{"id":3853,"date":"2025-12-15T15:21:22","date_gmt":"2025-12-15T18:21:22","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=3853"},"modified":"2026-01-13T17:43:14","modified_gmt":"2026-01-13T20:43:14","slug":"dois-estudos-da-ufes-contribuem-para-a-producao-cientifica-sobre-doenca-falciforme","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2025\/12\/15\/dois-estudos-da-ufes-contribuem-para-a-producao-cientifica-sobre-doenca-falciforme\/","title":{"rendered":"Dois estudos da Ufes contribuem para a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre doen\u00e7a falciforme"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Adriana Damasceno<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Ufes conduz duas pesquisas que abordam a doen\u00e7a falciforme sob diferentes perspectivas: uma dedicada \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o e ao acesso aos servi\u00e7os de sa\u00fade e outra \u00e0s altera\u00e7\u00f5es celulares relacionadas \u00e0 doen\u00e7a \u2013 uma condi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica heredit\u00e1ria, com poucas possibilidades de cura, que modifica a forma e o funcionamento dos gl\u00f3bulos vermelhos, comprometendo o transporte de oxig\u00eanio e desencadeando crises dolorosas, isquemia e outras complica\u00e7\u00f5es graves. O objetivo comum dos estudos \u00e9 ampliar a compreens\u00e3o dos impactos da enfermidade, que acomete entre 5% e 7% da popula\u00e7\u00e3o mundial, al\u00e9m de contribuir para o cuidado de popula\u00e7\u00f5es afetadas e para a melhoria do atendimento, do diagn\u00f3stico e da qualidade de vida dos pacientes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa&nbsp;<em>Caracteriza\u00e7\u00e3o topogr\u00e1fica e espectral de eritr\u00f3citos e drepan\u00f3citos por microscopia de for\u00e7a at\u00f4mica e Espectroscopia Raman<\/em>, que est\u00e1 sendo desenvolvido por Lizandra Sarmento no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Bioqu\u00edmica (PPGBiq\/Ufes) em parceria com o Instituto Federal do Esp\u00edrito Santo (Ifes), busca compreender os mecanismos celulares associados \u00e0 fisiopatologia da doen\u00e7a e gerar dados comparativos entre c\u00e9lulas normais e falc\u00eamicas, aperfei\u00e7oando o entendimento molecular e o potencial diagn\u00f3stico da condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 o estudo&nbsp;<em>Acesso aos servi\u00e7os de sa\u00fade por pessoas com doen\u00e7a falciforme em Angola<\/em>, conduzido pela pesquisadora angolana Suraya Roberto Filho no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade Coletiva (PPGSC\/Ufes), analisa como o sistema de sa\u00fade do pa\u00eds africano responde \u00e0s necessidades dessas pessoas, identificando barreiras, lacunas e desafios na organiza\u00e7\u00e3o do cuidado. O trabalho visa contribuir para a redu\u00e7\u00e3o dos efeitos adversos da doen\u00e7a mediante melhorias no sistema de sa\u00fade, elaborar recomenda\u00e7\u00f5es para formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, aprimorar pr\u00e1ticas assistenciais e fortalecer a coopera\u00e7\u00e3o cient\u00edfica entre Brasil e Angola.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As pessoas com doen\u00e7a falciforme podem apresentar sintomas como palidez ou icter\u00edcia, fraqueza, crises dolorosas frequentes em v\u00e1rias partes do corpo, incha\u00e7o das m\u00e3os e p\u00e9s (especialmente em crian\u00e7as), infec\u00e7\u00f5es recorrentes, atraso no crescimento, altera\u00e7\u00f5es visuais e, em casos mais graves, acidente vascular cerebral (AVC). O diagn\u00f3stico \u00e9 realizado principalmente pela triagem neonatal, conhecida como teste do pezinho, preferencialmente entre o terceiro e quinto dia de vida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Abordagem molecular<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"581\" height=\"360\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Sangue.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3857\" style=\"width:494px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Sangue.png 581w, https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Sangue-300x186.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 581px) 100vw, 581px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No estudo desenvolvido pela biom\u00e9dica Sarmento o foco \u00e9 a investiga\u00e7\u00e3o molecular da doen\u00e7a falciforme. Orientada pelas professoras Marcella Porto (PPGBiq\/Ufes e Ifes) e Gl\u00f3ria Vi\u00e9gas (Ifes), a pesquisa combina Microscopia de For\u00e7a At\u00f4mica e Espectroscopia Raman para observar, em detalhes, como as hem\u00e1cias normais e falc\u00eamicas se diferenciam em estrutura, rigidez e composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica. Segundo a pesquisadora, essas an\u00e1lises permitem identificar marcadores que podem tornar o diagn\u00f3stico mais preciso e auxiliar no acompanhamento cl\u00ednico, favorecendo interven\u00e7\u00f5es personalizadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre 2014 e 2020, o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) registrou 1.087 novos casos de crian\u00e7as diagnosticadas com doen\u00e7a falciforme no Brasil, uma incid\u00eancia de cerca de quatro casos a cada dez mil nascidos vivos. O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade estima que haja, atualmente, entre 60 mil e cem mil pacientes com a patologia no pa\u00eds. \u201cA doen\u00e7a falciforme tem alta preval\u00eancia, especialmente em popula\u00e7\u00f5es afrodescendentes, e representa um importante desafio para a sa\u00fade p\u00fablica devido \u00e0 sua complexidade cl\u00ednica e ao impacto significativo na qualidade de vida. Embora haja avan\u00e7os no manejo cl\u00ednico, ainda existem lacunas no entendimento das caracter\u00edsticas biom\u00e9dicas e das varia\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, o que limita o desenvolvimento de tecnologias diagn\u00f3sticas e terap\u00eauticas eficazes\u201d, ressalta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo ela, o uso de t\u00e9cnicas precisas possibilita um diagn\u00f3stico precoce e sens\u00edvel, al\u00e9m de um monitoramento detalhado da progress\u00e3o da doen\u00e7a, permitindo ajustes terap\u00eauticos personalizados mais adequados: \u201cCom os dados obtidos sobre altera\u00e7\u00f5es na rigidez da membrana celular e nos compostos moleculares, os profissionais de sa\u00fade podem compreender melhor as varia\u00e7\u00f5es fenot\u00edpicas e desenvolver planos de cuidado individualizados, contribuindo para um manejo cl\u00ednico mais eficaz e para a preven\u00e7\u00e3o de complica\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As amostras utilizadas s\u00e3o coletadas em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Esp\u00edrito Santo (Hemoes). As an\u00e1lises por microscopia \u00f3ptica, for\u00e7a at\u00f4mica e Espectroscopia Raman ocorrem no Laborat\u00f3rio Multiusu\u00e1rio de Experimenta\u00e7\u00e3o (LabMInst\/Ufes), no Grupo de Estudos em Microscopia (Gem\/Ifes) e no Programa Interdisciplinar de Promo\u00e7\u00e3o e Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade (Pipas\/Ifes). \u201cUfes e Ifes s\u00e3o institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas comprometidas com ensino, pesquisa e extens\u00e3o. S\u00e3o, portanto, institui\u00e7\u00f5es irm\u00e3s que desenvolvem diversas parcerias e este projeto \u00e9 mais uma delas, contribuindo com informa\u00e7\u00f5es qualificadas sobre a doen\u00e7a falciforme, muitas vezes negligenciadas pela comunidade\u201d, destaca a coorientadora Vi\u00e9gas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sa\u00fade em Angola<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufes.br\/system\/files\/styles\/cke_media_resize_medium\/private\/2025-12\/saude_em_angola_oms_africa.jpg?itok=diuczO8R\" alt=\"Foto de um m\u00e9dico atendendo uma mulher em um hospital de Angola\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Em Angola, a doen\u00e7a atinge cerca de 20% da popula\u00e7\u00e3o<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A soci\u00f3loga Suraya Roberto Filho concentra seu estudo nas barreiras enfrentadas por pessoas com doen\u00e7a falciforme em Angola \u2013 um grupo expressivo, j\u00e1 que a condi\u00e7\u00e3o atinge cerca de 20% da popula\u00e7\u00e3o. Para compreender como os servi\u00e7os de sa\u00fade s\u00e3o organizados e como esses usu\u00e1rios conseguem (ou n\u00e3o) acessar os cuidados necess\u00e1rios, a pesquisadora analisa documentos oficiais, como legisla\u00e7\u00f5es e diretrizes, examina pol\u00edticas p\u00fablicas e realiza entrevistas com profissionais e gestores de Luanda, capital do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Orientada pelas professoras da Ufes Carolina Esposti e Luciana Nascimento, a pesquisadora verificou que seu pa\u00eds apresenta uma distribui\u00e7\u00e3o desigual de unidades de sa\u00fade e de determinantes sociais do cuidado, situa\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m se reflete na disponibilidade de profissionais, medicamentos e equipamentos, predominantemente concentrados em \u00e1reas urbanas. \u201cIsso dificulta a padroniza\u00e7\u00e3o do acesso das pessoas com doen\u00e7a falciforme, que, infelizmente, t\u00eam um quadro fisiopatol\u00f3gico muito inst\u00e1vel. O deslocamento em busca de atendimento gera custos adicionais, o que contribui para a aus\u00eancia de estat\u00edsticas confi\u00e1veis sobre essas patologia\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a pesquisadora, estudar remotamente sobre a doen\u00e7a, tendo Angola como contexto de investiga\u00e7\u00e3o, representa uma motiva\u00e7\u00e3o \u201cpatri\u00f3tica, social e pol\u00edtica\u201d e uma forma de contribuir com seu pa\u00eds. Segundo ela, a forma\u00e7\u00e3o em uma institui\u00e7\u00e3o brasileira \u2013 \u201cpa\u00eds com a maior di\u00e1spora africana com a doen\u00e7a falciforme\u201d \u2013 tem ampliado seu desenvolvimento acad\u00eamico, oferecendo acesso \u00e0 literatura atualizada, debates metodol\u00f3gicos e compara\u00e7\u00f5es internacionais: \u201cO Brasil possui uma cultura de produ\u00e7\u00e3o, comprometimento e promo\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de destaque e que muito admiro\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Limita\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufes.br\/system\/files\/2025-12\/whatsapp_image_2025-11-27_at_11.26.58.jpeg\" alt=\"Foto da tela do computador onde acontece uma reuni\u00e3o on-line entre as pesquisadoras\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>O ambiente virtual ajuda a superar barreiras geogr\u00e1ficas<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Roberto Filho reconhece que a dist\u00e2ncia imp\u00f5e limites, como a impossibilidade de observar diretamente os servi\u00e7os de sa\u00fade ou realizar entrevistas presenciais, mas afirma que essas dificuldades t\u00eam se mostrado transformadoras. \u201cA experi\u00eancia e o profissionalismo da minha orientadora e coorientadora me permitem desenvolver estrat\u00e9gias metodol\u00f3gicas mais colaborativas, envolvendo pessoas que est\u00e3o em Angola. Isso fortalecer\u00e1 a credibilidade e a contextualiza\u00e7\u00e3o dos resultados desse rico estudo. Felizmente, o ambiente virtual tamb\u00e9m tem o seu lugar na pesquisa cient\u00edfica e tem me auxiliado bastante nessa jornada\u201d, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A coorientadora Nascimento acrescenta que produzir conhecimento com recursos limitados e enfrentar barreiras geogr\u00e1ficas e culturais \u00e9 desafiador, mas avalia que a experi\u00eancia tem sido enriquecedora gra\u00e7as ao trabalho conjunto do grupo interprofissional. Segundo ela, a colabora\u00e7\u00e3o e a diversidade de forma\u00e7\u00f5es das pesquisadoras fortalecem o percurso investigativo e ser\u00e3o essenciais para a conclus\u00e3o do estudo. \u201cO desenvolvimento da pesquisa no \u00e2mbito da Ufes \u00e9 estrat\u00e9gico para o \u00eaxito dos objetivos propostos, considerando sua capacidade instalada e a trajet\u00f3ria consolidada da Universidade em a\u00e7\u00f5es de pesquisa, ensino e extens\u00e3o, realizadas em \u00e2mbito nacional e internacional\u201d, conclui.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa de Roberto Filho tem previs\u00e3o de conclus\u00e3o em agosto do pr\u00f3ximo ano, enquanto a de Sarmento deve ser finalizada entre maio e junho de 2027.&nbsp;<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Fotos: Biblioteca Virtual de Enfermagem, Ag\u00eancia Senado, OMS e arquivo das pesquisadoras<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Edi\u00e7\u00e3o: Thereza Marinho<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>A condi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica heredit\u00e1ria que modifica a forma e o funcionamento dos gl\u00f3bulos vermelhos, comprometendo o transporte de oxig\u00eanio; pode ser descoberta cedo por meio do teste do pezinho &#8211; Foto: Edilson Rodrigues\/Ag\u00eancia Senado<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":397,"featured_media":3856,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[7,9,47],"tags":[333,133,334,29],"class_list":["post-3853","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-chamadinhas","category-noticias","category-online","tag-doenca-falciforme","tag-pesquisa","tag-teste-do-pezinho","tag-ufes"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado.jpeg",677,450,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado-150x150.jpeg",150,150,true],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado-300x199.jpeg",300,199,true],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado.jpeg",677,450,false],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado.jpeg",677,450,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado.jpeg",677,450,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado.jpeg",677,450,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado-677x438.jpeg",677,438,true],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado-677x381.jpeg",677,381,true],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado.jpeg",677,450,false],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado-326x245.jpeg",326,245,true],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2025\/12\/Teste-do-pezinho-Edilson-Rodrigues-Ag-Senado-80x60.jpeg",80,60,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"sueli.freitas","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/sueli_checon-de-freitas\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A condi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica heredit\u00e1ria que modifica a forma e o funcionamento dos gl\u00f3bulos vermelhos, comprometendo o transporte de oxig\u00eanio; pode ser descoberta cedo por meio do teste do pezinho - Foto: Edilson Rodrigues\/Ag\u00eancia Senado","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3853","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/397"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3853"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3853\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3859,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3853\/revisions\/3859"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3856"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3853"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3853"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3853"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}