{"id":616,"date":"2023-07-07T16:23:12","date_gmt":"2023-07-07T19:23:12","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufes.br\/nau-ufes\/?p=616"},"modified":"2024-04-04T10:30:41","modified_gmt":"2024-04-04T13:30:41","slug":"projetos-de-pesquisa-lutero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/nau-ufes\/2023\/07\/07\/projetos-de-pesquisa-lutero\/","title":{"rendered":"Projetos de Pesquisa &#8211; Lutero"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:30px\"><strong>Projeto de Pesquisa &#8211; 2019<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Espa\u00e7os religiosos, pr\u00e1ticas e o seu imagin\u00e1rio em Vit\u00f3ria, Serra e Vila Velha<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ano: <\/strong>2019 &#8211; Atual<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Esse projeto ir\u00e1 mapear espa\u00e7os (formais, informais e ef\u00eameros) e pr\u00e1ticas religiosas em Vit\u00f3ria, Serra e Vila Velha como elementos do imagin\u00e1rio especial religioso. Metodologicamente, o projeto est\u00e1 baseado na an\u00e1lise cl\u00e1ssica de Kevin Lynch sobre o espa\u00e7o urbano, mas, com a ressalva de que seu m\u00e9todo \u00e9 revisado criticamente no contexto brasileiro. A abordagem nesta pesquisa seguir\u00e1 as an\u00e1lises de Rully Damayanti e Florian Kossak (2016) das contextualiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-ocidentais da teoria de Lynch.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Situa\u00e7\u00e3o: <\/strong>Em andamento<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Natureza: <\/strong>Pesquisa<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Integrantes: <\/strong>Lutero Pr\u00f6scholdt Almeida (Coordenador) Clara Luiza Miranda, krzysztof nawratek.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<p style=\"font-size:30px\"><strong>Projeto de Pesquisa &#8211; 2018<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Habita\u00e7\u00e3o Social na Am\u00e9rica Latina<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ano: <\/strong>2018- Atual<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Pretende reunir a produ\u00e7\u00e3o de habita\u00e7\u00e3o social latino-americana desde a arquitetura \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas realizada a partir dos anos 2000. Para efetivar tal objetivo visa constituir um banco de dados, crit\u00e9rios de organiza\u00e7\u00e3o e de an\u00e1lise desse material, disponibilizando-os mediante dispositivos acess\u00edveis como a internet. Al\u00e9m disso, pretende constituir tanto uma rede de pesquisa com institui\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais como se integrar \u00e0s redes e plataformas preexistentes. O projeto ser\u00e1 conduzido por Clara Luiza Miranda e Lutero Pr\u00f6scholdt Almeida.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Situa\u00e7\u00e3o: <\/strong>Em andamento<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Natureza: <\/strong>Pesquisa<strong>Integrantes:<\/strong> Lutero Pr\u00f6scholdt Almeida (Coordenador), Clara Luiza Miranda, M\u00e1rio Victor Marques Margotto, Marina Coelho de Souza.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<p style=\"font-size:30px\"><strong>Projeto de Pesquisa &#8211; 2017<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Arquitetura e Micropol\u00edtica no Espa\u00e7o da Cidade<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ano: <\/strong>2017 &#8211; Atual<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> A pesquisa pretende articular o tema ?arquitetura e micropol\u00edtica? como um espa\u00e7o de pluralidade e poderes na cidade contempor\u00e2nea e capitalista, e dentro deste contexto de desterritorializa\u00e7\u00f5es e rela\u00e7\u00f5es de poderes da cidade, a quest\u00e3o central ronda acerca da quest\u00e3o: quem faz a cidade? O conceito de micropol\u00edtica vem justamente tensionar esse espa\u00e7o, que n\u00e3o \u00e9 mais um territ\u00f3rio n\u00edtido, mas sim nebuloso. O conceito de micropol\u00edtica aqui surge da compreens\u00e3o de outro conceito, o conceito de dobra do fil\u00f3sofo Gilles Deleuze (DELEUZE, 2007), que seria a dupla ideia de partilha: primeiro, a partilha como uma divis\u00e3o de partes constituindo uma multiplicidade da mat\u00e9ria; segundo, como uma partilha subjetiva ao passo que a multiplicidade \u00e9 individualizada e partilhada atrav\u00e9s de for\u00e7as de outra natureza, neste caso, for\u00e7as pol\u00edticas. Ressalta-se que este conceito n\u00e3o possui atribui\u00e7\u00e3o direta com o espa\u00e7o do sens\u00edvel do autor Jacques Ranci\u00e8re (RANCI\u00c8RE, 2005). Se Ranci\u00e8re concebe as artes como grandes instrumentos de partilha, na arquitetura e urbanismo essa rec\u00edproca n\u00e3o \u00e9 semelhante, pois o espa\u00e7o n\u00e3o se vincula unicamente com um plano est\u00e9tico, pois, segundo o conceito de arquitetura constru\u00eddo aqui ele \u00e9 tamb\u00e9m espa\u00e7o de conflito em que, sobretudo, se age. Afirma-se um campo da arquitetura \u00fanico e multidisciplinar, em que a arquitetura e o urbanismo se constituem de processos imbricados aos nossos desejos, e justamente por isso \u00e9 um campo de batalha pol\u00edtico. Este processo se inicia nas mais primitivas formas de arquitetura quando o homem se prop\u00f5e a intervir no espa\u00e7o circundante a fim de facilitar sua vida cotidiana atrav\u00e9s de t\u00e1ticas de sobreviv\u00eancia. Neste momento, se inicia um processo em que cada vez mais o v\u00ednculo entre os modos de se fazer e o espa\u00e7o circundante se descolam do controle dos habitantes da cidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Situa\u00e7\u00e3o: <\/strong>Em andamento<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Natureza: <\/strong>Pesquisa<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Integrantes:<\/strong> Lutero Pr\u00f6scholdt Almeida (Coordenador), Clara Luiza Miranda<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:30px\"><strong>Projeto de Pesquisa &#8211; 2013<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Espa\u00e7os de partilha: das m\u00faltiplas partes \u00e0 partilha<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ano: <\/strong>2013 &#8211; 2016<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong>&nbsp; A pesquisa pretende articular a constru\u00e7\u00e3o do conceito de ?espa\u00e7os de partilha? como um espa\u00e7o de pluralidade e poderes na cidade moderna e capitalista. A rela\u00e7\u00e3o da cidade expressada por sua arquitetura e urbanismo hoje n\u00e3o se constitui em uma rela\u00e7\u00e3o direta como no come\u00e7o da configura\u00e7\u00e3o das cidades, quando a urbe era constru\u00edda segundo as necessidades urgentes do local, em detrimento do abastecimento, do sanitarismo, das rela\u00e7\u00f5es comerciais, das rela\u00e7\u00f5es de transporte de cargas e passageiros. Hoje essa rela\u00e7\u00e3o se amplificou e se utiliza de mecanismos mais complexos em que a arquitetura se torna instrumento para a capta\u00e7\u00e3o de recursos globais se transformando em objeto de desejo. Portanto, a arquitetura se tornou um objeto a ser consumido, uma grife, deixando o contexto do cotidiano da cidade para virar um objeto imag\u00e9tico. O conceito de partilha vem justamente tensionar esse espa\u00e7o, que n\u00e3o \u00e9 mais regrado pelos desejos de um coletivo..<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Situa\u00e7\u00e3o: <\/strong>Conclu\u00eddo<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Natureza: <\/strong>Pesquisa<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Integrantes:<\/strong> Lutero Pr\u00f6scholdt Almeida (Coordenador) Clara Luiza Miranda<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Financiador(es): <\/strong>Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado da Bahia &#8211; Bolsa.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:30px\"><strong>Projeto de Pesquisa &#8211; 2010<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>T\u00edtulo:<\/strong> TR.OPUS Grupo de Pesquisa em Cidades e Territ\u00f3rios<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Ano: <\/strong>2010-2011<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo: <\/strong><strong>&nbsp;<\/strong>O grupo de pesquisa TR.OPUS produz conhecimentos sobre cidades e territ\u00f3rios. Os projetos de investiga\u00e7\u00e3o do grupo tem como caracter\u00edstica principal a interdisciplinaridade. O TR.OPUS tem como meta a maior articula\u00e7\u00e3o poss\u00edvel entre ensino, pesquisa e extens\u00e3o. O grupo originou-se nos cursos de Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades e em Artes, da Universidade Federal da Bahia- UFBa. O grupo pode congregar tamb\u00e9m pesquisadores permanentes ou colaboradores de outras unidades de ensino da UFBA e de outras institui\u00e7\u00f5es de ensino superior que tenham investiga\u00e7\u00f5es sobre cidades e territ\u00f3rios, com m\u00faltiplas perspectivas te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas..&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Situa\u00e7\u00e3o: <\/strong>Conclu\u00eddo<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Natureza: <\/strong>Pesquisa<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Integrantes:<\/strong> &nbsp;Lutero Pr\u00f6scholdt Almeida (Coordenador),&nbsp; Joaquim Antonio Rodrigues Viana Neto (Integrante).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:30px\"><strong>Projeto de Pesquisa &#8211; 2009<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> DOBRAS DE DELEUZE, DESDOBRAMENTOS DE LINA BO BARDI as dobras deleuzianas nos desdobramentos \u00e9tico-est\u00e9ticos de lina bo bardiI<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ano: 2009-2011<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Com o consentimento de um espa\u00e7o urbano ca\u00f3tico, este trabalho evoca o conceito de dobra de Gilles Deleuze como ferramenta de apreens\u00e3o da cidade contempor\u00e2nea, remetendo primeiramente a um papel social do arquiteto, e segundo, a uma quest\u00e3o de limites, pois assim como a dobra, tais espa\u00e7os que foram minuciosamente projetados pelos t\u00e9cnicos, arquitetos e urbanistas, nunca apreciar\u00e3o o ambiente como um todo. Texturas, sons, cheiros, podem ser manipulados e considerados, mas o espa\u00e7o em a\u00e7\u00e3o nunca cristalizar\u00e1 estes adere\u00e7os, que sempre estar\u00e3o em muta\u00e7\u00e3o. E como exemplar de uma postura sens\u00edvel \u00e0s dobras da arquitetura e urbanismo, ser\u00e1 usado como estudo de caso o trabalho da arquiteta Lina Bo Bardi. Lina parece ter plena no\u00e7\u00e3o desses limites, pois sua produ\u00e7\u00e3o, dobra, delimita, mas seus espa\u00e7os s\u00e3o permiss\u00edveis, eles conduzem uma pot\u00eancia que j\u00e1 existe ali, o lugar vem primeiro que o projeto, e n\u00e3o o contr\u00e1rio. E ao mesmo tempo ela \u00e9 sens\u00edvel a um espa\u00e7o de limites imprecisos, que v\u00e3o das texturas da mat\u00e9ria \u00e0 dissolu\u00e7\u00e3o do complexo arquitet\u00f4nico na escala urbana. Sua concep\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o extrapola de v\u00e1rias maneiras os limites da arquitetura e urbanismo. Portanto, a grande quest\u00e3o que podemos nos ater hoje, como arquitetos, \u00e9 como nos desdobrar? Ou seja, como nos desatar das dobras e redobras que somos submetidos cotidianamente..<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Situa\u00e7\u00e3o: <\/strong>Conclu\u00eddo<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Natureza: <\/strong>Pesquisa<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Integrantes:<\/strong>&nbsp; Lutero Pr\u00f6scholdt Almeida (Coordenador)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Financiador(es): <\/strong><strong>Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior &#8211; Bolsa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Cooperativa de orienta\u00e7\u00e3o e articula\u00e7\u00e3o &#8211; Laborat\u00f3rio Urbano<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ano: <\/strong>2009-2010<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> O grupo de estudos Cooperativa de Orienta\u00e7\u00e3o e Articula\u00e7\u00e3o existe desde 2004 como f\u00f3rum de discuss\u00e3o e orienta\u00e7\u00e3o de trabalhos no PPG-AU\/FAUFBA coordenado por Paola Berenstein Jacques (hoje co-coordenado professor Washington Luis Lima Drummond), com a colabora\u00e7\u00e3o de Pasqualino Romano Magnavita. O sub-grupo realiza diferentes atividades (a\u00e7\u00f5es externas) e est\u00e1 em fase de reorganiza\u00e7\u00e3o e recentemente realizou seu 1\u00ba semin\u00e1rio interno com a participa\u00e7\u00e3o de convidados e parceiros intelectuais de outras institui\u00e7\u00f5es..<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Situa\u00e7\u00e3o: <\/strong>Conclu\u00eddo<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Natureza: <\/strong>Pesquisa<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Integrantes:<\/strong> Lutero Pr\u00f6scholdt Almeida (Integrante),&nbsp; Paola Berenstein Jacques (Coordenador)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto de Pesquisa &#8211; 2019 T\u00edtulo: Espa\u00e7os religiosos, pr\u00e1ticas e o seu imagin\u00e1rio em Vit\u00f3ria, Serra e Vila Velha Ano: 2019 &#8211; Atual Resumo: Esse projeto ir\u00e1 mapear espa\u00e7os (formais, informais e ef\u00eameros) e pr\u00e1ticas religiosas em Vit\u00f3ria, Serra e Vila Velha como elementos do imagin\u00e1rio especial religioso. 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