{"id":292,"date":"2018-12-13T09:26:35","date_gmt":"2018-12-13T11:26:35","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=292"},"modified":"2021-05-20T13:12:30","modified_gmt":"2021-05-20T16:12:30","slug":"solucoes-sustentaveis-para-as-cidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/12\/13\/solucoes-sustentaveis-para-as-cidades\/","title":{"rendered":"Solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis para as cidades"},"content":{"rendered":"\n<p><em>&#8211;&nbsp;Luiz Vital e N\u00e1bila Corr\u00eaa &#8211;&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Pesquisas do Departamento de Arquitetura e Urbanismo prop\u00f5em alternativas&nbsp;<\/strong><\/em><em><strong>para minimizar impactos dos alagamentos nas cidades e desenvolver constru\u00e7\u00f5es&nbsp;<\/strong><\/em><em><strong>que contribuam com o meio ambiente<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Como diminuir os problemas ambientais e urbanos usando os recursos naturais nas cidades? A busca de m\u00e9todos para solucionar essas quest\u00f5es, inclusive por meio da constru\u00e7\u00e3o e do funcionamento de edifica\u00e7\u00f5es, est\u00e1 entre os objetivos das pesquisas e estudos desenvolvidos no Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Ufes. Propostas do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU) e do Laborat\u00f3rio de Planejamento e Projetos visam o equil\u00edbrio socioambiental, a sustentabilidade e a economicidade na utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos naturais, contribuindo para integrar o planejamento ambiental ao planejamento urbano e ao projeto arquitet\u00f4nico.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre esses estudos est\u00e3o os do Grupo de Pesquisa Reabilita\u00e7\u00e3o Urbana e Ambiental, coordenado pela professora Daniella Bonatto, vinculada ao PPGAU, com trabalhos que mapeiam cidades do Esp\u00edrito Santo em rela\u00e7\u00e3o a regi\u00f5es propensas a alagamentos e avaliam aspectos como a car\u00eancia de \u00e1reas verdes e de arboriza\u00e7\u00e3o urbana. A partir desse levantamento, s\u00e3o apresentadas propostas de infraestrutura verde, de acordo com as caracter\u00edsticas urbanas e ambientais de cada localidade, com o objetivo de melhorar o sistema de capta\u00e7\u00e3o das \u00e1guas das chuvas e reduzir os alagamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>As estrat\u00e9gias mais eficientes na reten\u00e7\u00e3o das \u00e1guas pluviais pesquisadas pelo grupo s\u00e3o as que&nbsp;utilizam ou ampliam a arboriza\u00e7\u00e3o de vias p\u00fablicas. \u201cQuanto maior o porte e densidade da \u00e1rvore, maior a capacidade de reten\u00e7\u00e3o da \u00e1gua da chuva, propiciada pela \u00e1rea da copa. Uma \u00e1rvore de m\u00e9dio porte vai ter uma \u00e1rea de vegeta\u00e7\u00e3o grande, de cerca de 12 metros quadrados (m2). Quanto mais pr\u00f3ximas as \u00e1rvores estiverem umas das outras, maior a efici\u00eancia, pois colaboram para a forma\u00e7\u00e3o dos chamados corredores verdes\u201d, explica a professora Daniella Bonatto.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a pesquisadora, os corredores verdes conectam os recursos vegetais localizados nas cidades aos existentes nas margens dos rios. \u201cA prioridade seria conectar as \u00e1reas vegetadas ao redor dos cursos de \u00e1gua com as existentes nas cidades, em cal\u00e7adas, canteiros centrais e faixas de estacionamento, al\u00e9m da vegeta\u00e7\u00e3o existente em parques e \u00e1reas livres\u201d, afirma. A vantagem da implanta\u00e7\u00e3o de corredores em projetos de infraestrutura verde \u00e9 sua multifuncionalidade: \u201cAl\u00e9m de retardarem e diminu\u00edrem o volume de \u00e1guas pluviais lan\u00e7ado na rede de drenagem tradicional, reduzindo alagamentos e ilhas de calor, os corredores tamb\u00e9m d\u00e3o suporte \u00e0s atividades de esporte e lazer e mant\u00eam a biodiversidade, dentre outros benef\u00edcios\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>A professora acrescenta que outros elementos podem ser inclu\u00eddos nos projetos de infraestrutura verde, como canteiros pluviais e jardins de chuva. J\u00e1&nbsp;alternativas como paredes verdes em fachadas sem janelas nem acabamentos \u2013 as chamadas empenas cegas \u2013 s\u00e3o importantes em \u00e1reas urbanas sem disponibilidade de espa\u00e7o para implantar arboriza\u00e7\u00e3o, como ocorre no Centro de Vit\u00f3ria: \u201cEstudos mostraram a total viabilidade de implanta\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de infraestrutura verde nessas \u00e1reas. Pesquisas do Grupo Reabilita\u00e7\u00e3o Urbana e Ambiental analisaram edifica\u00e7\u00f5es no Centro, por meio de simula\u00e7\u00f5es por computador, propondo o uso de paredes verdes nas empenas cegas desses edif\u00edcios. O resultado das simula\u00e7\u00f5es mostrou melhora na temperatura e umidade do ar no n\u00edvel do pedestre, minimizando o problema da ilha de calor existente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Alagamentos em Vila Velha<\/h2>\n\n\n\n<p>Urbana e Ambiental, do Departamento de Arquitetura e Urbanismo, foi a Microbacia de Guaranhuns, localizada no munic\u00edpio de Vila Velha, na Grande Vit\u00f3ria. Segundo a professora Daniella Bonatto, essa cidade j\u00e1 tem potencial para alagamentos devido \u00e0s caracter\u00edsticas de relevo (que n\u00e3o permite o escoamento das \u00e1guas da chuva para o mar, concentrando-as no c\u00f3rrego de Guaranhuns) e do len\u00e7ol fre\u00e1tico (reservat\u00f3rio subterr\u00e2neo que, no caso de Vila Velha, est\u00e1 muito pr\u00f3ximo \u00e0 superf\u00edcie, e transborda facilmente com as chuvas).<\/p>\n\n\n\n<p>A regi\u00e3o da Bacia de Guaranhuns foi escolhida por sua import\u00e2ncia para o abastecimento de \u00e1gua em Vila Velha, com v\u00e1rios bairros atrelados a seus cursos de \u00e1gua. Al\u00e9m disso, a localidade seria ainda mais propensa a alagamentos do que o restante da cidade: \u201cEssa regi\u00e3o est\u00e1 abaixo do n\u00edvel do mar, ent\u00e3o nunca deveria ter sido ocupada\u201d, afirma Daniella. A professora acrescenta ainda que a desobedi\u00eancia \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o ambiental, que determina o m\u00ednimo de 30 metros de preserva\u00e7\u00e3o de \u00e1reas vegetadas ao longo de cada uma das margens dos rios, \u00e9 uma das causas de trag\u00e9dias socioambientais na regi\u00e3o, como a enchente do Canal do Guaranhuns, em 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>A estrat\u00e9gia de aplica\u00e7\u00e3o da infraestrutura verde para evitar os alagamentos na microbacia come\u00e7aria a partir da renaturaliza\u00e7\u00e3o de suas margens, que s\u00e3o pouco vegetadas devido \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o humana. A proposta foi desenvolvida durante o mestrado de Eduarda de Berr\u00eado, pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo. \u201cPosteriormente seria feita a conex\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o dessas margens com as \u00e1reas verdes residuais, existentes em espa\u00e7os livres e pra\u00e7as, e com a arboriza\u00e7\u00e3o existente nas ruas\u201d, explica Daniella Bonatto, orientadora desse estudo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ela, a melhor forma de implanta\u00e7\u00e3o de corredores verdes \u00e9 utilizar o espa\u00e7o p\u00fablico, onde a prefeitura pode intervir sem desapropriar. \u201cA situa\u00e7\u00e3o existente na localidade estudada \u00e9 de cal\u00e7adas muito estreitas ou ausentes e uma rua toda livre em que passa carro \u00e0 vontade\u201d, afirma. A alternativa seria ent\u00e3o retirar uma faixa de estacionamento, existente dos dois lados da pista, e ampliar as cal\u00e7adas para fazer o trabalho de arboriza\u00e7\u00e3o: \u201cem cada quadra eu tenho uma fileira de cal\u00e7ada comprida que, com a inser\u00e7\u00e3o da arboriza\u00e7\u00e3o vi\u00e1ria e jardins de chuva, comporia um corredor verde. O ideal \u00e9 que eu pudesse ter uma \u00e1rvore muito pr\u00f3xima da outra, para que suas copas pudessem reter a \u00e1gua da chuva de maneira mais eficiente\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a professora, al\u00e9m de evitar perda de vidas humanas e preju\u00edzos materiais, a redu\u00e7\u00e3o dos alagamentos na Regi\u00e3o de Guaranhuns tamb\u00e9m envolve a preocupa\u00e7\u00e3o com a sa\u00fade p\u00fablica. \u201cEm Vila Velha, a maior parte da rede de esgoto \u00e9 conectada com a rede de drenagem. Quando chove&nbsp;muito, essa rede transborda. Temos ent\u00e3o um problema de sa\u00fade p\u00fablica grav\u00edssimo. \u00c9 necess\u00e1rio impedir a todo custo que essa \u00e1gua escoe\u201d, alerta.<\/p>\n\n\n\n<p>A import\u00e2ncia da parceria com o Poder P\u00fablico na aplica\u00e7\u00e3o desses estudos foi reiterada por Daniella Bonatto, ao apontar a cidade paulista de S\u00e3o Carlos como exemplo. Ela explicou que, nessa cidade, existem muitos cursos d\u2019\u00e1gua, margens ocupadas e topografia acentuada com desn\u00edveis que causavam alagamentos nas avenidas marginais, localizadas em fundo de vale. L\u00e1 foi implantado um projeto de infraestrutura verde, com consultoria das universidades locais: \u201cEm S\u00e3o Carlos, havia um curso de \u00e1gua que estava tamponado, escondido. Foi feita ent\u00e3o a renaturaliza\u00e7\u00e3o das margens, o que tamb\u00e9m pode ser feito em casos como o de Vila Velha. A recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 muito r\u00e1pida, a vegeta\u00e7\u00e3o cresce muito rapidamente. Houve um amplo plano de macrodrenagem, que envolvia t\u00e9cnicas de infraestrutura verde, permitindo a redu\u00e7\u00e3o de epis\u00f3dios de alagamento\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Daniella enfatiza tamb\u00e9m que a infraestrutura verde tem potencial para a reabilita\u00e7\u00e3o tanto urbana, quanto ambiental: \u201cAs margens renaturalizadas em S\u00e3o Carlos, por exemplo, puderam receber equipamentos de lazer, como bancos e pista de caminhada. A implanta\u00e7\u00e3o de corredores verdes \u00e9 um excelente caminho a ser seguido por prefeituras e uma experi\u00eancia que vem se ampliando no mundo e, mais recentemente, no Brasil\u201d, conclui a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"obras-publicas-sustentaveis\">Obras p\u00fablicas sustent\u00e1veis<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignnone size-full wp-image-294\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/cpid1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-294\" \/><figcaption>A pesquisa para o projeto do Cpid foi realizada sob a coordena\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica do professor Paulo S\u00e9rgio de Paula Vargas e administrativa da professora Cristina Engel de Alvarez, ambos do Departamento de Arquitetura e Urbanismo, e contou com bolsistas de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. A constru\u00e7\u00e3o do Cpid foi executada pelo Instituto de Obras P\u00fablicas do Esp\u00edrito Santo (Iopes).&nbsp; Fonte: Divulga\u00e7\u00e3o\/ Governo do Esp\u00edrito Santo<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No Esp\u00edrito Santo, um exemplo bem-sucedido de parceria entre Universidade e Governo Estadual para aplica\u00e7\u00e3o de pesquisas relacionadas \u00e0 sustentabilidade foi a implanta\u00e7\u00e3o do Centro de Pesquisa, Inova\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Eliezer Batista da Silva (Cpid), inaugurado em julho deste ano, em Cariacica, na Grande Vit\u00f3ria. O pr\u00e9dio do Cpid \u2013 que tem o objetivo de oferecer aos pesquisadores condi\u00e7\u00f5es de desenvolver estudos e projetos em \u00e1reas estrat\u00e9gicas para o desenvolvimento do Esp\u00edrito Santo \u2013 foi constru\u00eddo a partir de inova\u00e7\u00f5es desenvolvidas no Laborat\u00f3rio de Planejamento e Projetos (LPP) da Ufes. Os pesquisadores vinculados ao Departamento de Arquitetura e Urbanismo utilizaram conceitos inovadores para o melhor aproveitamento de recursos naturais na constru\u00e7\u00e3o e no funcionamento de obras p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o professor Paulo Vargas, um dos coordenadores do LPP, na constru\u00e7\u00e3o dos 3.664 m\u00b2 do pr\u00e9dio foi utilizado o conceito de \u201cobra seca\u201d, que \u00e9 a substitui\u00e7\u00e3o de materiais tradicionais de constru\u00e7\u00e3o \u2013 como concreto, tijolo cer\u00e2mico e argamassa \u2013 por outros que podem ser reciclados ou reutilizados, como a\u00e7o, madeira, placas de OSB (sigla em ingl\u00eas para Painel de Tiras de Madeira Orientadas), chapas ciment\u00edcias, gesso e isopor. \u201cEsse sistema prop\u00f5e uma obra mais limpa, com menos desperd\u00edcio, mais r\u00e1pida e sustent\u00e1vel\u201d, afirma o pesquisador.<\/p>\n\n\n\n<p>Vargas assinala que o conceito \u201cretrofit\u201d tamb\u00e9m foi utilizado na obra, com o aproveitamento de uma antiga casa de estilo modernista. Ela foi recuperada e transformada em recep\u00e7\u00e3o e portal de acesso ao pr\u00e9dio, que \u00e9 feito por meio de uma torre e passarela suspensa. Quanto \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio do Centro de Pesquisas estadual, os recursos naturais ter\u00e3o papel de destaque. As \u00e1guas da chuva ser\u00e3o armazenadas em reservat\u00f3rios com capacidade de 80 mil litros e usadas para irrigar a&nbsp;\u00e1rea verde do Cpid. H\u00e1 tamb\u00e9m a previs\u00e3o de instala\u00e7\u00e3o de um sistema fotovoltaico para guardar energia solar.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto arquitet\u00f4nico do Centro de Pesquisas tamb\u00e9m considerou o melhor aproveitamento da luz natural, permitindo economia no consumo de energia el\u00e9trica, incluindo fachadas com o uso de brises \u2013 telas parecidas com grandes venezianas que funcionam como quebra sol, mantendo a ventila\u00e7\u00e3o, preservando os equipamentos e possibilitando economia e conforto.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Projetos de pesquisa<\/h3>\n\n\n\n<p>A meta do Cpid \u00e9 consolidar uma infraestrutura f\u00edsica necess\u00e1ria \u00e0 pesquisa e ao desenvolvimento tecnol\u00f3gico no Estado, com foco em \u00e1reas como Engenharia Ambiental, Tecnologia de Equipamentos, Tecnologia Industrial B\u00e1sica e Tecnologia de Informa\u00e7\u00e3o. No novo centro, funcionam os laborat\u00f3rios de Desenvolvimento de Pesquisas na \u00c1rea de Tecnologia de Equipamentos (Elem), coordenado pelo professor Marcelo Eduardo Vieira Segatto, do Departamento de Engenharia El\u00e9trica; e de T\u00e9cnicas Avan\u00e7adas de Diagn\u00f3stico e Controle Aplicados a Processos Industriais (IndControl), coordenado pelo professor Celso Jos\u00e9 Munaro, do mesmo departamento. Outros quatro laborat\u00f3rios s\u00e3o: Ensaios N\u00e3o Destrutivos (Labenden), do professor Marcelo Camargo Severo de Macedo, do Departamento de Engenharia Mec\u00e2nica; Caracteriza\u00e7\u00e3o F\u00edsica, Qu\u00edmica e Microbiol\u00f3gica (Lacar), coordenado pelo professor S\u00e9rvio T\u00falio Alves Cassini, do Departamento de Engenharia Ambiental; An\u00e1lise Ambiental (NAA), pelo professor Neyval Costa Reis Junior, do Departamento de Engenharia Ambiental; Informa\u00e7\u00f5es sobre \u00c1gua e Desenvolvimento Regional (Niades), do professor Edmilson Costa Teixeira, do mesmo departamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro laborat\u00f3rio \u00e9 o de Planejamento e An\u00e1lise do Desempenho para Redes Multim\u00eddia e Aplica\u00e7\u00e3o no Contexto de Cidades digitais (Cidig), do professor Maxwell Monteiro, do Instituto Federal do Esp\u00edrito Santo (Ifes). O Cpid \u00e9 resultado de parceria entre Ufes; Ifes; Empresa Financiadora de Estudos e Projetos (Finep); Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00f5es e Comunica\u00e7\u00f5es (MCTIC); Governo do Estado, por meio da Secretaria da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00e3o, Educa\u00e7\u00e3o Profissional (Secti); Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa e Inova\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo (Fapes) e Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>&#8211;&nbsp;Luiz Vital e N\u00e1bila Corr\u00eaa &#8211;&nbsp; Pesquisas do Departamento de Arquitetura e Urbanismo prop\u00f5em alternativas&nbsp;para minimizar impactos dos alagamentos nas cidades e desenvolver constru\u00e7\u00f5es&nbsp;que contribuam <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/12\/13\/solucoes-sustentaveis-para-as-cidades\/\" title=\"Solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis para as cidades\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":350,"featured_media":293,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[5,45,9],"tags":[],"class_list":["post-292","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-edicao-009","category-noticias"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",1920,1066,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",150,83,false],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",300,167,false],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",768,426,false],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",1024,569,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",1536,853,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",1920,1066,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",789,438,false],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",678,376,false],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",678,376,false],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",326,181,false],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/o-jardim-de-chuva-sp-prefeiturasp-post.jpg",80,44,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"lidia.hora","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/lidia_gurgel-neves-hora\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"&#8211;&nbsp;Luiz Vital e N\u00e1bila Corr\u00eaa &#8211;&nbsp; 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