{"id":2620,"date":"2022-11-01T08:13:29","date_gmt":"2022-11-01T11:13:29","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=2620"},"modified":"2022-11-16T14:13:31","modified_gmt":"2022-11-16T17:13:31","slug":"potencial-economico-de-regioes-banhadas-pelo-mar-capixaba-e-tema-de-estudo-de-projeto-da-ufes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2022\/11\/01\/potencial-economico-de-regioes-banhadas-pelo-mar-capixaba-e-tema-de-estudo-de-projeto-da-ufes\/","title":{"rendered":"Potencial econ\u00f4mico de regi\u00f5es banhadas pelo mar capixaba \u00e9 tema de estudo de projeto da Ufes"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>&#8211; Por Adriana Damasceno &#8211; <\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com aproximadamente 400 quil\u00f4metros de faixa litor\u00e2nea, o mar capixaba \u00e9 um recurso estrat\u00e9gico de grande potencial de desenvolvimento econ\u00f4mico e gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda. Visando analisar tais potencialidades, pesquisadores do Departamento de Economia da Ufes est\u00e3o desenvolvendo o projeto Economia do Mar, que tem como objetivo realizar um diagn\u00f3stico econ\u00f4mico do mar do Esp\u00edrito Santo e contribuir para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas econ\u00f4micas e estrat\u00e9gias de desenvolvimento, incentivando o aumento da produtividade, do emprego e do consumo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Coordenado pelos professores Everlam Montibeler e Rodrigo Franklin, respons\u00e1veis pelo laborat\u00f3rio Anal\u00edtica.ES\/Ufes, o projeto vai estudar o Sistema Produtivo da Economia do Mar do Estado do Esp\u00edrito Santo (SPEM\/ES). \u201cEste sistema agrega atividades econ\u00f4micas diretamente influenciadas pelo mar, abarcando inclusive aquelas que n\u00e3o t\u00eam o mar como mat\u00e9ria-prima, mas que acontecem no seu entorno. A Economia do Mar \u00e9 objeto de estudo cada vez mais difundido globalmente\u201d, explica Montibeler.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dentre as a\u00e7\u00f5es do projeto, est\u00e3o o mapeamento das potencialidades dos setores do mar no estado, incluindo atividades como a portu\u00e1ria, extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s, pesca, agricultura log\u00edstica, transporte mar\u00edtimo; turismo, atividades mar\u00edtimas de desporto, recreio e cultura; e pesquisa e desenvolvimento, forma\u00e7\u00e3o profissional e tecnol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Estrat\u00e9gias<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo ser\u00e1 realizado a partir de seis macrossetores estrat\u00e9gicos, que ter\u00e3o import\u00e2ncia no dimensionamento dos impactos relacionados a emprego, renda, arrecada\u00e7\u00e3o e produto interno bruto estadual. \u201cAl\u00e9m do dimensionamento econ\u00f4mico desenhado, tamb\u00e9m ser\u00e1 analisada a organiza\u00e7\u00e3o das atividades econ\u00f4micas no espa\u00e7o, identificando os munic\u00edpios com maior desempenho produtivo e potencial de investimento\u201d, ressalta Franklin.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Montibeler lembra que a ideia do projeto surgiu do fato de o Esp\u00edrito Santo ser um dos estados brasileiros mais importantes na produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural, tendo o maior complexo portu\u00e1rio da Am\u00e9rica Latina em n\u00famero&nbsp;de portos. \u201cO estado foi o primeiro na produ\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-sal, tem forte participa\u00e7\u00e3o no com\u00e9rcio exterior do pa\u00eds e h\u00e1 alguns anos apresenta crescimentos superiores \u00e0 m\u00e9dia nacional, al\u00e9m de outras caracter\u00edsticas e voca\u00e7\u00f5es naturais que o destacam nos setores industrial, agropecu\u00e1rio e de servi\u00e7os\u201d, avalia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por\u00e9m, segundo os professores, ainda que o Esp\u00edrito Santo apresente enorme potencial econ\u00f4mico voltado para as atividades marinhas, o estado ainda carece de um estudo voltado para um diagn\u00f3stico de sua Economia do Mar. No Brasil, os estados do Rio de Janeiro e de Santa Catarina s\u00e3o pioneiros no desenvolvimento de trabalhos no setor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo do SPEM\/ES vai acontecer em parceria entre a Ufes, o Instituto Jones Santos Neves (IJSN), a Secretaria Estadual da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00e3o, Educa\u00e7\u00e3o Profissional e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (Sectides) e a Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado do Esp\u00edrito Santo (Fapes).&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Dentre as a\u00e7\u00f5es do projeto, est\u00e3o o mapeamento das potencialidades dos setores do mar no estado, incluindo atividades como a portu\u00e1ria, extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s, pesca, agricultura log\u00edstica, transporte mar\u00edtimo; turismo, atividades mar\u00edtimas de desporto, recreio e cultura; e pesquisa e desenvolvimento, forma\u00e7\u00e3o profissional e tecnol\u00f3gica<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":350,"featured_media":2621,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[7,9,47],"tags":[],"class_list":["post-2620","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-chamadinhas","category-noticias","category-online"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes.jpg",1862,1048,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes-300x169.jpg",300,169,true],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes-768x432.jpg",768,432,true],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes-1024x576.jpg",1024,576,true],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes-1536x865.jpg",1536,865,true],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes.jpg",1862,1048,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes-1030x438.jpg",1030,438,true],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes-678x381.jpg",678,381,true],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes-678x509.jpg",678,509,true],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes-326x245.jpg",326,245,true],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2022\/11\/economia-do-mar-camila-fregona-ufes-80x60.jpg",80,60,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"lidia.hora","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/lidia_gurgel-neves-hora\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Dentre as a\u00e7\u00f5es do projeto, est\u00e3o o mapeamento das potencialidades dos setores do mar no estado, incluindo atividades como a portu\u00e1ria, extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s, pesca, agricultura log\u00edstica, transporte mar\u00edtimo; turismo, atividades mar\u00edtimas de desporto, recreio e cultura; e pesquisa e desenvolvimento, forma\u00e7\u00e3o profissional e tecnol\u00f3gica","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2620","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/350"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2620"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2620\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2628,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2620\/revisions\/2628"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2621"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2620"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2620"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2620"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}