{"id":3371,"date":"2024-09-10T15:05:05","date_gmt":"2024-09-10T18:05:05","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=3371"},"modified":"2024-10-08T14:24:09","modified_gmt":"2024-10-08T17:24:09","slug":"mamao-capixaba-e-afetado-pela-doenca-da-meleira-e-pesquisa-propoe-solucao-a-partir-de-edicao-genetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2024\/09\/10\/mamao-capixaba-e-afetado-pela-doenca-da-meleira-e-pesquisa-propoe-solucao-a-partir-de-edicao-genetica\/","title":{"rendered":"Mam\u00e3o capixaba \u00e9 afetado pela doen\u00e7a da meleira e pesquisa prop\u00f5e solu\u00e7\u00e3o a partir de edi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica"},"content":{"rendered":"\n<p><em><strong>Ghenis Carlos<\/strong>*<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O mam\u00e3o capixaba \u00e9 refer\u00eancia nacional. Em 2022&nbsp; a produ\u00e7\u00e3o contabilizou 426 mil toneladas de mam\u00f5es. A safra corresponde a um faturamento de 1,2 bilh\u00f5es em 2022, segundo a Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca do Esp\u00edrito Santo (Seag). Contudo, a ocorr\u00eancia da doen\u00e7a da meleira do mam\u00e3o se apresenta como um desafio para os produtores. Nesse cen\u00e1rio, os pesquisadores do Laborat\u00f3rio de Biotecnologia Aplicada ao Agroneg\u00f3cio (LBAA) buscam atribuir maior resist\u00eancia viral \u00e0s plantas a partir de edi\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas com a tecnologia Crispr-Cas9.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"484\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.53.041-484x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3377\" style=\"width:408px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.53.041-484x1024.jpeg 484w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.53.041-142x300.jpeg 142w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.53.041.jpeg 605w\" sizes=\"auto, (max-width: 484px) 100vw, 484px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A doen\u00e7a da meleira do mam\u00e3o tem esse nome devido a uma infec\u00e7\u00e3o viral que expele o l\u00e1tex da planta de forma fluida e aquosa, deixando a fruta melada. Os primeiros casos relatados foram no Brasil durante os anos 1980. Posteriormente, a doen\u00e7a foi registrada em outros pa\u00edses que cultivam o mam\u00e3o. Os sintomas iniciais se manifestam apenas quando a planta come\u00e7a a florescer, apresentando folhas com aspecto queimado nas pontas e manchas rajadas. O sintoma t\u00edpico, a meleira, surge com os frutos.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA princ\u00edpio, n\u00e3o sab\u00edamos o que causava essa doen\u00e7a e ent\u00e3o descobriu-se que era provocada por um v\u00edrus. A meleira tem alta gravidade, podendo levar \u00e0 perda de 40% a 100% do pomar\u201d, explica a professora do Departamento de Ci\u00eancias Fisiol\u00f3gicas da Ufes Patr\u00edcia Fernandes, que integra o LBAA.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural do Esp\u00edrito Santo (Incaper-ES), a meleira do mam\u00e3o \u00e9 um dos principais problemas fitossanit\u00e1rios da cultura no estado. Fernandes pondera que no ES, nas \u00e1reas onde \u00e9 feito o roguing (corte das plantas contaminadas), a incid\u00eancia \u00e9 de 30 a 40%. \u201cMas onde n\u00e3o \u00e9 feito o corte \u00e9 muito maior, chegando a 100% da \u00e1rea plantada\u201d, afirma a docente.<\/p>\n\n\n\n<p>A legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica do Minist\u00e9rio da Agricultura prev\u00ea a interdi\u00e7\u00e3o de propriedades onde n\u00e3o for realizada a erradica\u00e7\u00e3o das plantas com sintomas de meleira. O Instituto de Defesa Agropecu\u00e1ria e do Esp\u00edrito Santo (Idaf), aponta que em 2023 foram realizadas inspe\u00e7\u00f5es fitossanit\u00e1rias em 427 propriedades, totalizando 629 lavouras e 6.756,37 hectares.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Biotecnologia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A t\u00e9cnica utilizada pelos pesquisadores para lidar com a doen\u00e7a da meleira do mam\u00e3o se apoia na biotecnologia. Essa \u00e9 uma \u00e1rea de conhecimento que estuda a diversidade gen\u00e9tica, o que a torna eficiente para desenvolver m\u00e9todos, diagn\u00f3sticos e estrat\u00e9gias de controle eficazes em casos virais. A aus\u00eancia de estudos sobre a meleira estimulou os pesquisadores a sequenciar geneticamente o v\u00edrus para obter um diagn\u00f3stico molecular.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cConseguimos um diagn\u00f3stico molecular e descobrimos que, na verdade, n\u00e3o era um v\u00edrus, mas dois. Um v\u00edrus era maior e o outro menor, chamamos de v\u00edrus 1 e v\u00edrus 2. Descobrimos, ainda, que o v\u00edrus maior possui aquela capa proteica, o caps\u00eddeo. O v\u00edrus menor n\u00e3o tem a capa e utiliza a capa do v\u00edrus maior. Tamb\u00e9m descobrimos que o v\u00edrus 1 n\u00e3o \u00e9 capaz de provocar a doen\u00e7a sozinho, ele precisa do v\u00edrus 2 para gerar a meleira do mam\u00e3o\u201d, detalha a professora<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.21.50-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3375\" style=\"width:413px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.21.50-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.21.50-300x225.jpeg 300w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.21.50-768x576.jpeg 768w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.21.50-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.21.50-678x509.jpeg 678w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.21.50-326x245.jpeg 326w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.21.50-80x60.jpeg 80w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/WhatsApp-Image-2024-09-10-at-14.21.50.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Pesquisadores em a\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Os pesquisadores utilizaram t\u00e9cnicas moleculares para avaliar a express\u00e3o de RNA e a express\u00e3o de prote\u00edna antes e depois do florescimento do mamoeiro. A partir desses estudos, alguns genes foram indicados como respons\u00e1veis pela aus\u00eancia de sintomas antes do florescimento. Com base nisso, \u00e9 poss\u00edvel modificar a planta geneticamente para que ela possa se tornar resistente, ou seja, n\u00e3o apresentar sintomas nem antes e nem depois do florescimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Crispr-Cas9<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Fernandes explica que as modifica\u00e7\u00f5es mais comuns para resist\u00eancia a v\u00edrus \u00e9 atrav\u00e9s de procedimentos transg\u00eanicos. O mam\u00e3o transg\u00eanico j\u00e1 existe e \u00e9 comumente comercializado pelo Hava\u00ed e pela China, demonstrando resist\u00eancia a um v\u00edrus espec\u00edfico, o do Mosaico. Por\u00e9m, o receio dos consumidores diante de alimentos transg\u00eanicos estimulou os pesquisadores da Ufes a trabalhar com a tecnologia Crispr-cas9, t\u00e9cnica que permite a edi\u00e7\u00e3o do DNA de organismos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente poderia tentar fazer um mam\u00e3o resistente \u00e0 meleira pelo mesmo m\u00e9todo de transgenia, mas percebe-se que h\u00e1 uma resist\u00eancia. Ent\u00e3o, n\u00f3s optamos por um outro m\u00e9todo que n\u00e3o \u00e9 transg\u00eanico mas cisg\u00eanico, manipulando o gene da pr\u00f3pria planta e n\u00e3o colocando um gene externo.. \u00c9 uma t\u00e9cnica moderna chamada Crispr, que inclusive foi Pr\u00eamio Nobel de duas mulheres em 2020\u201d, explica Fernandes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"503\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/Roguing-1024x503.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3378\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/Roguing-1024x503.jpeg 1024w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/Roguing-300x147.jpeg 300w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/Roguing-768x377.jpeg 768w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2024\/09\/Roguing.jpeg 1417w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Procedimento roguing em planta\u00e7\u00e3o de mam\u00e3o contaminada pela meleira <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A t\u00e9cnica utiliza duas mol\u00e9culas principais: uma enzima e um RNA guia. A enzima Cas9 funciona como uma tesoura que corta as fitas de DNA em um local espec\u00edfico do genoma. Para localizar esse local do genoma \u00e9 preciso de um RNA guia, uma sequ\u00eancia de nucleot\u00eddeos que direcionam o Cas9. A partir disso, \u00e9 poss\u00edvel copiar, acrescentar e apagar partes do DNA. O procedimento \u00e9 de baixo custo quando comparado com os m\u00e9todos transg\u00eanicos e de f\u00e1cil manuseio. A tecnologia pode ser usada para desenvolver novos alimentos, tratar doen\u00e7as e realizar in\u00fameras pesquisas gen\u00e9ticas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Financiamento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O estudo \u00e9 financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) que, recentemente, concedeu apoio para estabelecer um sistema de coopera\u00e7\u00e3o internacional. O LAAB conta, ainda, com os apoios da Funda\u00e7\u00e3o de Apoio \u00e0 Pesquisa do Esp\u00edrito Santo (Fapes) e da Financiadora de Estudos e Projetos(Finep). Al\u00e9m disso, os pesquisadores firmaram parcerias com institui\u00e7\u00f5es mexicanas h\u00e1 mais de 15 anos para lidar com a meleira do mam\u00e3o, promovendo interc\u00e2mbios e contribui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas.<\/p>\n\n\n\n<p><em>*Bolsista em projeto de comunica\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Edi\u00e7\u00e3o: Sueli de Freitas<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Imagens: acervo dos pesquisadores<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>O mam\u00e3o capixaba \u00e9 refer\u00eancia nacional. 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