{"id":320,"date":"2018-12-13T10:35:33","date_gmt":"2018-12-13T12:35:33","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=320"},"modified":"2019-08-08T12:24:36","modified_gmt":"2019-08-08T15:24:36","slug":"da-ufes-para-o-mundo-conheca-as-acoes-de-internacionalizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/12\/13\/da-ufes-para-o-mundo-conheca-as-acoes-de-internacionalizacao\/","title":{"rendered":"Da Ufes para o mundo: conhe\u00e7a as a\u00e7\u00f5es de internacionaliza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><em>\u2013 Lidia Neves \u2013<\/em><\/p>\n<p><em><strong> A mobilidade de docentes e estudantes para o exterior e a vinda de estrangeiros j\u00e1 acontecem de forma constante. Saiba tamb\u00e9m sobre os programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o que j\u00e1 s\u00e3o refer\u00eancia internacional<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Como aprimorar o papel da universidade, para que ela possa ser competitiva internacionalmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pesquisa e inova\u00e7\u00e3o e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o dos seus estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o? A internacionaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 parte importante da resposta a essa pergunta.<\/p>\n<p>Receber e enviar estudantes, professores e pesquisadores, fazer pesquisas em parceria com outros pa\u00edses e participar de eventos e publica\u00e7\u00f5es internacionais s\u00e3o algumas das formas pelas quais a Ufes tem buscado ampliar o alcance de sua atua\u00e7\u00e3o. &nbsp;\u201cQueremos ter visibilidade internacional e que a Ufes seja um destino para estudantes e pesquisadores\u201d, disse a secret\u00e1ria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da Universidade e professora de Engenharia Civil, Patr\u00edcia Cardoso.<\/p>\n<p>A mobilidade \u00e9 uma das partes mais consolidadas deste trabalho, segundo ela. Em 2018, a Ufes recebeu 37 alunos de gradua\u00e7\u00e3o e 42 de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, segundo dados da Secretaria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (SRI) e da Diretoria de Pesquisa da Pr\u00f3-Reitoria de Pesquisa e P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o (PRPPG). Em contrapartida, foram para o exterior 51 estudantes de gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na p\u00f3s, anualmente, cerca de 40 alunos passam de 3 a 12 meses em centros de pesquisa do exterior, em doutorados sandu\u00edche. Entre os professores, como mais de 80% j\u00e1 possuem doutorado, o mais comum \u00e9 se afastarem para o p\u00f3s-doutorado: dos cerca de 40 a 50 docentes que tiram licen\u00e7a por ano para desenvolver um projeto cient\u00edfico ou tecnol\u00f3gico, aproximadamente 20 se dirigem a universidades do exterior. Na outra dire\u00e7\u00e3o, atualmente seis professores visitantes estrangeiros lecionam na Ufes.<br \/>\nRespons\u00e1vel pela pol\u00edtica de internacionaliza\u00e7\u00e3o da Ufes, a Secretaria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais recebe quem chega, oferece oportunidades de mobilidade para a comunidade universit\u00e1ria, fomenta acordos e conv\u00eanios para ampliar as colabora\u00e7\u00f5es com institui\u00e7\u00f5es estrangeiras e apoia o aprimoramento em idiomas para fins acad\u00eamicos.<\/p>\n<h2>Acolhida aos estrangeiros<\/h2>\n<p>Para receber quem vem do exterior, a SRI elabora eventos e documentos que facilitam sua adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 Universidade e ao Brasil. Uma dessas iniciativas \u00e9 o programa Anjos na Ufes, em que volunt\u00e1rios da comunidade acad\u00eamica apoiam os estrangeiros rec\u00e9m-chegados com informa\u00e7\u00f5es para facilitar sua instala\u00e7\u00e3o e aproveitam para praticar idiomas. Em 2017, 145 alunos e servidores se inscreveram para ser \u201canjos\u201d.<\/p>\n<p>A Ufes tamb\u00e9m tem pol\u00edticas de assist\u00eancia aos estrangeiros para favorecer a sua perman\u00eancia, que incluem empr\u00e9stimo estendido de livros e&nbsp;acesso a curso de l\u00ednguas. A maior parte dos que fazem a gradua\u00e7\u00e3o completa participam do Programa de Estudantes-Conv\u00eanio de Gradua\u00e7\u00e3o (PEC-G), que oferece forma\u00e7\u00e3o superior a cidad\u00e3os de pa\u00edses em desenvolvimento. V\u00e1rios deles t\u00eam bolsa oferecida pelo pr\u00f3prio Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. &nbsp;Os que n\u00e3o recebem esse aux\u00edlio podem se cadastrar no Programa de Apoio ao Estudante Estrangeiro da Ufes (PAEES) e ter ainda acesso a&nbsp;aux\u00edlio alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tanto para os que saem quanto para os que chegam, a Pr\u00f3-Reitoria de Assuntos Estudantis e Cidadania (Proaeci) oferece ainda apoio psicol\u00f3gico. Para os estudantes que viajaram ao exterior, o atendimento \u00e9 feito via chamadas de v\u00eddeo.<\/p>\n<h2>P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o internacional<\/h2>\n<p>A internacionaliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 entre os crit\u00e9rios avaliados pela Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (Capes) para definir o conceito dos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Essa nota \u00e9 usada para definir a abertura e a manuten\u00e7\u00e3o de mestrados e doutorados e influencia a visibilidade das pesquisas e a capta\u00e7\u00e3o de recursos.<\/p>\n<p>Os indicadores variam conforme a \u00e1rea de conhecimento, mas em geral s\u00e3o considerados crit\u00e9rios como a presen\u00e7a de professores estrangeiros no programa, a participa\u00e7\u00e3o em comit\u00eas e diretorias de sociedades cient\u00edficas internacionais, a presen\u00e7a em eventos cient\u00edficos no exterior, a doc\u00eancia, a consultoria e a editoria de peri\u00f3dicos relativas a institui\u00e7\u00f5es de outros pa\u00edses, a inclus\u00e3o em interc\u00e2mbios e conv\u00eanios internacionais e a capta\u00e7\u00e3o de recursos para projeto de pesquisa em um cen\u00e1rio de competitividade mundial.<\/p>\n<p>\u201cA internacionaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 muito importante quando \u00e9 uma via de m\u00e3o dupla, ou seja, quando encontramos parceiros no exterior que querem e, principalmente, precisam colaborar em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou o diretor de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o da PRPPG, o professor de Ci\u00eancias Fisiol\u00f3gicas Jos\u00e9 Geraldo Mill.<\/p>\n<p>Segundo a pesquisa \u201cA internacionaliza\u00e7\u00e3o na Universidade Brasileira: Resultados do Question\u00e1rio Aplicado pela Capes\u201d, realizada em 2017, a mobilidade de docentes e discentes para outros pa\u00edses \u00e9 a parte mais bem resolvida da internacionaliza\u00e7\u00e3o e \u00e9 entendida como o principal mecanismo de acesso \u00e0s experi\u00eancias no exterior, \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de redes e ao estabelecimento de colabora\u00e7\u00f5es em pesquisa. J\u00e1 a atra\u00e7\u00e3o de professores estrangeiros e o aproveitamento dos que se qualificaram no exterior s\u00e3o apontadas como desafio priorit\u00e1rio, j\u00e1 que eles poderiam mobilizar suas redes externas para estabelecer interc\u00e2mbios e parcerias cient\u00edficas.<\/p>\n<p>Na Ufes, a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 diferente. \u201cAt\u00e9 aqui, nosso processo de internacionaliza\u00e7\u00e3o ficou mais focado na forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos no exterior. Daqui para a frente, h\u00e1 a necessidade de aumentar o grau de coopera\u00e7\u00e3o internacional. Para isso, precisamos melhorar as condi\u00e7\u00f5es institucionais para receber professores e estudantes estrangeiros, bem como aumentar os recursos para desenvolvimento destes interc\u00e2mbios\u201d, disse o professor Mill.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de artigos de professores da Ufes no exterior reflete o trabalho j\u00e1 realizado: em 2017, foram 1044 publica\u00e7\u00f5es em peri\u00f3dicos com circula\u00e7\u00e3o internacional, segundo a plataforma Scopus, o maior banco de dados de resumos e cita\u00e7\u00f5es da literatura com revis\u00e3o por pares. Desses, 20% foram feitos em colabora\u00e7\u00e3o com institui\u00e7\u00f5es estrangeiras. Al\u00e9m disso, foram registradas participa\u00e7\u00f5es de docentes em 332 eventos no exterior no mesmo ano, com a apresenta\u00e7\u00e3o de pelo menos um trabalho cient\u00edfico.<\/p>\n<p>Os programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o com maior inser\u00e7\u00e3o internacional s\u00e3o o de Doen\u00e7as Infecciosas (PPGDI) e o de Astrof\u00edsica, Cosmologia e Gravita\u00e7\u00e3o (PPG Cosmo), segundo o diretor de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o. As pesquisas sobre doen\u00e7as infecciosas j\u00e1 contam com colabora\u00e7\u00f5es de universidades norte-americanas h\u00e1 mais de 20 anos, com foco nas \u00e1reas de tuberculose, leishmaniose e Aids. O mestrado em Doen\u00e7as Infecciosas teve in\u00edcio em 2006 e se consolidou com a colabora\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es norte-americanas. O programa, que forma profissionais das diversas \u00e1reas das Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas e da Sa\u00fade, passou a contar com um doutorado em 2009. A partir de 2012, os estudantes passaram a ter forma\u00e7\u00e3o sandu\u00edche, com parte de suas pesquisas realizadas nos Estados Unidos, Portugal, Fran\u00e7a ou Inglaterra, entre outros pa\u00edses. Em 2013, estudantes estrangeiros passaram a integrar o programa e, em 2017, foi a vez de professores visitantes fortalecerem a internacionaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>J\u00e1 o PPG Cosmo foi criado em 2015 e tem o objetivo de formar doutores inseridos em um ambiente internacional. O estudante \u00e9 sempre co-orientado por um dos colaboradores do programa de universidade estrangeira \u2013 dos Estados &nbsp;Unidos, Fran\u00e7a, Alemanha e Reino Unido \u2013 e deve passar um ano na institui\u00e7\u00e3o no exterior. Essas universidades lideram cons\u00f3rcios internacionais de pesquisa, o que contribui para projetar o envolvimento dos doutorandos globalmente. Al\u00e9m disso, a metade dos doutorandos do programa \u00e9 de estrangeiros.<\/p>\n<figure id=\"attachment_323\" aria-describedby=\"caption-attachment-323\" style=\"width: 1513px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-323\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/12\/mapa.jpg\" alt=\"\" width=\"1513\" height=\"838\"><figcaption id=\"caption-attachment-323\" class=\"wp-caption-text\">A Ufes possui mais de 120 acordos de coopera\u00e7\u00e3o internacional vigentes. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/SRI-Ufes<\/figcaption><\/figure>\n<h2>Fomento<\/h2>\n<p>Para aumentar a coopera\u00e7\u00e3o internacional, a Ufes busca recursos para fomentar pesquisas e oportunidades de mobilidade para a comunidade acad\u00eamica. A SRI integra diversas redes mundiais com essa finalidade, bem como redes brasileiras, latino-americanas, europeias e de l\u00edngua portuguesa.<br \/>\nUma dessas associa\u00e7\u00f5es \u00e9 o Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras (GCUB), composto por 83 institui\u00e7\u00f5es brasileiras de Educa\u00e7\u00e3o Superior, que promove parcerias acad\u00eamicas com institui\u00e7\u00f5es de mais de 100 pa\u00edses. Entre elas est\u00e1 o Programa de Alian\u00e7as para a Educa\u00e7\u00e3o e a Capacita\u00e7\u00e3o (Paec), que concede bolsas de estudos integrais para cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o <em>stricto sensu<\/em> a estudantes dos demais pa\u00edses-membros da Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Americanos (OEA). A parceria com a OEA, a Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana da Sa\u00fade (OPAS\/OMS) e o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores brasileiros (MRE) j\u00e1 trouxe para a Ufes mais de 60 p\u00f3s-graduandos latino-americanos.<\/p>\n<p>Localmente, a Ufes integra a Rede de Internacionaliza\u00e7\u00e3o da Educa\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo (RIEES), em que atua no fomento de oportunidades internacionais em conjunto com outras cinco institui\u00e7\u00f5es de ensino superior. Um exemplo \u00e9 a a\u00e7\u00e3o integrada de recep\u00e7\u00e3o aos alunos internacionais.<\/p>\n<p>A Ufes possui 121 acordos de coopera\u00e7\u00e3o internacionais vigentes, que podem representar uma a\u00e7\u00e3o de toda a institui\u00e7\u00e3o ou alguma parceria espec\u00edfica, para pesquisa ou mobilidade por exemplo. Alguns deles s\u00e3o motivados por professores e outros s\u00e3o frutos de visitas diplom\u00e1ticas, em que os pa\u00edses tomam conhecimento das oportunidades de investir em pesquisas realizadas na Universidade. Al\u00e9m disso, a coopera\u00e7\u00e3o com outros pa\u00edses resulta tamb\u00e9m em a\u00e7\u00f5es culturais, como mostras de cinema.<\/p>\n<h2>L\u00ednguas<\/h2>\n<p>Para ampliar as possibilidades de internacionaliza\u00e7\u00e3o, a Ufes tamb\u00e9m busca aprimorar a profici\u00eancia em l\u00ednguas. \u201cPrecisamos ficar antenados com o que acontece. Para isso, as pessoas precisam ter mais base de idiomas, para podermos participar de pesquisas conjuntas com grupos internacionais\u201d, disse a professora Patr\u00edcia Cardoso. Entre as a\u00e7\u00f5es promovidas est\u00e3o a capacita\u00e7\u00e3o para participar de eventos e publicar artigos e cap\u00edtulos de livros em l\u00edngua estrangeira, a tradu\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o de artigos e os exames de profici\u00eancia em ingl\u00eas.<\/p>\n<p>E para os estrangeiros, a Ufes \u00e9 a aplicadora, no Esp\u00edrito Santo, do exame de Certifica\u00e7\u00e3o de Profici\u00eancia em L\u00edngua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras), o \u00fanico reconhecido oficialmente pelo governo brasileiro, al\u00e9m de oferecer aulas de portugu\u00eas para quem chega de outros pa\u00edses.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>\u2013 Lidia Neves \u2013 A mobilidade de docentes e estudantes para o exterior e a vinda de estrangeiros j\u00e1 acontecem de forma constante. 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