{"id":1935,"date":"2021-08-26T13:17:29","date_gmt":"2021-08-26T16:17:29","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=1935"},"modified":"2022-04-14T08:51:03","modified_gmt":"2022-04-14T11:51:03","slug":"mudancas-climaticas-causam-a-perda-de-20-do-carbono-de-mangue-capixaba-que-tem-o-maior-estoque-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2021\/08\/26\/mudancas-climaticas-causam-a-perda-de-20-do-carbono-de-mangue-capixaba-que-tem-o-maior-estoque-do-brasil\/","title":{"rendered":"Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas causam a perda de 20% do estoque de carbono de mangue capixaba"},"content":{"rendered":"\n<p><em>&#8211; Por Lidia Neves &#8211; <\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Um artigo publicado na revista <a href=\"https:\/\/www.journals.elsevier.com\/journal-of-environmental-management\"><em>Journal of Environmental Management<\/em><\/a> analisou a perda de estoque de carbono causada por eventos clim\u00e1ticos extremos no manguezal do estu\u00e1rio do rio Piraqu\u00ea-A\u00e7u-Mirim, localizado no munic\u00edpio capixaba de Aracruz. A regi\u00e3o teve 30% de sua \u00e1rea impactada&nbsp; por uma forte seca ocorrida entre 2014 e 2017, motivada pelo aquecimento global. Com isso, perdeu cerca de 20% do carbono sequestrado nos solos em um per\u00edodo de dois anos. Esse estu\u00e1rio possui 1.851 toneladas de carbono por hectare, o maior \u00edndice do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo, que \u00e9 parte do doutorado de Luiz Eduardo Gomes no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biologia Animal da Ufes, tamb\u00e9m estimou o potencial de estoque de carbono nos manguezais brasileiros, que correspondem a 5% do total global guardado nesse ecossistema.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os mangues t\u00eam despertado grande interesse por sua ampla capacidade de estocar carbono: no Brasil, conseguem guardar 520 milh\u00f5es de toneladas. Quando se comparam \u00e1reas de tamanho equivalente, os manguezais brasileiros t\u00eam o dobro da capacidade de estoque da floresta Amaz\u00f4nia e dez vezes mais que a caatinga e o cerrado. Com isso, o estoque de carbono do Brasil \u00e9 duas vezes maior do que o estimado anteriormente e o pa\u00eds tem 5% do total armazenado no planeta Terra.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/revistauniversidade.ufes.br\">Conhe\u00e7a mais pesquisas da Ufes na Revista Universidade<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de Luiz Gomes e seu orientador, o professor Angelo Bernardino, o artigo conta tamb\u00e9m com a participa\u00e7\u00e3o de coautores da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), da School of Environment, Science and Engineering (na Austr\u00e1lia), da Oregon State University (nos Estados Unidos) e da Ufes. A pesquisa foi financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) e&nbsp; pela National Geographic (NGS).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Consequ\u00eancias clim\u00e1ticas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Para fazer o estudo, os pesquisadores analisaram a \u00e1rea do manguezal de Piraqu\u00ea-A\u00e7u-Mirim, comparando um trecho impactado pela seca com outro preservado. &#8220;Para isso, adentramos em diversas \u00e1reas dos manguezais impactados e n\u00e3o impactados. Entramos 20 metros \u00e0 frente no mangue e contabilizamos, a cada 20 metros, o total de pl\u00e2ntulas, identificamos e medimos a altura e di\u00e2metro de cada \u00e1rvore viva e morta, al\u00e9m de contabilizar e medir todos os galhos ca\u00eddos e coletar amostras de solo at\u00e9 os 3 metros de profundidade, em cinco locais, ou seja, at\u00e9 100 metros adentro&#8221;, detalha Gomes. No mangue, o maior potencial de produ\u00e7\u00e3o de carbono est\u00e1 no solo. Por isso, foi coletado o solo at\u00e9 3 metros de profundidade, para que se pudesse avaliar esse estoque.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"640\" data-id=\"1943\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-comparacao-carbono-ufes-1024x640.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1943\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-comparacao-carbono-ufes-1024x640.jpeg 1024w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-comparacao-carbono-ufes-300x188.jpeg 300w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-comparacao-carbono-ufes-768x480.jpeg 768w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-comparacao-carbono-ufes.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Compara\u00e7\u00e3o dos estoques de carbono da \u00e1rea impactada pela seca e da n\u00e3o impactada. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Ufes<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" data-id=\"1945\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/medicao-mangue-morto-ufes-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1945\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/medicao-mangue-morto-ufes-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/medicao-mangue-morto-ufes-300x225.jpeg 300w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/medicao-mangue-morto-ufes-768x576.jpeg 768w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/medicao-mangue-morto-ufes-678x509.jpeg 678w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/medicao-mangue-morto-ufes-326x245.jpeg 326w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/medicao-mangue-morto-ufes-80x60.jpeg 80w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/medicao-mangue-morto-ufes.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Maior parte do estoque de carbono nos mangues fica nos solos. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Ufes<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"755\" height=\"539\" data-id=\"1947\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-pesquisadores.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1947\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-pesquisadores.jpg 755w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-pesquisadores-300x214.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 755px) 100vw, 755px\" \/><figcaption>Pesquisadores fazem a medi\u00e7\u00e3o dos estoques de carbono. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Ufes<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" data-id=\"1944\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-morto-ufes-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1944\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-morto-ufes-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-morto-ufes-300x225.jpeg 300w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-morto-ufes-768x576.jpeg 768w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-morto-ufes-678x509.jpeg 678w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-morto-ufes-326x245.jpeg 326w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-morto-ufes-80x60.jpeg 80w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-morto-ufes.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>\u00c1rea impactada pela seca perdeu 20% do carbono estocado. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Ufes <\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>O primeiro levantamento desse tipo no Brasil foi feito em 2018, pela mesma rede de pesquisadores , que investigaram manguezais desmatados no Cear\u00e1. Ainda no mesmo ano, a rede publicou resultados de estoques de carbono dos manguezais do Par\u00e1 e, em 2021, do Esp\u00edrito Santo. Outros grupos publicaram este ano estudos semelhantes sobre a Bahia e S\u00e3o Paulo, que foram usados como base de compara\u00e7\u00e3o. &#8220;Essa ci\u00eancia de analisar estoque de carbono do ecossistema manguezal \u00e9 nova em todo mundo, come\u00e7ou depois de 2010&#8221;, detalha Gomes. Esta foi a primeira vez no Brasil e a segunda no mundo em que pesquisadores analisaram esses estoques na perspectiva das perdas causadas por eventos clim\u00e1ticos extremos.<\/p>\n\n\n\n<p>A estiagem que atingiu o norte do Esp\u00edrito Santo e que terminou em 2017 fragilizou o manguezal de Piraqu\u00ea-A\u00e7u-Mirim. Em junho de 2016, uma forte tempestade, com ventos de mais de 100 quil\u00f4metros por hora, levou \u00e0 morte de 30% da \u00e1rea de mangue no estu\u00e1rio. &#8220;Quanto mais fragilizado est\u00e1 o mangue, mais ele fica suscet\u00edvel a um evento que causa danos, como esse. O aumento da frequ\u00eancia e da intensidade das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas dificulta a regenera\u00e7\u00e3o natural&#8221;, explica o pesquisador.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Preserva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O Brasil \u00e9 o pa\u00eds que tem a maior extens\u00e3o cont\u00ednua de manguezais no mundo, na regi\u00e3o Norte, e \u00e9 o segundo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1rea total coberta por esse ecossistema, que normalmente se desenvolve na foz de rios, entre a terra e a \u00e1gua, em encontro de \u00e1guas doce e salgada. Ao longo da costa brasileira, existem cerca de 940 mil hectares de manguezais. Infelizmente essas florestas s\u00e3o historicamente impactadas por desmatamentos e lan\u00e7amento de esgotos, agora os eventos clim\u00e1ticos extremos s\u00e3o mais um problema atuando sobre elas. <\/p>\n\n\n\n<p>Cada \u00e1rea de manguezal perdida impacta a vida de diversos animais, como caranguejos, camar\u00f5es, siris cavalos marinhos e peixes, entre eles os robalos e tainhas, que se reproduzem nesses locais. O mangue tamb\u00e9m contribui para o ecossistema n\u00e3o s\u00f3 pelo enterramento de carbono, mas tamb\u00e9m pela prote\u00e7\u00e3o costeira contra tempestades e filtragem de \u00e1gua, dentre outros aspectos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao saber que o ecossistema de manguezais tem esse potencial de estoque de carbono, Gomes avalia que diversos grupos devem incentivar o investimento na conserva\u00e7\u00e3o e na recupera\u00e7\u00e3o dessas florestas. &#8220;Esses locais s\u00e3o de interesse n\u00e3o s\u00f3 do setor p\u00fablico e do terceiro setor, mas tamb\u00e9m come\u00e7am a despertar interesse econ\u00f4mico, relativo \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o de florestas nativas via servi\u00e7os ecossist\u00eamicos. Ao proteg\u00ea-los, conserva-se, de uma s\u00f3 vez, o carbono, a caracteriza\u00e7\u00e3o cultural e a biodiversidade dos mangues, refletindo diretamente no bem estar humano e do planeta.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m:<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/06\/18\/artigo-pesca-artesanal-e-desafios-para-a-gestao-costeira-no-espirito-santo\/\">Artigo: Pesca artesanal e desafios para a gest\u00e3o costeira no Esp\u00edrito Santo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2020\/09\/14\/estudo-aponta-impacto-das-mudancas-climaticas-em-uma-das-lagoas-mais-profundas-do-es\/\">Estudo aponta impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em uma das lagoas mais profundas do ES<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Manguezal do estu\u00e1rio de Piraqu\u00ea-A\u00e7u-Mirim, em Aracruz-ES, \u00e9 o que possui a maior quantidade de carbono do pa\u00eds. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Ufes<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":350,"featured_media":1941,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[7,9,47],"tags":[99],"class_list":["post-1935","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-chamadinhas","category-noticias","category-online","tag-mudancas-climaticas"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes.jpeg",1280,720,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes-150x150.jpeg",150,150,true],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes-300x169.jpeg",300,169,true],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes-768x432.jpeg",768,432,true],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes-1024x576.jpeg",1024,576,true],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes.jpeg",1280,720,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes.jpeg",1280,720,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes-1030x438.jpeg",1030,438,true],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes-678x381.jpeg",678,381,true],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes-678x509.jpeg",678,509,true],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes-326x245.jpeg",326,245,true],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2021\/08\/mangue-vivo-piraque-acu-mirim-ufes-80x60.jpeg",80,60,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"lidia.hora","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/lidia_gurgel-neves-hora\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Manguezal do estu\u00e1rio de Piraqu\u00ea-A\u00e7u-Mirim, em Aracruz-ES, \u00e9 o que possui a maior quantidade de carbono do pa\u00eds. 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