{"id":1197,"date":"2020-09-14T12:17:09","date_gmt":"2020-09-14T15:17:09","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=1197"},"modified":"2022-08-03T10:37:49","modified_gmt":"2022-08-03T13:37:49","slug":"estudo-aponta-impacto-das-mudancas-climaticas-em-uma-das-lagoas-mais-profundas-do-es","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2020\/09\/14\/estudo-aponta-impacto-das-mudancas-climaticas-em-uma-das-lagoas-mais-profundas-do-es\/","title":{"rendered":"Estudo aponta impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em uma das lagoas mais profundas do ES"},"content":{"rendered":"\n<p><em>\u2013 Por Mikaella Mozer&nbsp;<\/em>\u2013<\/p>\n\n\n\n<p>O Esp\u00edrito Santo possui a lagoa mais profunda do Brasil. A constata\u00e7\u00e3o foi feita durante o projeto <em>Avalia\u00e7\u00e3o da capacidade de suporte para a piscicultura em tanques-rede nos lagos de Linhares<\/em>, em dezembro de 2010. O estudo foi realizado por meio do Acordo de Coopera\u00e7\u00e3o entre a Ufes, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Seama), o Instituto Estadual do Meio Ambiente&nbsp; (Iema), a Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), a Associa\u00e7\u00e3o dos Aquicultores de Linhares (AquaLin) e a Universidade de Vila Velha. <\/p>\n\n\n\n<p>Em conseq\u00fc\u00eancia dessa pesquisa, ocorreram novas investiga\u00e7\u00f5es nas lagoas no Baixo Rio Doce (BRD). Nessa regi\u00e3o, que compreende as cidades de Colatina, Linhares, Maril\u00e2ndia, entre outras, o Laborat\u00f3rio de Limnologia e Planejamento Ambiental (LimnoLab) do Departamento de Oceanografia e Ecologia da Ufes, desenvolveu pesquisas limnol\u00f3gicas. Esses estudos investigam os ecossistemas aqu\u00e1ticos continentais, sobretudo os lagos, e avaliam a correla\u00e7\u00e3o e a depend\u00eancia entre os organismos aqu\u00e1ticos e o seu ambiente, abrangendo aspectos f\u00edsicos, qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na an\u00e1lise da Coopera\u00e7\u00e3o, verificou-se que as lagoas s\u00e3o consideradas profundas para o padr\u00e3o nacional, que varia de 1,5 a 5 metros, em m\u00e9dia. Dentre as avaliadas pelo laborat\u00f3rio, Palmas, Nova, Palminhas e Terra Alta s\u00e3o as que possuem as maiores profundidades m\u00e1xima e m\u00e9dia. Elas t\u00eam, respectivamente, 50,7 e 21,4 metros, 33,9 e 17,2 metros, 31,6 e 12,5 metros e 22,1 e 9,9 metros.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o levantamento hidrogr\u00e1fico das lagoas, os pesquisadores usam o ecobat\u00edmetro, um equipamento que determina a profundidade em diferentes locais da lagoa em fun\u00e7\u00e3o do tempo que os sinais de ultrassom levam para retornar \u00e0 superf\u00edcie ap\u00f3s reflex\u00e3o pelo fundo da lagoa. O equipamento \u00e9 formado por um transdutor, que envia os sinais, e pelo GPS, que mapeia as posi\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas. Na lagoa Nova, foram medidos cerca de 49 mil pontos de profundidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"644\" height=\"900\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/09\/mapa-batim\u00e9trico-do-Lago-Palmas-feito-pela-Ufes.jpg\" alt=\"No estudo foram recolhidos dados batim\u00e9tricos para determinar a profundidade das lagoas.\" class=\"wp-image-1201\" \/><figcaption>O mapa batim\u00e9trico utilizou da t\u00e9cnica do degrad\u00ea para representar os dados. Os tons de verde apontam locais menos profundos, j\u00e1 os azuis indicam maior profundidade. Imagem: Laborat\u00f3rio de Limnologia e Planejamento Ambiental.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Impactos do clima<\/h3>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s esse primeiro estudo, foi montada uma esta\u00e7\u00e3o meteorol\u00f3gica sobre uma plataforma flutuante no lago Terra Alta, a fim de monitorar e investigar poss\u00edveis liga\u00e7\u00f5es entre o clima e os lagos, dentro do projeto de p\u00f3s-doutorado do bi\u00f3logo F\u00e1bio Garcia, intitulado <em>Estabelecimento de condi\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia para a avalia\u00e7\u00e3o da qualidade ambiental de lagos costeiros da bacia do Baixo Rio Doce, ES, com vista \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o e estabelecimento de m\u00faltiplos usos<\/em>. <\/p>\n\n\n\n<p>A esta\u00e7\u00e3o meteorol\u00f3gica registrou a cada 15 minutos, entre 2014 e 2018, dados de radia\u00e7\u00e3o solar, temperatura do ar, press\u00e3o atmosf\u00e9rica, umidade relativa do ar e dire\u00e7\u00e3o e velocidade do vento. Foram instalados oito sensores de temperatura para registro hor\u00e1rio da temperatura da \u00e1gua entre a superf\u00edcie e o fundo do lago.<\/p>\n\n\n\n<p>As informa\u00e7\u00f5es obtidas proporcionaram aos pesquisadores um estudo ampliado sobre a influ\u00eancia clim\u00e1tica nesse ambiente. A an\u00e1lise dos dados dos elementos indicou uma significativa estratifica\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica, sobretudo durante o ver\u00e3o. A coluna d\u2019\u00e1gua foi dividida em tr\u00eas camadas, sendo a camada do fundo com \u00e1guas mais frias e com maior densidade; a camada superficial com \u00e1guas mais quentes e menos densas; e a camada intermedi\u00e1ria com os gradientes de temperatura e densidade. Na parte inferior, detectou-se uma situa\u00e7\u00e3o de anoxia, ou seja, aus\u00eancia de oxig\u00eanio dissolvido na \u00e1gua.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, a leitura das informa\u00e7\u00f5es possibilitou aos pesquisadores acompanhar a mistura das tr\u00eas camadas, ocorrida devido ao resfriamento da superf\u00edcie durante a primeira frente fria com maior intensidade, no in\u00edcio de maio de 2015. A \u00e1gua sem oxig\u00eanio chegou at\u00e9 a superf\u00edcie, causando a mortandade de 90% dos peixes cultivados em tanques rede.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados tamb\u00e9m alertaram sobre a tend\u00eancia de aumento constante da temperatura das lagoas. De acordo com o coordenador do LimnoLab e professor do Departamento de Oceanografia e Ecologia da Ufes, Gilberto Barroso, isso acontece porque a temperatura da Terra est\u00e1 mais elevada, devido ao aquecimento global, levando \u00e0s secas mais recorrentes, \u00e0 maior evapora\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e, consequentemente, ao aquecimento mais intenso dos raios solares no fundo das lagoas, cuja quantidade de \u00e1gua foi reduzida no per\u00edodo de seca.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa eleva\u00e7\u00e3o da temperatura tamb\u00e9m altera outros componentes do ecossistema das lagoas. Como exemplo, multiplicam-se as cianobact\u00e9rias, microalgas com potencial de produ\u00e7\u00e3o que liberam cianotoxinas na \u00e1gua e que s\u00e3o prejudiciais ao pl\u00e2ncton, base da cadeia alimentar. As cianotoxinas podem trazer riscos de sa\u00fade p\u00fablica no caso de consumo ou recrea\u00e7\u00e3o por contato prim\u00e1rio na \u00e1gua. Barroso afirma que, apesar de o LimnoLab n\u00e3o ter uma pesquisa direcionada ao estudo dessas subst\u00e2ncias, sabe-se que a neurotoxina, que afeta o c\u00e9rebro, e hepatotoxina, que prejudica o f\u00edgado, s\u00e3o as mais danosas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para Barroso, a pesquisa do LimnoLab alerta sobre os efeitos do aquecimento global. \u201cLagoas podem ser consideradas \u2018sentinelas\u2019 das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, sendo que a an\u00e1lise dos dados do monitoramento cont\u00ednuo possibilita a compreens\u00e3o da din\u00e2mica f\u00edsica, qu\u00edmica e hidrobiol\u00f3gica lacustre. Os efeitos da variabilidade interanual do clima podem ser avaliados a partir deste tipo de estudo\u201d, conclui.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Piscicultura<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Os dados levantados tamb\u00e9m foram utilizados para fornecer conhecimento aos criadores de peixes. \u201cH\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o do potencial de polui\u00e7\u00e3o nas lagoas, mas tamb\u00e9m \u00e9 uma atividade econ\u00f4mica importante. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 dar embasamento para fazer o ordenamento da atividade\u201d, pontua o professor Barroso. Por meio de uma parceria o Iema, a Seag e a AquaLin, o Limnolab avaliou a capacidade de suporte dos lagos para a piscicultura em tanques de rede.<\/p>\n\n\n\n<p>As informa\u00e7\u00f5es obtidas no monitoramento das quatro lagoas do BRD foram organizadas no relat\u00f3rio <em>Capacidade de suporte das lagoas para cultivo de til\u00e1pia em tanque-rede<\/em>, segundo o qual as quatro lagoas estavam, em maior ou menor severidade, acima da capacidade do suporte para a piscicultura de til\u00e1pias. O processo de avalia\u00e7\u00e3o considerou o tempo de renova\u00e7\u00e3o das massas de \u00e1gua e a quantidade de f\u00f3sforo oriundo da ra\u00e7\u00e3o e das fezes dos peixes.&nbsp; O f\u00f3sforo \u00e9 um elemento qu\u00edmico que, em altas quantidades, pode levar \u00e0 eutrofiza\u00e7\u00e3o, ou seja, crescimento excessivo de microalgas e plantas aqu\u00e1ticas, motivado pelo excesso de nutrientes no ecossistema aqu\u00e1tico, o que pode causar diversos problemas e levar \u00e0 mortandade dos peixes. O Relat\u00f3rio foi encaminhado para o Iema e o Minist\u00e9rio P\u00fablico de Linhares em 2019.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Veja tamb\u00e9m<a href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2019\/08\/12\/laboratorio-da-ufes-e-destaque-nas-pesquisas-em-aquicultura\/\">: Laborat\u00f3rio da Ufes \u00e9 destaque nas pesquisas em aquicultura<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Polui\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores do Laborat\u00f3rio de Limnologia e Planejamento Ambiental ainda analisaram sedimentos recolhidos das lagoas e encontraram uma quantidade de polui\u00e7\u00e3o significativa. Al\u00e9m disso, constataram o aumento dos processos de assoreamento, de contamina\u00e7\u00e3o, de eutrofiza\u00e7\u00e3o e de altera\u00e7\u00e3o da biodiversidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Houve tamb\u00e9m um estudo dos par\u00e2metros f\u00edsico-qu\u00edmicos e hidrol\u00f3gicos dos rios que des\u00e1guam nas lagoas do BRD. Entre os rios analisados, alguns est\u00e3o contaminados, o que pode levar as lagoas ainda limpas a ficarem polu\u00eddas. Todas as informa\u00e7\u00f5es identificadas foram enviadas em um relat\u00f3rio \u00e0 Prefeitura de Linhares em 2019 e servir\u00e3o de base para um planejamento ambiental.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No lago Terra Alta, foram coletadas duas amostras de 90 cent\u00edmetros de sedimentos em tubos pl\u00e1sticos com 120 cent\u00edmetros de comprimento e 8 cent\u00edmetros de di\u00e2metro. Nesse estudo de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica feito em parceria com o professor Fabian S\u00e1, do Laborat\u00f3rio de Geoqu\u00edmica Ambiental da Ufes, e os estudantes Roberta Barros e Carlos Covre, os pesquisadores analisaram metais-tra\u00e7o e contaminantes org\u00e2nicos. \u201cJ\u00e1 sabemos da exist\u00eancia de componentes qu\u00edmicos que podem ser prejudiciais, mas ainda n\u00e3o sabemos o n\u00edvel de contamina\u00e7\u00e3o na \u00e1gua e no pescado\u201d, afirma Barroso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m avalia se a contamina\u00e7\u00e3o por metais piorou nos \u00faltimos tempos, embora n\u00e3o tenha ocorrido intrus\u00e3o de rejeitos de min\u00e9rio no lago Terra Alta oriundos do desastre da barragem de Fund\u00e3o em Mariana (MG). As amostras ainda est\u00e3o em fase de an\u00e1lise.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/issuu.com\/ufes\/docs\/revistauniversidade_7_20-3_20-_20we\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Veja mais sobre as press\u00f5es ambientais nas lagoas do Esp\u00edrito Santo na Revista Universidade n\u00ba 7<\/strong><\/a> (a partir da p\u00e1gina 6)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Saiba mais sobre os estudos da Ufes relativos ao rompimento da Barragem de Fund\u00e3o, em Mariana, <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/issuu.com\/ufes\/docs\/revistauniversidade_6\" target=\"_blank\">aqui<\/a> e <a href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/12\/13\/mariana-pesquisas-abordam-perspectiva-juridica-e-social\/\">aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Edi\u00e7\u00e3o: Lidia Neves<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>\u2013 Por Mikaella Mozer&nbsp;\u2013 O Esp\u00edrito Santo possui a lagoa mais profunda do Brasil. 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