{"id":2474,"date":"2022-07-08T09:15:49","date_gmt":"2022-07-08T12:15:49","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=2474"},"modified":"2022-07-21T16:55:47","modified_gmt":"2022-07-21T19:55:47","slug":"pesquisadores-monitoram-impacto-do-transito-de-navios-em-area-de-reproducao-das-baleias-jubarte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2022\/07\/08\/pesquisadores-monitoram-impacto-do-transito-de-navios-em-area-de-reproducao-das-baleias-jubarte\/","title":{"rendered":"Pesquisadores monitoram impacto do tr\u00e2nsito de navios em \u00e1rea de reprodu\u00e7\u00e3o das baleias jubarte\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p><em>&#8211; Por No\u00e9lia Lopes* &#8211;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Com o in\u00edcio da temporada de reprodu\u00e7\u00e3o das baleias jubarte no litoral do Esp\u00edrito Santo, pesquisadores querem saber se o tr\u00e2nsito de navios da empresa Vale nas proximidades do Porto de Tubar\u00e3o, em Vit\u00f3ria, interfere no comportamento e na perman\u00eancia desses animais no local. O professor Agnaldo Martins, do Departamento de Oceanografia e Ecologia da Ufes, participa da pesquisa como coordenador cient\u00edfico do projeto <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/amigosdajubarte\/\">Amigos da Jubarte<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Martins, s\u00e3o utilizados <em>drones<\/em>, bin\u00f3culos e hidrofones para realizar o monitoramento. O objetivo \u00e9 observar os comportamentos das baleias, al\u00e9m de gravar os sons produzidos por elas e os ru\u00eddos causados pelos seres humanos no local. Com essas informa\u00e7\u00f5es, a ideia \u00e9 identificar se h\u00e1 altera\u00e7\u00f5es com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 presen\u00e7a dos navios. \u201cCom esses par\u00e2metros, pretendemos comparar \u00e1reas onde tem muitos navios e onde h\u00e1 poucos, considerando o n\u00famero de baleias observadas, a maneira como usam o<em> habitat<\/em> e como produzem os sons\u201d. O monitoramento, executado pela organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Instituto O Canal, \u00e9 uma condicionante ambiental para a opera\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Novas tecnologias&nbsp;<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o dos <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CJ_262nnNTL\/\"><em>drones<\/em><\/a>, de acordo com o pesquisador, apresenta a facilidade de chegar at\u00e9 os animais sem causar interfer\u00eancias ou dist\u00farbios, mas a ideia \u00e9 investir em outras ferramentas. \u201cEstamos come\u00e7ando a trabalhar com a bioac\u00fastica, uma t\u00e9cnica de grava\u00e7\u00e3o do som que os animais emitem e que tamb\u00e9m serve para entender o uso do ambiente. No futuro, pretendemos trabalhar com a telemetria, uma t\u00e9cnica de rastreamento, que, embora possa gerar algum dist\u00farbio, porque h\u00e1 necessidade de acoplar um rastreador no animal, tamb\u00e9m pode fornecer informa\u00e7\u00f5es\u201d, afirmou. <\/p>\n\n\n\n<p>O uso das novas tecnologias no monitoramento das baleias jubarte \u00e9 uma tentativa de buscar maior conhecimento sobre a esp\u00e9cie. \u201cEstamos tentando nos atualizar e criar novos m\u00e9todos de estudos, porque h\u00e1 muitos anos as baleias s\u00e3o estudadas por m\u00e9todos tradicionais e limitados; ent\u00e3o, realmente queremos descobrir coisas novas sobre elas. Esperamos que, com o tempo, por ser um monitoramento a longo prazo, consigamos acumular uma quantidade de informa\u00e7\u00f5es importantes que contribuam para um trabalho de conserva\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 para a nossa regi\u00e3o, mas para o mundo todo\u201d, ressaltou Martins.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Turismo e educa\u00e7\u00e3o ambiental<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da conserva\u00e7\u00e3o, o pesquisador acrescentou que o projeto atua em outras duas vertentes: o turismo e a educa\u00e7\u00e3o ambiental. \u201cNessa \u00e9poca de observa\u00e7\u00e3o das baleias, o Projeto Amigos da Jubarte realiza a capacita\u00e7\u00e3o dos empreendedores e donos de barcos, faz o acompanhamento das viagens tur\u00edsticas e d\u00e1 instru\u00e7\u00f5es a respeito das regras de \u00f3rg\u00e3os ambientais para observa\u00e7\u00e3o das baleias. O projeto ainda desenvolve um trabalho de educa\u00e7\u00e3o ambiental com as escolas p\u00fablicas e privadas\u201d, conta.<\/p>\n\n\n\n<p>As iniciativas do turismo no Esp\u00edrito Santo tiveram in\u00edcio a partir de 2014 como consequ\u00eancia do aumento da popula\u00e7\u00e3o de baleias, que aconteceu devido \u00e0 proibi\u00e7\u00e3o da ca\u00e7a na d\u00e9cada de 1980.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"918\" height=\"437\" data-id=\"2489\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Filipe-de-Moraes-Projeto-amigos-das-Jubarte.-reproducao-Instagram-Altis-Imagens.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2489\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Filipe-de-Moraes-Projeto-amigos-das-Jubarte.-reproducao-Instagram-Altis-Imagens.jpg 918w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Filipe-de-Moraes-Projeto-amigos-das-Jubarte.-reproducao-Instagram-Altis-Imagens-300x143.jpg 300w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Filipe-de-Moraes-Projeto-amigos-das-Jubarte.-reproducao-Instagram-Altis-Imagens-768x366.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 918px) 100vw, 918px\" \/><figcaption>A baleia jubarte \u00e9 uma esp\u00e9cie cosmopolita, ou seja, habita todos os oceanos. Foto: Filipe de Moraes\/ Amigos da Jubarte\/Altis Imagens-ES<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"638\" height=\"425\" data-id=\"2490\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2490\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-2.jpg 638w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 638px) 100vw, 638px\" \/><figcaption>O salto \u00e9 um dos seus comportamentos que mais chamam a aten\u00e7\u00e3o, por sua beleza. Foto: Leonardo Mer\u00e7on\/ Amigos da Jubarte-ES<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"916\" height=\"442\" data-id=\"2491\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-4.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2491\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-4.jpg 916w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-4-300x145.jpg 300w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-4-768x371.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 916px) 100vw, 916px\" \/><figcaption>Em segundos, a baleia jubarte consegue saltar e retirar um ter\u00e7o de todo o seu corpo da \u00e1gua.  Foto: Leonardo Mer\u00e7on\/ Amigos da Jubarte-ES<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"735\" height=\"443\" data-id=\"2492\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2492\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram.jpg 735w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-300x181.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 735px) 100vw, 735px\" \/><figcaption>Na amamenta\u00e7\u00e3o, as baleias jubarte ficam em repouso, perto da superf\u00edcie, para facilitar a respira\u00e7\u00e3o do filhote. Foto: Leonardo Mer\u00e7on\/ Amigos da Jubarte-ES<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"496\" height=\"528\" data-id=\"2494\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2494\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-3.jpg 496w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Leonardo-Mercon-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-3-282x300.jpg 282w\" sizes=\"auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px\" \/><figcaption>Seu nome cient\u00edfico \u00e9 <em>Megaptera novaeangliae<\/em>, que significa \u201cgrandes asas\u201d e \u201cNova Inglaterra\u201d, devido \u00e0 regi\u00e3o onde a esp\u00e9cie foi descrita pela primeira vez. Foto: Leonardo Mer\u00e7on\/ Amigos da Jubarte-ES<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"622\" height=\"415\" data-id=\"2493\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Luciano-Cajaiba-Jubarte.-LAB.-Reproducao-Instagram.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2493\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Luciano-Cajaiba-Jubarte.-LAB.-Reproducao-Instagram.png 622w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Luciano-Cajaiba-Jubarte.-LAB.-Reproducao-Instagram-300x200.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 622px) 100vw, 622px\" \/><figcaption>A gesta\u00e7\u00e3o das baleias jubarte tem dura\u00e7\u00e3o aproximada de 11 meses e os filhotes nascem pesando, aproximadamente, uma tonelada. Foto: Luciano Caja\u00edba\/ Jubarte.LAB-ES<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>O turismo de observa\u00e7\u00e3o das jubarte acontece todos os anos entre os meses de junho e novembro, per\u00edodo de reprodu\u00e7\u00e3o e nascimento de filhotes da esp\u00e9cie. \u201cA migra\u00e7\u00e3o das jubarte ocorre porque nas primeiras fases da vida esses animais s\u00e3o muito sens\u00edveis e fr\u00e1geis. O clima na Ant\u00e1rtica, que \u00e9 a \u00e1rea de alimenta\u00e7\u00e3o, \u00e9 muito rigoroso, e as \u00e1guas t\u00eam muitas tempestades e ondas, mesmo considerando a prote\u00e7\u00e3o natural que as baleias apresentam. As \u00e1guas dos oceanos tropicais s\u00e3o mais calmas e quentes, o que possibilita que as baleias se reproduzam e os filhotes sejam amamentados e se desenvolvam nas primeiras fases da vida\u201d, explicou o professor.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conserva\u00e7\u00e3o marinha<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do monitoramento das jubartes, Martins desenvolve pesquisas com outras esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o e ressalta que esse trabalho na \u00e1rea de conserva\u00e7\u00e3o marinha tem foco na preserva\u00e7\u00e3o dos animais e do meio ambiente. \u201cQuando o ambiente come\u00e7a a ficar muito comprometido, as esp\u00e9cies come\u00e7am a desaparecer. Na Ba\u00eda de Vit\u00f3ria, onde fica a regi\u00e3o do porto, por exemplo, temos registros da presen\u00e7a abundante do peixe-boi marinho e lontra. Hoje, esses animais n\u00e3o s\u00e3o mais encontrados porque houve muitos impactos no ambiente, seja pela polui\u00e7\u00e3o, ru\u00eddo ou ca\u00e7a e pesca excessiva\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A presen\u00e7a de esp\u00e9cies marinhas ajuda a indicar a integridade do ecossistema. \u201cPor trabalharmos com esp\u00e9cies em risco de extin\u00e7\u00e3o, geralmente pertencentes ao topo da cadeia alimentar, conseguimos saber se o ambiente est\u00e1 \u00edntegro com a simples presen\u00e7a e uso frequente do ambiente por elas, pois isso garante que toda a cadeia alimentar e, consequentemente, todo o ecossistema est\u00e1 preservado\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><em>* Bolsista em projeto de Comunica\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>As baleias-jubarte permanecem por volta de sete meses nas \u00e1guas brasileiras, entre maio e novembro, tempo que envolve o per\u00edodo de reprodu\u00e7\u00e3o, acasalamento, nascimento dos filhotes e amamenta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":350,"featured_media":2488,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[7,9,47],"tags":[],"class_list":["post-2474","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-chamadinhas","category-noticias","category-online"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram.jpg",822,462,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-300x169.jpg",300,169,true],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-768x432.jpg",768,432,true],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram.jpg",822,462,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram.jpg",822,462,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram.jpg",822,462,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-822x438.jpg",822,438,true],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-678x381.jpg",678,381,true],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-678x462.jpg",678,462,true],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-326x245.jpg",326,245,true],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/07\/Foto-Bruna-Rezende-Projeto-Amigos-da-Jubarte.-Reproducao-Instagram-80x60.jpg",80,60,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"lidia.hora","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/lidia_gurgel-neves-hora\/"},"uagb_comment_info":1,"uagb_excerpt":"As baleias-jubarte permanecem por volta de sete meses nas \u00e1guas brasileiras, entre maio e novembro, tempo que envolve o per\u00edodo de reprodu\u00e7\u00e3o, acasalamento, nascimento dos filhotes e amamenta\u00e7\u00e3o","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2474","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/350"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2474"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2474\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2509,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2474\/revisions\/2509"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2488"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2474"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2474"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2474"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}