{"id":2208,"date":"2022-03-28T11:08:49","date_gmt":"2022-03-28T14:08:49","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=2208"},"modified":"2022-04-11T10:11:33","modified_gmt":"2022-04-11T13:11:33","slug":"monitoramento-pesqueiro-permite-conhecer-melhor-a-cultura-regional-apontam-pesquisadores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2022\/03\/28\/monitoramento-pesqueiro-permite-conhecer-melhor-a-cultura-regional-apontam-pesquisadores\/","title":{"rendered":"Monitoramento pesqueiro permite conhecer melhor a cultura regional, apontam pesquisadores"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>&#8211; Por Lidia Neves* &#8211; <\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Laborat\u00f3rio de Pesca e Aquicultura da Ufes identificou que 2021 foi um bom ano para a safra de baiacu no Esp\u00edrito Santo. O peixe, utilizado na moqueca capixaba, \u00e9 uma das mais de 170 esp\u00e9cies monitoradas no estado pelo projeto de pesquisa coordenado pelo Laborat\u00f3rio, vinculado ao Departamento de Ci\u00eancias Agr\u00e1rias e Biol\u00f3gicas da Ufes, no Centro Universit\u00e1rio Norte do Esp\u00edrito Santo (Ceunes), em S\u00e3o Mateus.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento, que est\u00e1 <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/propesq-es.fundepag.br\/usuarioexterno\/\" target=\"_blank\">dispon\u00edvel para consulta<\/a>, aponta que desde o in\u00edcio deste monitoramento, em fevereiro de 2021, foram pescadas 27,4 toneladas de baiacu-arara, em 339 descargas feitas por 91 unidades produtivas. &#8220;A moqueca capixaba \u00e9 o s\u00edmbolo cultural do Esp\u00edrito Santo, ent\u00e3o n\u00f3s precisamos valorizar o pescador e o pescado. E a gente valoriza conhecendo&#8221;, destaca o pesquisador Joelson Musiello em entrevista ao programa<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/podcasts.google.com\/feed\/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy80MGZiOTY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw\/episode\/N2RiMzJlOTAtNzc2ZS00M2Y5LWI4OTAtZGUzY2Q0ZDQwYzRl?sa=X&amp;ved=0CAUQkfYCahcKEwjIvpr-jof2AhUAAAAAHQAAAAAQAg&amp;hl=pt-BR\" target=\"_blank\"> Ci\u00eancia Ufes<\/a>, da R\u00e1dio Universit\u00e1ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O site <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/pesca.ufes.br\/\" target=\"_blank\">pesca.ufes.br<\/a>, lan\u00e7ado <a href=\"https:\/\/www.ufes.br\/conteudo\/pesquisadores-lancam-site-que-monitora-atividade-pesqueira-no-rio-doce-e-litoral\">neste ano<\/a>, d\u00e1 acesso \u00e0 consulta on-line ao banco de dados, cujas informa\u00e7\u00f5es podem ser agrupadas por munic\u00edpio, por frota pesqueira e por regi\u00e3o. Al\u00e9m disso, o site oferece boletins, informes e galerias de imagens, entre outras informa\u00e7\u00f5es. \u201cO objetivo \u00e9 obter e transferir conhecimento, al\u00e9m de construir e compartilhar informa\u00e7\u00f5es para a retomada do desenvolvimento social e econ\u00f4mico da atividade pesqueira e da regi\u00e3o, com sustentabilidade e qualidade ambiental\u201d, aponta o professor Mauricio Hostim. Ele afirma que, al\u00e9m da bacia do Rio Doce, em Minas Gerais e no Esp\u00edrito Santo,&nbsp;e do litoral capixaba, o projeto vai se estender para outras regi\u00f5es marinhas alcan\u00e7adas pela frota pesqueira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O monitoramento retomado no ano passado estava interrompido desde 2011, quando teve in\u00edcio, em uma parceria entre a Universidade e o Minist\u00e9rio da Pesca e Aquicultura. Esta nova etapa do projeto conta com o financiamento da Funda\u00e7\u00e3o Renova, por meio da Funda\u00e7\u00e3o de Desenvolvimento da Pesquisa do Agroneg\u00f3cio (Fundepag) e da Funda\u00e7\u00e3o Esp\u00edrito-Santense de Tecnologia (Fest), e com a parceria do Instituto de Pesca de S\u00e3o Paulo, do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Federal do Esp\u00edrito Santo (Ifes) em Pi\u00fama, al\u00e9m de outras universidades e colaboradores.&nbsp;&nbsp;\u201cDepois do colapso de Mariana, houve uma determina\u00e7\u00e3o de compreender o que estava acontecendo com as esp\u00e9cies, tanto de \u00e1gua doce quanto marinhas\u201d, lembra Hostim.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os professores destacam a colabora\u00e7\u00e3o essencial dos pescadores (dos rios e do litoral) e da popula\u00e7\u00e3o ribeirinha ao redor do Rio Doce nesse monitoramento. \u201cN\u00e3o h\u00e1 informa\u00e7\u00e3o de um pescador espec\u00edfico, mas sim do conjunto dos pescadores, para que se conhe\u00e7am os dados da atividade pesqueira. A informa\u00e7\u00e3o de um pescador, individual, a gente repassa apenas para ele mesmo. E muitas vezes, esse relat\u00f3rio \u00e9 usado por esse pescador para comprovar que ele exerce essa atividade. O compromisso \u00e9tico \u00e9 o que move o projeto. \u00c9 a confian\u00e7a com o sigilo de dados que faz com que o pescador fale a verdade para o pesquisador\u201d, detalha Musiello.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>* Colaboraram H\u00e9lio Marchioni e Luiz Vital<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Pescadores da bacia do Rio Doce e do litoral capixaba participam do projeto<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":350,"featured_media":2209,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[7,9,47],"tags":[],"class_list":["post-2208","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-chamadinhas","category-noticias","category-online"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes.jpeg",716,459,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes-150x150.jpeg",150,150,true],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes-300x192.jpeg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes.jpeg",716,459,false],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes.jpeg",716,459,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes.jpeg",716,459,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes.jpeg",716,459,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes-716x438.jpeg",716,438,true],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes-678x381.jpeg",678,381,true],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes-678x459.jpeg",678,459,true],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes-326x245.jpeg",326,245,true],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/03\/barra-do-riacho-divulgacao-ufes-80x60.jpeg",80,60,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"lidia.hora","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/lidia_gurgel-neves-hora\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pescadores da bacia do Rio Doce e do litoral capixaba participam do projeto","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2208","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/350"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2208"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2208\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2227,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2208\/revisions\/2227"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2209"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2208"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2208"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2208"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}