{"id":221,"date":"2018-06-15T10:10:06","date_gmt":"2018-06-15T13:10:06","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=221"},"modified":"2018-06-15T10:47:26","modified_gmt":"2018-06-15T13:47:26","slug":"por-uma-sociedade-mais-humana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/06\/15\/por-uma-sociedade-mais-humana\/","title":{"rendered":"Iniciativa busca incluir pessoas com defici\u00eancia por meio da Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica"},"content":{"rendered":"<p><em>\u2013 Por N\u00e1bila Corr\u00eaa \u2013<\/em><\/p>\n<p>\u201cLugar de gente \u00e9 na sociedade\u201d. \u00c9 o que defende a professora Maria das Gra\u00e7as Carvalho, do Centro de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e Desportos da Ufes (CEFD), principalmente quanto \u00e0 necessidade de inser\u00e7\u00e3o social das pessoas com defici\u00eancias. Entretanto, a professora declara que essa mesma sociedade ainda tem muita dificuldade em aceitar as diferen\u00e7as e especificidades de cada indiv\u00edduo e conviver com elas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o Estado, que deveria desenvolver pol\u00edticas para garantir os direitos de todos os cidad\u00e3os, vem se mostrando ineficiente nessa tarefa. \u201cDesde a d\u00e9cada de 1950, o Estado negligencia a sua responsabilidade no que se refere aos direitos sociais de todos, principalmente dos mais necessitados\u201d, afirma a professora. Dessa forma, o trabalho desenvolvido no Laefa, por meio do projeto de extens\u00e3o Pr\u00e1ticas Pedag\u00f3gicas de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica Adaptada para Pessoas com Defici\u00eancia e seus Familiares, surge como uma alternativa de enfrentamento ao preconceito, ao isolamento e \u00e0s rotula\u00e7\u00f5es vivenciados por eles no cotidiano, e tamb\u00e9m em virtude da falta de op\u00e7\u00f5es de espa\u00e7os de cultura, de esporte e de lazer para esses indiv\u00edduos.<\/p>\n<p>Iniciado em 1995, o projeto atende cerca de 120 pessoas, em cinco a\u00e7\u00f5es, cada uma voltada para um segmento espec\u00edfico. Com as crian\u00e7as, s\u00e3o desenvolvidas atividades de Gin\u00e1stica Infantil, al\u00e9m das realizadas na Brinquedoteca. Para o grupo com defici\u00eancia intelectual e autismo, s\u00e3o oferecidas pr\u00e1ticas corporais relacionadas \u00e0 cultura jovem, que favorecem o desenvolvimento da autonomia e dos processos de emancipa\u00e7\u00e3o, como a capacidade de fazer as pr\u00f3prias escolhas.<\/p>\n<p>J\u00e1 para o segmento com baixa vis\u00e3o e cegueira, p\u00fablico mais idoso, s\u00e3o oferecidas atividades que visam minimizar as perdas funcionais ocasionadas pela idade e pela condi\u00e7\u00e3o visual, tendo sempre foco na autonomia e qualidade de vida. Al\u00e9m das pessoas com defici\u00eancias, no Laefa tamb\u00e9m s\u00e3o atendidos os cuidadores e acompanhantes com a a\u00e7\u00e3o \u201cCuidadores que dan\u00e7am\u201d.<\/p>\n<p>Segundo a professora Maria das Gra\u00e7as, o projeto s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel devido ao envolvimento de uma equipe de cerca de 60 pessoas, entre professores, bolsistas e volunt\u00e1rios \u2013 estudantes do bacharelado, da licenciatura e da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e egressos, tanto do CEFD, quanto de \u00e1reas afins \u2013 que t\u00eam nas a\u00e7\u00f5es do Laefa um campo de pr\u00e1tica para atividades de ensino, pesquisa e extens\u00e3o.<\/p>\n<p>Para o professor Jos\u00e9 Francisco Chicon, coordenador do projeto desde 2000, essa experi\u00eancia vem permitindo aos envolvidos o desenvolvimento de valores como respeito, autoconfian\u00e7a, cuidado de si e coopera\u00e7\u00e3o, constituindo-se, assim, num instrumento de empoderamento social.<\/p>\n<h3><strong>Brincando de conviver com as diferen\u00e7as<\/strong><\/h3>\n<p>No projeto de extens\u00e3o \u201cBrinquedoteca: aprender brincando\u201d, s\u00e3o realizadas duas atividades: \u201cBrincando e aprendendo\u201d e \u201cBrincando e aprendendo com a gin\u00e1stica\u201d, desenvolvidas com crian\u00e7as de quatro e cinco anos de idade, com autismo e s\u00edndrome de Down. Elas participam das atividades dividindo o espa\u00e7o com as crian\u00e7as com desenvolvimento t\u00edpico, da mesma faixa et\u00e1ria, do Centro de Educa\u00e7\u00e3o Infantil da Ufes (Criarte). Segundo o professor Jos\u00e9 Francisco Chicon, coordenador das duas atividades, desenvolver esse trabalho em um ambiente interativo traz benef\u00edcios para todos os participantes.<\/p>\n<p>O coordenador explica que os tra\u00e7os de desenvolvimento mais avan\u00e7ados das crian\u00e7as com desenvolvimento t\u00edpico \u2013 como a linguagem verbal, a criatividade, a imagina\u00e7\u00e3o, a sociabilidade, a rela\u00e7\u00e3o com a brincadeira, o entendimento de regras de conduta e a din\u00e2mica dos movimentos corporais \u2013 podem tornar mais f\u00e1cil o desenvolvimento desses aspectos nas crian\u00e7as com autismo.<\/p>\n<p>\u201cPor outro lado, as crian\u00e7as n\u00e3o deficientes, ao se relacionarem com essas crian\u00e7as especiais, aprendem que existem outros modos de ser e estar no mundo, ficando mais sensibilizadas para acolher e respeitar a diversidade. Elas aprendem valores relacionados \u00e0 solidariedade, respeito ao pr\u00f3ximo e colabora\u00e7\u00e3o, compartilhando experi\u00eancias de dificuldade e supera\u00e7\u00e3o\u201d, acrescenta o professor.<\/p>\n<p>No entanto, o professor Chicon enfatiza que, para que seja poss\u00edvel essa integra\u00e7\u00e3o, devem ser respeitadas as necessidades de cada participante. \u201cEssa troca s\u00f3 se torna positiva se for organizada em um ambiente esclarecedor, rico em est\u00edmulos, mediados por professores que se preocupam em acolher a diferen\u00e7a e a diversidade em seus modos de ser e estar no mundo. Caso contr\u00e1rio o ambiente pode ser at\u00e9 desumanizador\u201d.<\/p>\n<p>No Laefa, as 40 crian\u00e7as encaminhadas pelo Centro de Educa\u00e7\u00e3o Infantil Criarte-Ufes e as 20 com autismo e s\u00edndrome de Down s\u00e3o divididas em grupos de dez participantes n\u00e3o deficientes e cinco com defici\u00eancia, de ambos os sexos, para participarem das duas atividades citadas.<\/p>\n<p>As a\u00e7\u00f5es s\u00e3o desenvolvidas com os grupos na sala da brinquedoteca e na sala de gin\u00e1stica ol\u00edmpica. \u201cOs jogos, brinquedos e brincadeiras infantis s\u00e3o o ponto central da proposta de trabalho, s\u00e3o conte\u00fado que encerra o processo de ensino e de aprendizagem\u201d, explica o coordenador. Nessas atividades, as crian\u00e7as s\u00e3o acompanhadas por acad\u00eamicos do curso de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica que atuam como brinquedistas, isto \u00e9, aqueles que t\u00eam a atribui\u00e7\u00e3o de estimular a brincadeira infantil, de brincar junto, enriquecendo o repert\u00f3rio l\u00fadico das crian\u00e7as.<\/p>\n<h3><strong>Cultura Jovem<\/strong><\/h3>\n<p>Os jovens e adultos com defici\u00eancia intelectual e autismo atendidos no Laefa encontram na proposta do projeto instrumentos para lutar contra as rotula\u00e7\u00f5es de serem pessoas infantilizadas, dependentes e socialmente limitadas. \u201cA sociedade olha com certa compaix\u00e3o para a crian\u00e7a com defici\u00eancia, mas o jovem e o adulto com defici\u00eancia sofrem uma maior rejei\u00e7\u00e3o\u201d, afirma a professora Maria das Gra\u00e7as Carvalho.<\/p>\n<p>Coordenadora das a\u00e7\u00f5es voltadas para esse p\u00fablico, ela explica que a primeira barreira a ser rompida \u00e9 interna, j\u00e1 que os estudantes do curso de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, ao escolherem os subprojetos para exercerem suas atividades acad\u00eamicas, preferem as ligadas ao p\u00fablico infantil, por anteverem dificuldades de relacionamento com os adultos, preocupa\u00e7\u00f5es que se demonstram insubsistentes quando passam a conviver com eles. \u201cOs estudantes querem trabalhar com o p\u00fablico infantil, porque acham que os alunos adultos v\u00e3o bater, v\u00e3o babar&#8230; \u00c9 preciso todo um trabalho de convencimento sobre quem s\u00e3o estes sujeitos, entretanto depois que os conhecem, eles acabam se encantando.\u201d<\/p>\n<figure id=\"attachment_226\" aria-describedby=\"caption-attachment-226\" style=\"width: 1600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-226\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/laefa-inclusao-educacao-fisica.jpg\" alt=\"Professores e estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o participam do projeto que atende pessoas com defici\u00eancia e seus familiares - Foto: Karla Silveira\/Ufes\" width=\"1600\" height=\"1064\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-226\" class=\"wp-caption-text\">Equipe do projeto, que atende n\u00e3o s\u00f3 crian\u00e7as e jovens, mas tamb\u00e9m adultos, idosos e familiares &#8211; Foto: Karla Silveira\/Ufes<\/figcaption><\/figure>\n<p>Maria das Gra\u00e7as explica que, com esse p\u00fablico, buscando a supera\u00e7\u00e3o da infantiliza\u00e7\u00e3o com que muitos deles s\u00e3o tratados, optou-se por trabalhar com pr\u00e1ticas corporais que estejam vinculadas ao conceito de juventude. \u201cNeste ano fizemos uma op\u00e7\u00e3o pelo hip hop, porque ele traz no seu bojo a cultura juvenil. Isso porque muitos dos nossos alunos at\u00e9 hoje s\u00e3o infantilizados, vistos como pessoas sem capacidade de escolha\u201d. Ela explica ainda que o hip hop tem diferentes dimens\u00f5es de linguagem com as quais se pode trabalhar, como a m\u00fasica, a dan\u00e7a, o grafite, o skate e o basquete de rua e, dessa forma, os participantes t\u00eam mais op\u00e7\u00f5es para se expressar de acordo com suas possibilidades e condi\u00e7\u00f5es para que haja assim um desenvolvimento pessoal.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das iniciativas realizadas no espa\u00e7o da Universidade, a professora Maria das Gra\u00e7as destaca que s\u00e3o organizadas atividades externas para ampliar o repert\u00f3rio cultural dos jovens, partindo da premissa de que o indiv\u00edduo se humaniza a partir das experi\u00eancias culturais que vai internalizando ao longo de sua vida: \u201cSe voc\u00ea tiver uma experi\u00eancia restrita em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cultural, seu processo de humaniza\u00e7\u00e3o vai sofrer consequ\u00eancias disso, ent\u00e3o partimos do pressuposto que ningu\u00e9m deve ser segregado a um determinado tipo de conv\u00edvio, devemos ter oportunidade de ter acesso \u00e0s mais variadas experi\u00eancias\u201d.<\/p>\n<p>Para a coordenadora, boa parte do d\u00e9ficit intelectual e de aprendizagem que esses indiv\u00edduos apresentam \u00e9 resultado mais da falta de acesso \u00e0 cultura e n\u00e3o necessariamente de suas reais condi\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas. \u201cEnt\u00e3o, a nossa compreens\u00e3o \u00e9 de que, quanto mais eles puderem interagir com outras realidades, outras hist\u00f3rias de vidas, outras culturas, mais humanos eles se tornam, assim como todo indiv\u00edduo\u201d.<\/p>\n<h3><strong>Pr\u00e1ticas Hol\u00edsticas<\/strong><\/h3>\n<p>O outro grupo atendido pela professora Maria das Gra\u00e7as, o dos adultos com baixa vis\u00e3o e cegueira, precisa de aten\u00e7\u00e3o especial por duas raz\u00f5es. A primeira por causa das pr\u00f3prias limita\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e de mobilidade ocasionadas e, a segunda, por causa da faixa et\u00e1ria desse p\u00fablico, constitu\u00eddo por pessoas, em sua maioria, idosas. Para eles, a professora explica que foram pensadas propostas pedag\u00f3gicas diferentes, mais \u201chol\u00edsticas\u201d: \u201cTrabalhamos com atividades como ioga, tai chi chuan, aqua zumba e pilates, porque perceb\u00edamos que eles estavam tendo perdas funcionais, ent\u00e3o precisamos trabalhar mais o conhecimento e reconhecimento da sua corporeidade\u201d.<\/p>\n<p>Outro problema enfrentado por esse grupo \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o depressiva vivida por muitos deles, em virtude da reclus\u00e3o, por causa da perda da vis\u00e3o ou da idade avan\u00e7ada. \u201cUma participante, por exemplo, nos contou que, antes de fazer parte do projeto, ela estava muito deprimida, por causa da morte de sua m\u00e3e. O projeto \u00e9 o espa\u00e7o de intera\u00e7\u00e3o, de trocas, de conv\u00edvio com outros participantes e, tamb\u00e9m, com os estudantes e professores do Laefa\u201d.<\/p>\n<h3><strong>Quem cuida dos cuidadores?<\/strong><\/h3>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o dos acompanhantes das crian\u00e7as, adolescentes, jovens e adultos com defici\u00eancia inquietava a professora Maria das Gra\u00e7as Carvalho desde que iniciou seus trabalhos de pesquisa, acompanhando institui\u00e7\u00f5es especializadas. \u201cFazendo visitas \u00e0s institui\u00e7\u00f5es como Apae e Pestalozzi, eu percebia que, enquanto os filhos eram atendidos nas mais variadas pr\u00e1ticas, as m\u00e3es ficavam l\u00e1 fora sem ter o que fazer. Isso sempre me incomodou, porque sabemos da luta delas, que passam o tempo inteiro vivendo a condi\u00e7\u00e3o do filho\u201d, afirma a professora.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, em 2012, com a chegada da professora Erineusa Maria da Silva, que j\u00e1 desenvolvia um trabalho representativo na \u00e1rea de dan\u00e7a, teve in\u00edcio o subprojeto \u201cCuidadores que dan\u00e7am\u201d, pensado para valorizar essas pessoas que zelam pelo bem-estar do pr\u00f3ximo, a ponto de deixarem em segundo plano as pr\u00f3prias necessidades. Segundo a professora Erineusa, que coordena as atividade para esse p\u00fablico, ao se pensar em uma sociedade solid\u00e1ria, o cuidado com o outro \u00e9 fundamental. Por\u00e9m, no caso das m\u00e3es e familiares que acompanhavam os participantes do Laefa, esse cuidado era mais exercido que o cuidado de si.<\/p>\n<p>\u201cNessa linha, a dan\u00e7a, com seu forte potencial para ampliar a express\u00e3o e a cultura corporal, pareceu-nos um conhecimento importante e mobilizador naquele momento\u201d, explica a coordenadora, acrescentando que a dan\u00e7a possibilita experi\u00eancias est\u00e9ticas que contribuem para uma ressignifica\u00e7\u00e3o de si, sendo uma rica experi\u00eancia para os sentidos do corpo, influenciando na percep\u00e7\u00e3o das coisas do mundo e da vida.<\/p>\n<p>Segundo a professora Maria das Gra\u00e7as, o objetivo desse trabalho \u00e9 resgatar a autoestima dos cuidadores, principalmente das m\u00e3es, para que elas vejam a necessidade de cuidarem delas mesmas: \u201cEra necess\u00e1rio que elas tivessem um espa\u00e7o de escuta, e a dan\u00e7a \u00e9 uma ferramenta que, vista de uma perspectiva criativa, liberta, ao permitir que a pessoa descubra seu corpo, e a pr\u00f3pria gestualidade\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>\u2013 Por N\u00e1bila Corr\u00eaa \u2013 \u201cLugar de gente \u00e9 na sociedade\u201d. \u00c9 o que defende a professora Maria das Gra\u00e7as Carvalho, do Centro de Educa\u00e7\u00e3o <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/06\/15\/por-uma-sociedade-mais-humana\/\" title=\"Iniciativa busca incluir pessoas com defici\u00eancia por meio da Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":338,"featured_media":222,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[2,9],"tags":[],"class_list":["post-221","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-edicao008","category-noticias"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",1600,1064,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",150,100,false],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",300,200,false],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",768,511,false],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",1024,681,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",1536,1021,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",1600,1064,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",659,438,false],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",573,381,false],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",678,451,false],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",326,217,false],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/06\/educacao-fisica-criancas-deficiencia.jpg",80,53,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"daniel.hora","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/daniel_de-souza-neves-hora\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"\u2013 Por N\u00e1bila Corr\u00eaa \u2013 \u201cLugar de gente \u00e9 na sociedade\u201d. \u00c9 o que defende a professora Maria das Gra\u00e7as Carvalho, do Centro de Educa\u00e7\u00e3o [...]","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/221","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/338"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=221"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/221\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":228,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/221\/revisions\/228"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media\/222"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=221"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=221"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=221"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}