{"id":2631,"date":"2018-10-24T10:58:53","date_gmt":"2018-10-24T13:58:53","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/patri_lab\/?page_id=2631"},"modified":"2018-10-25T15:37:18","modified_gmt":"2018-10-25T18:37:18","slug":"pos-graduacao-identidade-territorial-do-descendente-tiroles-em-santa-leopoldina-es","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/patri_lab\/linhas-de-pesquisa\/pesquisas-encerradas\/patrimonio-territorio-e-planejamento-espacial\/pos-graduacao-identidade-territorial-do-descendente-tiroles-em-santa-leopoldina-es\/","title":{"rendered":"[P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o]&#8221; Identidade Territorial do descendente tirol\u00eas em Santa Leopoldina\/ES&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><strong>Autora:<\/strong>\u00a0Mariana Pereira de Amorim<\/p>\n<p><strong><span class=\"token-ufes continua\">Tipo:<\/span><\/strong>\u00a0Disserta\u00e7\u00e3o de mestrado acad\u00eamico<br \/>\n<strong><span class=\"token-ufes continua\">Data de publica\u00e7\u00e3o:<\/span><\/strong>\u00a027\/03\/2018<\/p>\n<p><strong><span class=\"token-ufes continua\">Orientadora:\u00a0<\/span><\/strong><span class=\"token-ufes continua\">Renata Hermanny de Almeida<\/span><\/p>\n<p><strong>Resumo:\u00a0<\/strong>O trabalho estuda a identidade territorial de descendentes de imigrantes tiroleses, fixados em territ\u00f3rio de car\u00e1ter rural. O objeto-concreto \u00e9 a comunidade do Tirol, localizada no interior do munic\u00edpio de Santa Leopoldina, regi\u00e3o centro serrana, do estado do Esp\u00edrito Santo. A pesquisa se desenvolve na revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica para a compreens\u00e3o conceitual do termo identidade territorial. Os estudos voltados para o territ\u00f3rio e a identidade s\u00e3o considerados, por Saquet (2013), como multidisciplinares, envolvendo diversas \u00e1reas da ci\u00eancia humana, como geografia, filosofia, arquitetura e psicologia. Para Dematteis e Governa (apud SAQUET, 2010), o estudo acerca da identidade territorial deve considerar a coer\u00eancia interna (limites e diferen\u00e7as espec\u00edficas), o processo hist\u00f3rico (tradi\u00e7\u00f5es, mem\u00f3ria e atitudes) e as metas futuras (fins e objetivos). O recorte territorial compreende os limites da comunidade, delimitados em &#8220;Mapeamento de Comunidades Urbanas e Rurais do Esp\u00edrito Santo&#8221; (IJSN\/IBGE, 1993). A comunidade \u00e9 fundada no ano de 1859, por imigrantes tiroleses, a partir da implanta\u00e7\u00e3o ocorrida em terras ainda inexploradas e de dif\u00edcil acesso. Deste modo, o povoamento torna-se isolado por mais de um s\u00e9culo. Tal panorama altera-se com o in\u00edcio de melhorias nas estradas, nos meios de comunica\u00e7\u00e3o e no interc\u00e2mbio cultural e financeiro entre a comunidade e o governo austr\u00edaco, a partir da d\u00e9cada de 1980. Assim sendo, \u00e9 poss\u00edvel conjecturar como hip\u00f3tese para o trabalho: a rela\u00e7\u00e3o do homem com o territ\u00f3rio \u00e9 singular nesta localidade, devido ao contexto hist\u00f3rico do local at\u00e9 meados da d\u00e9cada de 1980 quando, ap\u00f3s a entrada do capital estrangeiro e a melhoria da infraestrutura, ocorre a ruptura da rela\u00e7\u00e3o homem e territ\u00f3rio. A metodologia utilizada \u00e9 a abordagem hist\u00f3rica, conceitual, qualitativa e emp\u00edrica, desenvolvida por meio de: revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, para a amplia\u00e7\u00e3o do conceito da identidade territorial, com os trabalhos de Alberto Magnaghi; Milton Santos e Marcos Aur\u00e9lio Saquet; levantamento de campo com recurso de registro oral, a partir de entrevistas associadas \u00e0 question\u00e1rio e produ\u00e7\u00e3o de mapas, utilizando a abordagem territorialista italiana para demonstrar o uso do territ\u00f3rio com o aux\u00edlio das ferramentas de geoprocessamento, o software QGis. Pretende-se, portanto, registrar a Identidade Territorial dos descendentes, buscando compreender as mudan\u00e7as da rela\u00e7\u00e3o, homem e territ\u00f3rio. Utiliza-se da metodologia da Hist\u00f3ria Oral para aproxima\u00e7\u00e3o ao conte\u00fado emp\u00edrico e a abordagem territorialista para representar a identidade territorial. Conclui-se que a identidade territorial do Tirol \u00e9 singular, a coer\u00eancia interna \u00e9 determinada pelas barreiras territoriais como declividade e cursos d\u0092\u00e1gua, os elementos materiais e imateriais identificados s\u00e3o as edifica\u00e7\u00f5es religiosas, os edif\u00edcios de servi\u00e7o p\u00fablico, as vias principais, as edifica\u00e7\u00f5es residenciais, as planta\u00e7\u00f5es, a l\u00edngua, a religi\u00e3o e por fim, os pr\u00f3prios depoentes.Palavras-chave: Imigra\u00e7\u00e3o Tirolesa. Identidade Territorial. Hist\u00f3ria Oral. Abordagem Territorialista Italiana.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.arquitetura.ufes.br\/pt-br\/pos-graduacao\/PPGAU\/detalhes-da-tese?id=12143\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesso ao documento<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autora:\u00a0Mariana Pereira de Amorim Tipo:\u00a0Disserta\u00e7\u00e3o de mestrado acad\u00eamico Data de publica\u00e7\u00e3o:\u00a027\/03\/2018 Orientadora:\u00a0Renata Hermanny de Almeida Resumo:\u00a0O trabalho estuda a identidade territorial de descendentes de imigrantes tiroleses, fixados em territ\u00f3rio de car\u00e1ter rural. 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