamentos te\u00f3rico-pol\u00edticos do financiamento das pol\u00edticas sociais, considerando a tens\u00e3o entre direitos sociais, ajuste fiscal, captura do or\u00e7amento por fra\u00e7\u00f5es do capital, contrarreformas do Estado e limites estruturais impostos pelo padr\u00e3o de desenvolvimento dependente brasileiro. O minicurso abordar\u00e1 ainda os principais mecanismos contempor\u00e2neos de constrangimento do gasto social, como regras fiscais restritivas, emendas parlamentares, desonera\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias, regressividade do sistema tribut\u00e1rio, financeiriza\u00e7\u00e3o da despesa p\u00fablica e subordina\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas sociais \u00e0 l\u00f3gica da austeridade, bem como, a agenda de luta dos movimentos sociais em sua rela\u00e7\u00e3o com a justi\u00e7a tribut\u00e1ria e fiscal. <br \/>A proposta busca oferecer instrumentos anal\u00edticos para que estudantes, pesquisadoras\/es, docentes, profissionais e militantes possam interpretar criticamente os dados or\u00e7ament\u00e1rios e financeiros das pol\u00edticas sociais, articulando a an\u00e1lise emp\u00edrica do or\u00e7amento \u00e0 compreens\u00e3o das determina\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, pol\u00edticas e sociais que conformam o fundo p\u00fablico no Brasil.<br \/>Objetivos<br \/>Objetivo geral:<br \/>Analisar criticamente o fundo p\u00fablico e suas formas de disputa, apropria\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o, destacando suas implica\u00e7\u00f5es para o financiamento das pol\u00edticas sociais no Brasil contempor\u00e2neo.<br \/>Objetivos espec\u00edficos:<br \/>Compreender o fundo p\u00fablico como categoria te\u00f3rica vinculada \u00e0 cr\u00edtica da economia pol\u00edtica do Estado e das pol\u00edticas sociais; <br \/>Examinar a rela\u00e7\u00e3o entre or\u00e7amento p\u00fablico, tributa\u00e7\u00e3o, d\u00edvida p\u00fablica, austeridade fiscal e financiamento dos direitos sociais; <br \/>Identificar os principais mecanismos de transfer\u00eancia de recursos p\u00fablicos ao capital; discutir os impactos das regras fiscais e das contrarreformas sobre a Seguridade Social e demais pol\u00edticas sociais; <br \/>Refletir sobre a incid\u00eancia dos movimentos sociais na disputa pelo fundo p\u00fablico.<br \/>Apresentar elementos metodol\u00f3gicos b\u00e1sicos para leitura cr\u00edtica de dados or\u00e7ament\u00e1rios.<br \/>Metodologia<br \/>O minicurso ser\u00e1 desenvolvido em formato expositivo-dialogado, articulando fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica, an\u00e1lise cr\u00edtica de conjuntura e discuss\u00e3o de dados or\u00e7ament\u00e1rios selecionados. A primeira parte ser\u00e1 dedicada \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o das categorias centrais: fundo p\u00fablico, or\u00e7amento, Estado, financiamento, pol\u00edtica social, tributa\u00e7\u00e3o, d\u00edvida p\u00fablica e austeridade. A segunda parte abordar\u00e1 as disputas contempor\u00e2neas pelo fundo p\u00fablico no Brasil, com \u00eanfase na Seguridade Social, nas regras fiscais e nos mecanismos de captura do or\u00e7amento por interesses do capital financeiro e de fra\u00e7\u00f5es empresariais.<br \/>Na terceira parte, ser\u00e3o apresentados exemplos de leitura cr\u00edtica de informa\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias, de modo a demonstrar como dados fiscais podem ser interpretados para al\u00e9m de sua apar\u00eancia t\u00e9cnica. A atividade ser\u00e1 conclu\u00edda com debate coletivo orientado por quest\u00f5es-problema, permitindo que os\/as participantes relacionem os conte\u00fados do minicurso a seus objetos de pesquisa, campos profissionais e experi\u00eancias de interven\u00e7\u00e3o social.<br \/>Considerando a carga hor\u00e1ria de 4 horas, sugere-se a seguinte organiza\u00e7\u00e3o interna:<br \/>1\u00aa hora: fundamentos te\u00f3ricos do fundo p\u00fablico e sua rela\u00e7\u00e3o com Estado, classes e lutas sociais e acumula\u00e7\u00e3o capitalista.<br \/>2\u00aa hora: financiamento das pol\u00edticas sociais, tributa\u00e7\u00e3o, or\u00e7amento p\u00fablico e Seguridade Social.<br \/>3\u00aa hora: austeridade, regras fiscais, d\u00edvida p\u00fablica, desonera\u00e7\u00f5es e captura do or\u00e7amento pelo capital.<br \/>4\u00aa hora: leitura cr\u00edtica de dados or\u00e7ament\u00e1rios, debate orientado e s\u00edntese coletiva.<br \/>Materiais pr\u00e9vios<br \/>Sugere-se solicitar o envio pr\u00e9vio de materiais aos\/\u00e0s inscritos\/as por e-mail, conforme possibilidade prevista pela chamada. O material pode ser enxuto, para n\u00e3o criar barreira de participa\u00e7\u00e3o:<br \/>1. Ser\u00e1 enviado um texto b\u00e1sico produzido por pesquisadores N\u00facleo sobre fundo p\u00fablico, or\u00e7amento e pol\u00edtica social.<br \/>2. Disponibilidade de um quadro Branco.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/details>\n\t\t\t\t\t\t<details id=\"e-n-accordion-item-1531\" class=\"e-n-accordion-item\" >\n\t\t\t\t<summary class=\"e-n-accordion-item-title\" data-accordion-index=\"2\" tabindex=\"-1\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"e-n-accordion-item-1531\" >\n\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-header'><div class=\"e-n-accordion-item-title-text\"> Impactos da Guerra \u00e0s drogas no Sul Global: do imperialismo econ\u00f4mico e geopol\u00edtico aos desafios profissionais em territ\u00f3rios marcados pela viol\u00eancia <\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-icon'>\n\t\t\t<span class='e-opened' ><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-minus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h384c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t\t<span class='e-closed'><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-plus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H272V64c0-17.67-14.33-32-32-32h-32c-17.67 0-32 14.33-32 32v144H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h144v144c0 17.67 14.33 32 32 32h32c17.67 0 32-14.33 32-32V304h144c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t<\/span>\n\n\t\t\t\t\t\t<\/summary>\n\t\t\t\t<div role=\"region\" aria-labelledby=\"e-n-accordion-item-1531\" class=\"elementor-element elementor-element-2820dae e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"2820dae\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t<div role=\"region\" aria-labelledby=\"e-n-accordion-item-1531\" class=\"elementor-element elementor-element-b2f74cb e-grid e-con-boxed e-con e-child\" data-id=\"b2f74cb\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3c72355 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"3c72355\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"228\" height=\"185\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Daniela.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-617\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Daniela Ferrugem<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e33d5f1 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"e33d5f1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"192\" height=\"300\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Viviane-192x300.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium wp-image-618\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Viviane-192x300.jpg 192w, https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Viviane.jpg 347w\" sizes=\"(max-width: 192px) 100vw, 192px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Viviane Carmen da Concei\u00e7\u00e3o Santos<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-396b83c elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"396b83c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>b) Proponentes\/facilitadores <br \/>&#8211; Daniela Ferrugem &#8211; Assistente SOcial, Doutora em Servi\u00e7o Social. Assistente social do Centro Interdisciplinar de Pesquisa e Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade do Instituto de Psicologia UFRGS.<br \/>&#8211; Mestre Viviane Carmen da Concei\u00e7\u00e3o Santos \u2013 Assistente Social, Doutoranda do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Servi\u00e7o Social da UFRJ. Mestre em Pol\u00edticas P\u00fablicas e Direitos Humanos pelo NEPP- DH \/ UFRJ.<\/p><p>c) Institui\u00e7\u00e3o\/N\u00facleo<\/p><p>Grupo F\u00eanix \u2013 Dept Servi\u00e7o Social\/PPGPS &#8211; UFES<\/p><p>d) Ementa<\/p><p>O mini-curso, vinculado ao projeto \u201cO xis da quest\u00e3o: o direito \u00e0 vida na co-constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de preven\u00e7\u00e3o no campo das drogas\u201d (CAPES-PROCAD-SENAD), tece reflex\u00f5es sobre os impactos da guerra \u00e0s drogas no Sul Global, compreendendo-a como estrat\u00e9gia de imposi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e geopol\u00edtica que produz efeitos desiguais e aprofunda rela\u00e7\u00f5es de depend\u00eancia. Discute-se como essa agenda se materializa nos territ\u00f3rios por meio da intensifica\u00e7\u00e3o de viol\u00eancias, do racismo estrutural e da expans\u00e3o do Estado penal, incidindo de forma particular sobre juventudes negras e empobrecidas, materializando o juvenic\u00eddio. Problematizam-se as rela\u00e7\u00f5es entre pol\u00edticas de drogas e (des)prote\u00e7\u00e3o social, evidenciando tens\u00f5es entre cuidado e puni\u00e7\u00e3o nas pol\u00edticas p\u00fablicas. Abordam-se os desafios \u00e9tico-pol\u00edticos do trabalho profissional nesses contextos. Por fim, destacam-se estrat\u00e9gias, resist\u00eancias e pot\u00eancias constru\u00eddas nos territ\u00f3rios, com foco em pr\u00e1ticas comprometidas com a garantia de direitos e na constru\u00e7\u00e3o de alternativas contra hegem\u00f4nicas, a partir da pr\u00e1xis do exerc\u00edcio profissional em uma favela do Complexo da Mar\u00e9 do Rio de Janeiro\/RJ.<\/p><p>e) Metodologia<\/p><p>A metodologia mesclar\u00e1 momentos expositivos com di\u00e1logo entre as\/os participantes. Utilizaremos slides, imagens, m\u00fasicas, poesias e outros dispositivos que levar\u00e3o o publico a sensibiliza\u00e7\u00e3o e reflex\u00f5es acerca das tem\u00e1ticas propostas.<\/p><p>f) N\u00famero de vagas <br \/>30 vagas<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/details>\n\t\t\t\t\t\t<details id=\"e-n-accordion-item-1532\" class=\"e-n-accordion-item\" >\n\t\t\t\t<summary class=\"e-n-accordion-item-title\" data-accordion-index=\"3\" tabindex=\"-1\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"e-n-accordion-item-1532\" >\n\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-header'><div class=\"e-n-accordion-item-title-text\"> Intelectuais Negras  Brasileiras: aquilombamento e resist\u00eancia <\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-icon'>\n\t\t\t<span class='e-opened' ><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-minus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h384c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t\t<span class='e-closed'><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-plus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H272V64c0-17.67-14.33-32-32-32h-32c-17.67 0-32 14.33-32 32v144H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h144v144c0 17.67 14.33 32 32 32h32c17.67 0 32-14.33 32-32V304h144c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t<\/span>\n\n\t\t\t\t\t\t<\/summary>\n\t\t\t\t<div role=\"region\" aria-labelledby=\"e-n-accordion-item-1532\" class=\"elementor-element elementor-element-7c912f7 e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"7c912f7\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0f7bfdd elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"0f7bfdd\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Renata Gon\u00e7alves (Universidade Federal de S\u00e3o Paulo &#8211; UNIFESP)<\/p><p>As universidades brasileiras, que foram erguidas para a instru\u00e7\u00e3o dos filhos brancos da elite brasileira, se deparam nos \u00faltimos com a entrada mais massiva de estudantes negros, negras e negres provenientes das prec\u00e1rias periferias das cidades do pa\u00eds. S\u00e3o jovens que, ao chegarem ao ambiente acad\u00eamico, n\u00e3o se reconhecem no naquele espa\u00e7o, n\u00e3o veem professores\/as negros\/as, n\u00e3o encontram nos livros refer\u00eancias \u00e0s lutas negras, n\u00e3o veem nas matrizes curriculares disciplinas acerca da hist\u00f3ria da \u00c1frica ou sobre a rela\u00e7\u00e3o entre o desenvolvimento do capitalismo e a escravid\u00e3o, ou ainda relacionadas ao racismo no Brasil e seus tent\u00e1culos ideol\u00f3gicos que mant\u00eam firme o sistema de domina\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o. Nestas institui\u00e7\u00f5es, os\/as negros\/as continuam a serem objetos de pesquisa e muito raramente s\u00e3o os\/as pesquisadores\/as. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda pior quando se tratam de mulheres negras como sujeitas (e n\u00e3o apenas objetos) das investiga\u00e7\u00f5es cient\u00edficas.<br \/>Este minicurso parte da experi\u00eancia de um coletivo de mulheres negras (uma professora e suas estudantes) que decidiu romper com as barreiras da invisibilidade de intelectuais negras brasileiras e constituiu-se como um esfor\u00e7o te\u00f3rico-metodol\u00f3gico, empreendido por jovens pesquisadoras negras que, durante o ano de 2022 e 2023, se reuniram semanalmente para conhecer a trajet\u00f3ria e a obra de mulheres negras que foram invisibilizadas pela estrutura racista, capitalista e patriarcal da sociedade brasileira. Tratou-se de conhecer a genialidade de algumas das muitas intelectuais negras invisibilizadas no Brasil: Antonieta de Barros, Beatriz Nascimento, Carolina Maria de Jesus, Cida Bento, Concei\u00e7\u00e3o Evaristo, L\u00e9lia Gonzalez, Luiza Bairros, Maria de Lourdes Vale do Nascimento, Maria Firmino dos Reis, Neusa Santos Souza, Nilma Lino Gomes, Sueli Carneiro, Vilma Piedade, Virg\u00ednia Bicudo. <br \/>A invisibilidade de intelectuais negras\/os\/es escamoteia personagens, lutas e resist\u00eancias fundamentais nos levantes, insurrei\u00e7\u00f5es e produ\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas no Brasil. Em especial as mulheres negras est\u00e3o ausentes como protagonistas de processos hist\u00f3ricos e como intelectuais, cujas reflex\u00f5es s\u00e3o relevantes para a compreens\u00e3o da estrutura de domina\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o na sociedade brasileira. <br \/>Esta cr\u00edtica tamb\u00e9m encontra eco junto a estudantes negros\/as\/es que nos \u00faltimos anos entraram mais massivamente nas institui\u00e7\u00f5es de ensino superior. S\u00e3o jovens que, ao chegarem \u00e0s universidades, n\u00e3o se reconhecem no espa\u00e7o acad\u00eamico, n\u00e3o veem professores\/as negros\/as\/es, n\u00e3o encontram nos livros refer\u00eancias \u00e0s lutas negras e antirracistas, n\u00e3o veem nas matrizes curriculares disciplinas acerca da hist\u00f3ria da \u00c1frica, da hist\u00f3ria e culturas afro-brasileiras e ind\u00edgenas, ou sobre a rela\u00e7\u00e3o entre o desenvolvimento do capitalismo e a escravid\u00e3o, ou ainda relacionadas ao racismo no Brasil e seus tent\u00e1culos ideol\u00f3gicos que mant\u00eam firme o sistema de domina\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o. Nestas institui\u00e7\u00f5es, os\/as\/es negros\/as\/es continuam a serem objetos de pesquisa e muito raramente s\u00e3o os\/as pesquisadores\/as. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda pior quando se tratam de mulheres negras como sujeitas (e n\u00e3o apenas objetos) das investiga\u00e7\u00f5es cient\u00edficas.<br \/>Quem foi L\u00e9lia Gonzalez? E Beatriz Nascimento? E tantas outras? Quest\u00f5es que, infelizmente, precisam ser feita com frequ\u00eancia, pois como observou Sueli Carneiro, embora o movimento negro tenha produzido grandes intelectuais, a academia convencional resiste em reconhecer suas contribui\u00e7\u00f5es ao pensamento social brasileiro. L\u00e9lia Gonzalez, por exemplo, apesar de sua farta produ\u00e7\u00e3o te\u00f3rica, permanecia uma desconhecida no ambiente letrado da intelligensia brasileira (Gon\u00e7alves, 2020; 2021).<br \/>Foram estas experi\u00eancias que inspiraram o projeto intelectuais negras brasileiras. S\u00e3o professoras, militantes, escritoras&#8230; Todas mulheres negras, com diferentes inser\u00e7\u00f5es na vida pol\u00edtica, cultural e acad\u00eamica do pa\u00eds, apresentadas por outras mulheres negras que, no di\u00e1logo com suas ancestrais, d\u00e3o novos passos ao mesmo tempo em que tencionam por dentro as estruturas arcaicas da universidade brasileira. O ato da escreviv\u00eancia (Evaristo, 2017) as levam ao aquilombamento como meio de resistir e combater os sistemas interligados de domina\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o.<br \/>Palavras-chave: Aquilombamento; educa\u00e7\u00e3o antirracista; escreviv\u00eancia; Intelectuais negras.<\/p><p>REFER\u00caNCIAS<br \/>EVARISTO, Concei\u00e7\u00e3o. Becos da mem\u00f3ria. Rio de Janeiro: Pallas, 2017.<br \/>GON\u00c7ALVES, Renata. L\u00e9lia Gonzalez e Beatriz Nascimento: contribui\u00e7\u00f5es para o combate \u00e0 tr\u00edade capitalismo-patriarcado-racismo In: ABRAMIDES, Maria Beatriz (org.). Marxismo e quest\u00e3o \u00e9tnico-racial: desafios contempor\u00e2neos. S\u00e3o Paulo: Educ, 2021, p. 73-86.<br \/>GON\u00c7ALVES, Renata. L\u00e9lia Gonzalez e a influ\u00eancia de Frantz Fanon: construindo uma nova epistemologia feminista In: MAGNO, Patr\u00edcia Carlos; PASSOS, Rachel Gouveia Direitos humanos, sa\u00fade mental e racismo: di\u00e1logos \u00e0 luz do pensamento de Frantz Fanon. Rio de Janeiro: Defensoria P\u00fablica do Estado do Rio de Janeiro, 2020, p. 225-239.<\/p><p>GONZALEZ, L\u00e9lia. Por um feminismo afrolatinoamericano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.<\/p><p>HOOKS, bell. Intelectuais negras. Revista Estudos Feministas, Rio de Janeiro, n. 2, p. 464-478, 1995.<br \/>KILOMBA, Grada. Mem\u00f3rias da planta\u00e7\u00e3o: epis\u00f3dios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Cobog\u00f3, 2019.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ca74be elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"9ca74be\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"268\" height=\"265\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Renata-Goncalves.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-619\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Renata Gon\u00e7alves<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/details>\n\t\t\t\t\t\t<details id=\"e-n-accordion-item-1533\" class=\"e-n-accordion-item\" >\n\t\t\t\t<summary class=\"e-n-accordion-item-title\" data-accordion-index=\"4\" tabindex=\"-1\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"e-n-accordion-item-1533\" >\n\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-header'><div class=\"e-n-accordion-item-title-text\"> Subalternidade brasileira na mercantiliza\u00e7\u00e3o da natureza <\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-icon'>\n\t\t\t<span class='e-opened' ><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-minus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h384c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t\t<span class='e-closed'><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-plus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H272V64c0-17.67-14.33-32-32-32h-32c-17.67 0-32 14.33-32 32v144H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h144v144c0 17.67 14.33 32 32 32h32c17.67 0 32-14.33 32-32V304h144c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t<\/span>\n\n\t\t\t\t\t\t<\/summary>\n\t\t\t\t<div role=\"region\" aria-labelledby=\"e-n-accordion-item-1533\" class=\"elementor-element elementor-element-dfc9c4a e-flex e-con-boxed e-con e-child\" data-id=\"dfc9c4a\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5116b7e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"5116b7e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Proponentes\/facilitadores<br \/>Helder Gomes: graduado em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, mestre em Economia e doutor em Pol\u00edtica Social, pela Ufes<br \/>Merci Pereira Fardin: graduado em Agronomia, pela UFV, mestre em Pol\u00edtica Social e doutor em Geografia, pela Ufes<br \/>Institui\u00e7\u00e3o\/N\u00facleo<br \/>Observat\u00f3rio Capixaba das \u00c1guas e do Meio Ambiente (https:\/\/observatoriocapixaba.com\/)<br \/>Ementa<br \/>Argumento forjado como \u201csolu\u00e7\u00f5es com base na natureza\u201d. Pagamento por servi\u00e7os ambientais (PSA): poluidor pagador ou oportunidades \u00e0 especula\u00e7\u00e3o parasit\u00e1ria? Mercados de carbono e apropria\u00e7\u00e3o privada dos parques naturais. Privatiza\u00e7\u00f5es e novos arranjos institucionais de governan\u00e7a orientados pelas ag\u00eancias multilaterais. O BNDES como agente especial na modelagem subalterna da privatiza\u00e7\u00e3o da infraestrutura no Brasil: explora\u00e7\u00e3o privada dos servi\u00e7os de saneamento ambiental.<br \/>Metodologia<br \/>A abordagem metodol\u00f3gica tem por base a indica\u00e7\u00e3o de leitura pr\u00e9via de texto, a apresenta\u00e7\u00e3o do conte\u00fado programado e a promo\u00e7\u00e3o de debates, para apurar as impress\u00f5es cr\u00edticas do p\u00fablico sobre os temas propostos. O estimulo \u00e0 participa\u00e7\u00e3o conta com o apoio de instrumentos digitais de ilustra\u00e7\u00e3o (mapas, fotos, figuras, esquemas) e de questionamentos que motivem o debate sobre elementos fundantes da avalanche de solu\u00e7\u00f5es oficiais com base na natureza.<br \/>N\u00famero de vagas<br \/>O p\u00fablico-alvo est\u00e1 estimado em torno de 25 participante<br \/>Leitura do material: <br \/>Link de acesso disponibilizado:<br \/><a href=\"https:\/\/observatoriocapixaba.com\/textos\/a%20trajet%C3%B3ria%20recente%20do%20bndes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/observatoriocapixaba.com\/textos\/a%20trajet%C3%B3ria%20recente%20do%20bndes<\/a>.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div role=\"region\" aria-labelledby=\"e-n-accordion-item-1533\" class=\"elementor-element elementor-element-252b8ab e-grid e-con-full e-con e-child\" data-id=\"252b8ab\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7102ba8 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7102ba8\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"158\" height=\"138\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Helder-Gomes.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-620\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Helder Gomes<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cc69989 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"cc69989\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"197\" height=\"264\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Merci-Pereira-Fardin.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-621\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Merci Pereira Fardin<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/details>\n\t\t\t\t\t\t<details id=\"e-n-accordion-item-1534\" class=\"e-n-accordion-item\" >\n\t\t\t\t<summary class=\"e-n-accordion-item-title\" data-accordion-index=\"5\" tabindex=\"-1\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"e-n-accordion-item-1534\" >\n\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-header'><div class=\"e-n-accordion-item-title-text\"> Caio Prado Junior e a Industrializa\u00e7\u00e3o Brasileira <\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-icon'>\n\t\t\t<span class='e-opened' ><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-minus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h384c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t\t<span class='e-closed'><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-plus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H272V64c0-17.67-14.33-32-32-32h-32c-17.67 0-32 14.33-32 32v144H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h144v144c0 17.67 14.33 32 32 32h32c17.67 0 32-14.33 32-32V304h144c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t<\/span>\n\n\t\t\t\t\t\t<\/summary>\n\t\t\t\t<div role=\"region\" aria-labelledby=\"e-n-accordion-item-1534\" class=\"elementor-element elementor-element-a38b6f2 e-flex e-con-boxed e-con e-child\" data-id=\"a38b6f2\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c9cb9f5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c9cb9f5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Proponente\/facilitador: Lincoln Secco (USP)<\/p><p>Ementa:<br \/>Para Caio Prado J\u00fanior o sistema econ\u00f4mico brasileiro permaneceu colonial. Vocacionado \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o de produtos prim\u00e1rios, at\u00e9 gerava demanda de manufaturados que, casualmente, n\u00e3o podia ser abastecida com as importa\u00e7\u00f5es. A ind\u00fastria foi, assim, uma solu\u00e7\u00e3o eventual para a impossibilidade de pagar com as exporta\u00e7\u00f5es os d\u00e9bitos no exterior.<br \/>Nos anos 1950, Caio Prado J\u00fanior escreveu que entre n\u00f3s n\u00e3o havia mais que uma \u201cd\u00e9bil ind\u00fastria leve baseada na ind\u00fastria estrangeira\u201d. Sua instala\u00e7\u00e3o n\u00e3o gerava desenvolvimento; antes, provocava demanda nova que o pa\u00eds n\u00e3o podia satisfazer e precisava importar, agravando o problema da d\u00edvida. Caio Prado J\u00fanior louvava o papel estatal na siderurgia nos anos 1940 e no petr\u00f3leo nos anos 1950, uma vez vencido o projeto anti nacional do presidente Dutra, mas considerava que est\u00e1vamos longe de \u201cdar \u00e0 iniciativa estatal o papel que lhe cabe nas atividades econ\u00f4micas\u201d. E se lamentava de que a \u201ciniciativa estatal em vez de objetivar o fim que realmente lhe compete, que \u00e9 de contribuir para a estrutura\u00e7\u00e3o de uma economia efetivamente nacional, se p\u00f5e a servi\u00e7o de empreendimentos imperialistas\u201d.<br \/>Caio Prado J\u00fanior foi questionado por dar pouco relevo ao papel da ind\u00fastria. Ocorre que a industrializa\u00e7\u00e3o n\u00e3o era, para ele, um fen\u00f4meno espont\u00e2neo no Brasil. Exigia o concurso do Estado e, portanto, de mudan\u00e7as revolucion\u00e1rias no \u00e2mbito pol\u00edtico. Mesmo a internaliza\u00e7\u00e3o de parte do Departamento I (de bens de capital) n\u00e3o conduzia \u00e0 independ\u00eancia econ\u00f4mica, pois era revers\u00edvel e dependia de tecnologia importada. As cr\u00edticas pareciam ajustar-se ao esp\u00edrito da \u00e9poca, quando o Brasil tinha atingido o pico de sua industrializa\u00e7\u00e3o e vivido a maior fase de crescimento econ\u00f4mico de sua hist\u00f3ria. Era f\u00e1cil imaginar que Prado J\u00fanior subestimava as mudan\u00e7as no desenvolvimento do capitalismo em escala mundial e o processo end\u00f3geno de acumula\u00e7\u00e3o de capital. Ou que n\u00e3o teria se dado conta de que, mesmo marginalizando uma parte da popula\u00e7\u00e3o, o capitalismo no Brasil desenvolveu-se, criando tanto um mercado interno nas faixas superiores de renda e uma demanda intersetorial capitalista.<br \/>Prado J\u00fanior n\u00e3o era estagnacionista. Ele n\u00e3o negava que o capital (mesmo industrial) se desenvolveu. Mas a desindustrializa\u00e7\u00e3o que se seguiu voltou a lhe dar raz\u00e3o. Embora haja diverg\u00eancias nas s\u00e9ries hist\u00f3ricas, devido ao novo sistema de contas nacionais, a participa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria brasileira de transforma\u00e7\u00e3o no PIB atingiu seu z\u00eanite em 1985 e, posteriormente, sofreu a desindustrializa\u00e7\u00e3o precoce.<br \/>Retomando suas teses de 1942, ele afirma que o a\u00e7\u00facar produzido na col\u00f4nia \u00e9 uma mercadoria e nada mais. Sua produ\u00e7\u00e3o visa um lucro monet\u00e1rio, enquanto outras atividades, como o corte de carne bovina, embora voltadas para o mercado interno, servem para apoiar a atividade principal exportadora. O senhor de engenho \u00e9 um empres\u00e1rio que opera um neg\u00f3cio e objetiva lucro.<br \/>Na Europa o com\u00e9rcio se insere numa economia agr\u00e1ria pr\u00e9 existente ainda n\u00e3o mercantilizada. Isso significa que h\u00e1 uma estrutura organizada que come\u00e7a a se transformar. Na Am\u00e9rica portuguesa \u00e9 um objetivo comercial pr\u00e9 existente que estrutura a produ\u00e7\u00e3o. Isso ter\u00e1 in\u00fameras consequ\u00eancias, particularmente geogr\u00e1ficas: na falta de organicidade interna da economia, da grande propriedade, das escassas vias de transporte internas, da densidade demogr\u00e1fica, da evolu\u00e7\u00e3o das cidades etc. Ali\u00e1s, nas anota\u00e7\u00f5es que Jacob Gorender fez \u00e0 margem de \u201cHist\u00f3ria Econ\u00f4mica do Brasil\u201d de Caio Prado J\u00fanior, ele escreveu algumas vezes \u201cgeografismo\u201d, \u201cdeterminismo geogr\u00e1fico\u201d, al\u00e9m de consider\u00e1-lo reformista&#8230;<br \/>N\u00e3o \u00e9 casual esse enfoque em 1968. O golpe de 1964 foi tamb\u00e9m a vit\u00f3ria do enfoque ortodoxo da economia que, segundo ele, equipara mercado interno e externo como meras subdivis\u00f5es semelhantes do mercado em geral. Embora analiticamente separados, na hist\u00f3ria concreta o mercado interno aparece como fun\u00e7\u00e3o do externo. A esfera externa \u00e9 o \u201csistema\u201d e a interna s\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas do Brasil. O consumo internacional foi a condi\u00e7\u00e3o para a pr\u00f3pria instala\u00e7\u00e3o, \u201cno territ\u00f3rio que constituiria o Brasil\u201d, das \u201ccoletividades humanas que evoluiriam para uma nacionalidade\u201d.<br \/>Objetivo:<br \/>O curso visa discutir a trajet\u00f3ria intelectual do historiador Caio Prado Junior e destacar tr\u00eas momentos: o da elabora\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3ria Econ\u00f4mica do Brasil (1945), Diretrizes para uma pol\u00edtica econ\u00f4mica brasileira (1954) e Hist\u00f3ria e desenvolvimento (1968).<\/p><p>Metodologia:<br \/>Leitura cr\u00edtica dos textos, an\u00e1lise de conceitos, aula expositiva, debate historiogr\u00e1fico. Pede-se que n\u00e3o sejam usadas telas (celular, computador etc).<br \/>Total de vagas: 40 <br \/>Leituras:<br \/>Bastos, Renato S. A burguesia perdida: empresariado industrial e desenvolvimento econ\u00f4mico (1960-1974). USP, Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado, 2011.<br \/>Carone, E. O Pensamento Industrial no Brasil. S\u00e3o Paulo: Difel, 1977.<br \/>Dias, Maria Odila. \u201cOs impasses do inorg\u00e2nico\u201d, in D\u2019Incao, M. Hist\u00f3ria e ideal. S\u00e3o Paulo: Editora da Unesp, 1989.<br \/>Prado Junior., Caio. Diretrizes para uma pol\u00edtica econ\u00f4mica brasileira. S\u00e3o Paulo: Urup\u00eas, 1954.<br \/>Prado Junior, C. Forma\u00e7\u00e3o do Brasil Contempor\u00e2neo. S\u00e3o Paulo: Livraria Martins, 1942.<br \/>Prado J\u00fanior, C. Hist\u00f3ria Econ\u00f4mica do Brasil. S\u00e3o Paulo: C\u00edrculo do Livro, 1986.<br \/>Prado J\u00fanior, Caio. Hist\u00f3ria e desenvolvimento. Coord. Luiz B. Peric\u00e1s. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2021.<br \/>Secco, L. Caio Prado Junior: O Sentido da Revolu\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Boitempo Editorial, 2008.<br \/>Ferreira, F. Sarti e Secco, L. Ciclos Econ\u00f4micos e Conflitos Sociais. S\u00e3o Paulo: Maria Ant\u00f4nia, 2026<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-33afed1 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"33afed1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"231\" height=\"145\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/05\/Lincoln-Secco.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-587\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Lincoln Secco<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/details>\n\t\t\t\t\t\t<details id=\"e-n-accordion-item-1535\" class=\"e-n-accordion-item\" >\n\t\t\t\t<summary class=\"e-n-accordion-item-title\" data-accordion-index=\"6\" tabindex=\"-1\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"e-n-accordion-item-1535\" >\n\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-header'><div class=\"e-n-accordion-item-title-text\"> O Imperialismo e sua relev\u00e2ncia te\u00f3rica para an\u00e1lise do capitalismo contempor\u00e2neo <\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-icon'>\n\t\t\t<span class='e-opened' ><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-minus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h384c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t\t<span class='e-closed'><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-plus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H272V64c0-17.67-14.33-32-32-32h-32c-17.67 0-32 14.33-32 32v144H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h144v144c0 17.67 14.33 32 32 32h32c17.67 0 32-14.33 32-32V304h144c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t<\/span>\n\n\t\t\t\t\t\t<\/summary>\n\t\t\t\t<div role=\"region\" aria-labelledby=\"e-n-accordion-item-1535\" class=\"elementor-element elementor-element-88f717b e-flex e-con-boxed e-con e-child\" data-id=\"88f717b\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8e82a4c elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"8e82a4c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Proponente\/facilitador: Vin\u00edcius Vieira Pereira<br \/>N\u00famero de vagas: 50 vagas<br \/>Institui\u00e7\u00e3o\/N\u00facleo: Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (UFES) \/ Departamento de Economia<br \/>Ementa: Resgate hist\u00f3rico e te\u00f3rico do imperialismo a partir das origens cl\u00e1ssicas em Hobson, Lenin e Rosa Luxemburgo; a relev\u00e2ncia da an\u00e1lise de Lenin, sua atualidade e as atualiza\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias, para a apreens\u00e3o hist\u00f3rica do imperialismo contempor\u00e2neo; os desenvolvimentos posteriores com Baran, Sweezy e Magdoff; as contribui\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas acerca do continente africano em Nkrumah, Cabral, Amin e Rodney; imperialismo, depend\u00eancia, troca desigual e superexplora\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina em Ruy Mauro Marini; o imperialismo no s\u00e9culo XXI e as contribui\u00e7\u00f5es de David Harvey e Virg\u00ednia Fontes; a crise sist\u00eamica do capital e a relev\u00e2ncia te\u00f3rica do imperialismo na atualidade: o debate envolvendo Smith, Suwandi, Utsa e Prabhat Patnaik e Harvey, nas p\u00e1ginas da Montly Review e ROAPE; <br \/>Objetivo: a partir de uma breve revis\u00e3o hist\u00f3rica e te\u00f3rica do imperialismo, analisar as novas configura\u00e7\u00f5es do capitalismo contempor\u00e2neo, em sua dimens\u00e3o econ\u00f4mica, pol\u00edtica, ecol\u00f3gica, racial e social (pobreza e desigualdade), questionando se o termo imperialismo ainda se constitui em uma categoria cient\u00edfica v\u00e1lida para a interpreta\u00e7\u00e3o da atual crise sist\u00eamica do capital.<br \/>Metodologia: exposi\u00e7\u00e3o te\u00f3rica e dial\u00f3gica, partindo-se de uma fundamenta\u00e7\u00e3o conceitual cl\u00e1ssica e seus desenvolvimentos posteriores, combinando com a an\u00e1lise de fen\u00f4menos geopol\u00edticos e econ\u00f4micos contempor\u00e2neos. O objetivo ser\u00e1 duplo, ou seja, o de promover a leitura cr\u00edtica e o debate coletivo sobre a atualidade da teoria do imperialismo, ao conectar as categorias te\u00f3rico-hist\u00f3ricas com o cen\u00e1rio global atual, de crise estrutural do capital, bem como o de provocar o interesse dos participantes e abrir possibilidades para futuras pesquisas acad\u00eamicas sobre o tema. <br \/>A exposi\u00e7\u00e3o do minicurso prev\u00ea a utiliza\u00e7\u00e3o de recursos multim\u00eddia (projetor e computador) para auxiliar na apresenta\u00e7\u00e3o de tabelas, gr\u00e1ficos, v\u00eddeos curtos e outras imagens que se fizerem necess\u00e1rias.<br \/>Numero de vagas: livre<br \/>Leitura sugerida: FERNANDES, L. E. Imperialismo tardio: notas sobre o seu debate recente. Revista Fim do Mundo, n. 6, p. 73-104, 2021. Dispon\u00edvel em: https:\/\/revistas.marilia.unesp.br\/index.php\/RFM\/article\/view\/12598.<br \/>Refer\u00eancias (utilizadas para a prepara\u00e7\u00e3o do minicurso):<br \/>AMIN, S. O Imperialismo, passado e presente. Tempo, Niter\u00f3i, vol. 9, n.\u00ba 18, Jan\/Jun, 2005. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www. scielo.br\/j\/tem\/a\/Fzm4BXPHmV6GGbBdFvwpPSh\/?format=pdf&amp;lang=PT<br \/>BARAN, P., SWEEZY, P. Capitalismo monopolista: ensaio sobre a ordem econ\u00f4mica e social americana. Rio de Janeiro: Zahar, 1974.<br \/>BOLANOS, A. C. L. (Coord.). Crisis mundial y avances de las derechas. Buenos Aires: Clacso, 2026. Dispon\u00edvel em: https:\/\/biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar\/bitstream\/CLACSO\/278326\/1\/Crisis-mundial-GT.pdf.<br \/>BORON, A. Hegemonia e imperialismo no sistema internacional. In: BORON, At\u00edlio (org.). Nova Hegemonia Mundial. S\u00e3o Paulo: CLACSO, 2005.<br \/>CABRAL, A. Liberta\u00e7\u00e3o nacional e cultura. MIA Biblioteca, Out\/2019, Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.marxists.org\/portugues\/cabral\/1970\/02\/20.htm<br \/>CORR\u00caA, H.; BARRETO, E. S\u00e1.; LEITE, L. A morte lhe cai bem: capitalismo em crises e imperialismo. Revista Fim do Mundo, n. 6, p. 147-180, 2021. <br \/>FERNANDES, F. Capitalismo Dependente e classes sociais na Am\u00e9rica Latina. Rio de Janeiro: Zahar, 1973<br \/>FERNANDES, L. E (Org.). Introdu\u00e7\u00e3o ao imperialismo tardio. S\u00e3o Paulo: LavraPalavra, 2022 <br \/>FONTES, V. O Brasil e o capital-imperialismo: teoria e hist\u00f3ria. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2010.<br \/>FOSTER, J. B. Late Imperialism. Monthly Review, New York, vol. 71, n.\u00ba 3, July\/August, 2019.<br \/>HARVEY, D. O novo imperialismo: ajustes espa\u00e7o-temporais e acumula\u00e7\u00e3o por desapossamento. Lutas sociais, n. 13\/14, p. 9-23, 2005.<br \/>HARVEY, D. O imperialismo ainda \u00e9 um conceito relevante? LavraPalavra, set.2021. 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Lei do valor e seu funcionamento no capitalismo contempor\u00e2neo. A nova reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva p\u00f3s-crise de 2008. Ind\u00fastria de servi\u00e7os, expans\u00e3o e alta rota\u00e7\u00e3o do capital. As transforma\u00e7\u00f5es no mundo do trabalho e da classe trabalhadora. Plataformiza\u00e7\u00e3o do trabalho, intelig\u00eancia artificial e as formas de organiza\u00e7\u00e3o, controle, vigil\u00e2ncia e intensifica\u00e7\u00e3o do trabalho.<\/p><p>e) Metodologia:<\/p><p>O minicurso ser\u00e1 desenvolvido por meio de exposi\u00e7\u00e3o oral e debates coletivos, articulando apresenta\u00e7\u00e3o conceitual e discuss\u00e3o cr\u00edtica considerando as experi\u00eancias e quest\u00f5es trazidas pelos\/as participantes. Considerando a aus\u00eancia de recursos audiovisuais, a din\u00e2mica privilegiar\u00e1 a sistematiza\u00e7\u00e3o oral dos principais conceitos e problemas somada \u00e0 an\u00e1lise de trechos selecionados de textos e o debate compartilhado. A proposta busca estimular uma participa\u00e7\u00e3o ativa dos\/as inscritos\/as, favorecendo a reflex\u00e3o coletiva sobre teoria do valor, plataformiza\u00e7\u00e3o do trabalho e intelig\u00eancia artificial no capitalismo contempor\u00e2neo, de modo que o tema possa contribuir para a \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o dos\/das inscritos\/as. Ser\u00e3o indicados previamente textos de apoio e refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas para auxiliar o acompanhamento das discuss\u00f5es ao longo do minicurso como cuja leitura ser\u00e1 opcional. <br \/>f) N\u00famero de vagas: 30<br \/>g) Se necessita de envio de materiais pr\u00e9vios para os\/as inscritos\/as por e-mail (a Comiss\u00e3o pode fazer esse envio previamente, desde que o material seja disponibilizado com anteced\u00eancia).<br \/>Sugest\u00e3o de bibliografia (acesso on-line)<br \/>BRAZ, M.; TUBARO, P.; CASILLI, A. Fabricar os dados: o trabalho por tr\u00e1s da intelig\u00eancia artificial. In. FESTI, Ricardo; NOWAK, J\u00f6rg. As novas infraestruturas produtivas. S\u00e3o Paulo, Boitempo, 2024. Dispon\u00edvel em https:\/\/hal.science\/hal-04705292v1\/file\/Fabricar%20os%20dados_Matheus%2C%20Paola%2C%20Antonio_Boitempo.pdf<br \/>MARX, K. O Capital: Cr\u00edtica da Economia Pol\u00edtica. Volume I. Livro Primeiro (O processo de produ\u00e7\u00e3o do capital). S\u00e3o Paulo: Editora Nova Cultural (I- A Mercadoria, p. 165-208). Dispon\u00edvel em https:\/\/flcmf.org.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/O-Capital-Livro-1-Tomo-1.pdf<br \/>SANTOS, Vin\u00edcius Oliveira. Pol\u00eamicas sobre a abrang\u00eancia do mais-valor na esfera da produ\u00e7\u00e3o imaterial. In.: SANTOS, Vin\u00edcius Oliveira. (Org.). A nova (e a antiga) realidade do mais-valor: di\u00e1logos sobre trabalho e capitalismo no s\u00e9culo XXI. Foz do Igua\u00e7u: Claec, 2022. https:\/\/doi.org\/10.23899\/9786589284277 <br \/>TONELO, Iuri. A nova reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva: Ind\u00fastria 4.0, subsun\u00e7\u00e3o real e gerenciamento algor\u00edtmico. Caderno CRH, n. 38, 2025. Dispon\u00edvel em https:\/\/www.scielo.br\/j\/ccrh\/a\/PC8p8VMkFGr64mJLFLWxCQD\/?lang=pt<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div role=\"region\" aria-labelledby=\"e-n-accordion-item-1536\" class=\"elementor-element elementor-element-cd703f9 e-grid e-con-full e-con e-child\" data-id=\"cd703f9\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3ac824b elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"3ac824b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"168\" height=\"299\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Iuri-Tonelo.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-625\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Iuri Tonelo <\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3d22f6f elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"3d22f6f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"223\" height=\"239\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Vinicius-Oliveira.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-624\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Vinicius Oliveira<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/details>\n\t\t\t\t\t\t<details id=\"e-n-accordion-item-1537\" class=\"e-n-accordion-item\" >\n\t\t\t\t<summary class=\"e-n-accordion-item-title\" data-accordion-index=\"8\" tabindex=\"-1\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"e-n-accordion-item-1537\" >\n\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-header'><div class=\"e-n-accordion-item-title-text\"> Tortura e Viol\u00eancia de Estado no Brasil <\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-icon'>\n\t\t\t<span class='e-opened' ><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-minus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h384c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t\t<span class='e-closed'><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-plus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H272V64c0-17.67-14.33-32-32-32h-32c-17.67 0-32 14.33-32 32v144H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h144v144c0 17.67 14.33 32 32 32h32c17.67 0 32-14.33 32-32V304h144c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t<\/span>\n\n\t\t\t\t\t\t<\/summary>\n\t\t\t\t<div role=\"region\" aria-labelledby=\"e-n-accordion-item-1537\" class=\"elementor-element elementor-element-bb62137 e-flex e-con-boxed e-con e-child\" data-id=\"bb62137\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e0f04a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"e0f04a3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Proponente\/Facilitador- F\u00e1bio do Nascimento Simas Lattes:http:\/\/lattes.cnpq.br\/1301151547174075 <br \/>Institui\u00e7\u00e3o\/N\u00facleo- N\u00facleo de Extens\u00e3o e Pesquisa em Direitos Humanos, Inf\u00e2ncia, Juventude e Servi\u00e7o Social (NUDISS) \u2013Escola de Servi\u00e7o Social- Universidade Federal Fluminense (UFF) <br \/>Ementa: O minicurso tem como objetivo apresentar elementos te\u00f3ricos, hist\u00f3ricos e pol\u00edtico institucionais para a compreens\u00e3o da tortura e da viol\u00eancia de Estado no Brasil contempor\u00e2neo. Parte-se da an\u00e1lise da viol\u00eancia como dimens\u00e3o constitutiva das rela\u00e7\u00f5es sociais no capitalismo, problematizando o papel do Estado na produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o de mecanismos coercitivos. Ser\u00e3o abordadas as particularidades da viol\u00eancia estatal em forma\u00e7\u00f5es sociais dependentes, com destaque para a realidade brasileira e para os processos hist\u00f3ricos marcados pelo colonialismo, escraviza\u00e7\u00e3o, racismo estrutural e aprofundamento das desigualdades sociais. O minicurso analisar\u00e1 a tortura como pr\u00e1tica hist\u00f3rica e persistente no pa\u00eds, examinando suas diferentes modalidades, seus agentes, suas finalidades e os desafios para sua preven\u00e7\u00e3o e erradica\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m ser\u00e3o discutidos o fen\u00f4meno do superencarceramento brasileiro, a expans\u00e3o dos dispositivos de controle penal, os impactos dos 50 anos da pol\u00edtica proibicionista de drogas, a seletividade penal e viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos. Por fim, ser\u00e3o apresentados os principais instrumentos normativos e mecanismos nacionais e internacionais de preven\u00e7\u00e3o e combate \u00e0 tortura, com destaque para a Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas contra a Tortura, o Protocolo Facultativo \u00e0 Conven\u00e7\u00e3o contra a Tortura (OPCAT), o Sistema Internacional de Direitos Humanos e o Sistema Nacional de Preven\u00e7\u00e3o e Combate \u00e0 Tortura brasileiro.<br \/>O minicurso busca contribuir para a forma\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de estudantes, pesquisadores(as), profissionais e militantes comprometidos(as) com a defesa dos direitos humanos e com a constru\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de enfrentamento \u00e0s viola\u00e7\u00f5es praticadas pelo Estado. <br \/>Metodologia O minicurso ser\u00e1 desenvolvido por meio de aula expositiva dialogadas, com apresenta\u00e7\u00e3o dos principais referenciais te\u00f3ricos, marcos normativos e dados sobre a viol\u00eancia de Estado e a tortura no Brasil. Ser\u00e3o utilizados recursos audiovisuais1 e exemplos extra\u00eddos de pesquisas, relat\u00f3rios e experi\u00eancias de monitoramento em espa\u00e7os de priva\u00e7\u00e3o de liberdade. A proposta prioriza a participa\u00e7\u00e3o das pessoas participantes, reservando momentos para debates, reflex\u00f5es coletivas e troca de experi\u00eancias, de modo a estimular uma an\u00e1lise cr\u00edtica sobre as m\u00faltiplas express\u00f5es da viol\u00eancia estatal e os desafios para a preven\u00e7\u00e3o e o enfrentamento da tortura na sociedade brasileira contempor\u00e2nea. <br \/>N\u00famero de Vagas- 40<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-716fcc3 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"716fcc3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"460\" height=\"535\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Fabio-do-Nascimento-Simas.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-626\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Fabio-do-Nascimento-Simas.png 460w, https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Fabio-do-Nascimento-Simas-258x300.png 258w\" sizes=\"(max-width: 460px) 100vw, 460px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">F\u00e1bio do Nascimento Simas<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/details>\n\t\t\t\t\t\t<details id=\"e-n-accordion-item-1538\" class=\"e-n-accordion-item\" >\n\t\t\t\t<summary class=\"e-n-accordion-item-title\" data-accordion-index=\"9\" tabindex=\"-1\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"e-n-accordion-item-1538\" >\n\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-header'><div class=\"e-n-accordion-item-title-text\"> Introdu\u00e7\u00e3o aos Cadernos Etnol\u00f3gicos de Karl Marx <\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t<span class='e-n-accordion-item-title-icon'>\n\t\t\t<span class='e-opened' ><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-minus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h384c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t\t<span class='e-closed'><svg aria-hidden=\"true\" class=\"e-font-icon-svg e-fas-plus\" viewBox=\"0 0 448 512\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M416 208H272V64c0-17.67-14.33-32-32-32h-32c-17.67 0-32 14.33-32 32v144H32c-17.67 0-32 14.33-32 32v32c0 17.67 14.33 32 32 32h144v144c0 17.67 14.33 32 32 32h32c17.67 0 32-14.33 32-32V304h144c17.67 0 32-14.33 32-32v-32c0-17.67-14.33-32-32-32z\"><\/path><\/svg><\/span>\n\t\t<\/span>\n\n\t\t\t\t\t\t<\/summary>\n\t\t\t\t<div role=\"region\" aria-labelledby=\"e-n-accordion-item-1538\" class=\"elementor-element elementor-element-bebeb2d e-flex e-con-boxed e-con e-child\" data-id=\"bebeb2d\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-abff563 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"abff563\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Proponente: Lucas P. \u00c1lvares Institui\u00e7\u00e3o: Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia (PPGA-UFPE) \u201cEtc. &#8211; Laborat\u00f3rio de Etnografia e Cr\u00edtica\u201d <br \/>Ementa: Em 1972 o antrop\u00f3logo estadunidense Lawrence Krader publicou a obra The Ethnological Notebooks of Karl Marx, ap\u00f3s mais de 20 anos de tradu\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00e3o e edi\u00e7\u00e3o de cadernos de Marx que estavam \u201cesquecidos\u201d no International Institute of Social History, em Amsterd\u00e3. Eles remontam ao per\u00edodo final da vida de Marx, de 1879 at\u00e9 sua morte, no in\u00edcio de 1883. Neles, Marx transcreve, organiza e tece coment\u00e1rios a alguma passagens das obras de cinco autores que, mesmo que n\u00e3o fossem \u201cetn\u00f3logos\u201d, produziram trabalhos que versam sobre os assuntos que interessavam a etnologia. S\u00e3o eles: O historiador russo Maksim Kovalevsky; o etn\u00f3logo americano Lewis Henry Morgan; o arque\u00f3logo ingl\u00eas John Lubbock; e os juristas brit\u00e2nicos John Budd Phear e Henry Summer Maine. Embora muito se especule, n\u00e3o \u00e9 de conhecimento p\u00fablico o modo pelo qual Marx pretendia expor os trabalhos que desenvolvia. Entretanto, sua morte em 1883 interrompeu os planos de, segundo Engels, \u201cexpor os resultados das investiga\u00e7\u00f5es de Morgan para esclarecer todo o seu alcance em rela\u00e7\u00e3o com as conclus\u00f5es de sua an\u00e1lise materialista da hist\u00f3ria\u201d. Ap\u00f3s a morte de Marx, Engels se sentiu na responsabilidade de produzir uma obra que tinha como fundamento os estudos hist\u00f3ricos que Marx vinha realizando. Para Engels, isso seria \u201ca execu\u00e7\u00e3o de um testamento\u201d. E assim, em 1884, foi publicado o livro A origem da fam\u00edlia, da propriedade privada e do Estado, de autoria de Friedrich Engels \u2013 obra essa que \u00e9 muito criticada tanto pela tradi\u00e7\u00e3o marxista quanto pelo pr\u00f3prio desenvolvimento da antropologia cr\u00edtica ao evolucionismo. A quest\u00e3o que fica, por\u00e9m, \u00e9: o que tem dos Cadernos Etnol\u00f3gicos de Marx nesta obra de Engels? A resposta para essa quest\u00e3o s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel atrav\u00e9s da compreens\u00e3o do sentido e do conte\u00fado dos Cadernos Etnol\u00f3gicos de Marx, objetivo que pretende ser cumprido com a exposi\u00e7\u00e3o desse minicurso que retoma o olhar da antropologia para um tempo que deixou, nas palavras de Marx, \u201cvest\u00edgios que falhamos em n\u00e3o ver\u201d. <br \/>Metodologia: Expositiva <br \/>N\u00famero de Vagas: 50 &#8211; N\u00e3o ser\u00e1 necess\u00e1rio o envio de materiais pr\u00e9vios <\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-94b5f65 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"94b5f65\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"569\" height=\"542\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Lucas-P.-Alvares.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-627\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Lucas-P.-Alvares.png 569w, https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Lucas-P.-Alvares-300x286.png 300w, https:\/\/blog.ufes.br\/enps\/files\/2026\/07\/Lucas-P.-Alvares-315x300.png 315w\" sizes=\"(max-width: 569px) 100vw, 569px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Lucas P. \u00c1lvares<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/details>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Minicursos Lista de Minicursos Abaixo Fundo P\u00fablico, Financiamento das Pol\u00edticas Sociais e Lutas Sociais Proponente\/facilitador: Prof. Dr. Evilasio Salvador (UnB) e Profa. 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