{"id":3041,"date":"2023-09-05T13:00:00","date_gmt":"2023-09-05T16:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=3041"},"modified":"2023-09-18T13:58:46","modified_gmt":"2023-09-18T16:58:46","slug":"dispositivo-inova-o-diagnostico-de-doencas-cardiacas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2023\/09\/05\/dispositivo-inova-o-diagnostico-de-doencas-cardiacas\/","title":{"rendered":"Dispositivo inova o diagn\u00f3stico de doen\u00e7as card\u00edacas"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Ghenis&nbsp;Carlos Silva*<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um dispositivo desenvolvido no Laborat\u00f3rio de Telecomunica\u00e7\u00f5es da Ufes (LabTel), em parceria com o Centro de Pesquisa, Inova\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento&nbsp;(CPID), promete inovar o diagn\u00f3stico de doen\u00e7as card\u00edacas. Chamado <em>POFWave<\/em>, o dispositivo detecta a onda do pulso card\u00edaco, a velocidade e os batimentos card\u00edacos do paciente e,&nbsp;a partir disso, avalia os riscos de doen\u00e7as cardiovasculares. De baixo custo, o sensor tem sua parte mec\u00e2nica produzida em impressora 3D no Laborat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Por se tratar de um aparelho de f\u00e1cil manuseio, ele possibilita realizar o autoexame, descartando a necessidade de interven\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas. A partir da medi\u00e7\u00e3o da press\u00e3o em dois pontos distintos do paciente, \u00e9 poss\u00edvel verificar o atraso no batimento, evidenciando a presen\u00e7a de uma rigidez arterial. Essa, por sua vez, \u00e9 uma indica\u00e7\u00e3o do risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou de infartos.<\/p>\n\n\n\n<p>O sensor possui fibras \u00f3pticas polim\u00e9ricas, que permitem uma imunidade contra interfer\u00eancias eletromagn\u00e9ticas e maior velocidade na opera\u00e7\u00e3o do sistema. Ou seja, ser\u00e1 poss\u00edvel aferir&nbsp;o pulso durante o exame de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica, ao contr\u00e1rio dos aparelhos j\u00e1 existentes no mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando aplicamos o sensor em contato com a pele do paciente, a pulsa\u00e7\u00e3o causa uma varia\u00e7\u00e3o de pot\u00eancia na luz refletida para os sensores,&nbsp;sendo poss\u00edvel detectar a onda card\u00edaca. A avalia\u00e7\u00e3o da velocidade desse pulso tem papel importante no diagn\u00f3stico do envelhecimento arterial, atuando como fator preventivo de complica\u00e7\u00f5es mais s\u00e9rias\u201d, explica o aluno do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia El\u00e9trica da Ufes (PPGEE) e respons\u00e1vel pelo projeto, Weliton Marques.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Testes simulados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nos primeiros testes, que ocorreram com uma simula\u00e7\u00e3o dos batimentos card\u00edacos e pulso arterial, o dispositivo conseguiu obter os dados em diferentes dist\u00e2ncias, velocidades e valores de press\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAp\u00f3s a valida\u00e7\u00e3o na bateria de testes em bancada, o sensor passar\u00e1&nbsp;por novas avalia\u00e7\u00f5es, dessa vez em pessoas. Assim, vamos comparar o sensor desenvolvido com os outros dispositivos do mercado para atestar sua funcionalidade\u201d, declara Marques.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa \u00e9 fruto da parceria entre o LabTel, o CPID e o Laborat\u00f3rio i3N da Universidade de Aveiro, em Portugal. O projeto tamb\u00e9m conta com o apoio da Funda\u00e7\u00e3o de Apoio \u00e0 Pesquisa do Esp\u00edrito Santo (Fapes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) e do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><em>* Bolsista de projeto de Comunica\u00e7\u00e3o<br>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<br>Edi\u00e7\u00e3o: Thereza Marinho<\/em> e Sueli de Freitas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Chamado POFWave, o dispositivo detecta a onda do pulso card\u00edaco, a velocidade e os batimentos card\u00edacos do paciente e,\u00a0a partir disso, avalia os riscos de doen\u00e7as cardiovasculares.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":397,"featured_media":3042,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[7,9,47],"tags":[],"class_list":["post-3041","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-chamadinhas","category-noticias","category-online"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos.jpeg",360,240,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos-150x150.jpeg",150,150,true],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos-300x200.jpeg",300,200,true],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos.jpeg",360,240,false],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos.jpeg",360,240,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos.jpeg",360,240,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos.jpeg",360,240,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos.jpeg",360,240,false],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos.jpeg",360,240,false],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos.jpeg",360,240,false],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos-326x240.jpeg",326,240,true],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2023\/09\/dispositivo_problemas_cardiacos-80x60.jpeg",80,60,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"sueli.freitas","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/sueli_checon-de-freitas\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Chamado POFWave, o dispositivo detecta a onda do pulso card\u00edaco, a velocidade e os batimentos card\u00edacos do paciente e,\u00a0a partir disso, avalia os riscos de doen\u00e7as cardiovasculares.","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3041","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/397"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3041"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3041\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3046,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3041\/revisions\/3046"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3042"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3041"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3041"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3041"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}