{"id":468,"date":"2019-08-12T14:49:49","date_gmt":"2019-08-12T17:49:49","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=468"},"modified":"2019-09-13T10:28:58","modified_gmt":"2019-09-13T13:28:58","slug":"laboratorio-da-ufes-e-destaque-nas-pesquisas-em-aquicultura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2019\/08\/12\/laboratorio-da-ufes-e-destaque-nas-pesquisas-em-aquicultura\/","title":{"rendered":"Laborat\u00f3rio da Ufes \u00e9 destaque nas pesquisas em aquicultura"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align:left\"><em>\u2013 Por C\u00e1ssia Rocha<\/em> \u2013 <\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>A atividade cresce rapidamente em v\u00e1rios pa\u00edses e \u00e9 promissora para a seguran\u00e7a alimentar mundial. Pesquisadores da Base Oceanogr\u00e1fica da Ufes pretendem compartilhar o conhecimento cient\u00edfico sobre a pr\u00e1tica com a comunidade, a fim de otimizar a atividade pesqueira do estado<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A aquicultura ou cultivo de organismos aqu\u00e1ticos consiste na cria\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o de peixes, algas, crust\u00e1ceos ou moluscos em ambientes confinados e sob condi\u00e7\u00f5es controladas. <\/p>\n\n\n\n<p>Uma das vantagens desse modelo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pesca explorat\u00f3ria \u00e9 a preserva\u00e7\u00e3o dos ecossistemas  mar\u00edtimos, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 o risco de extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies na cria\u00e7\u00e3o em cativeiro. Estudos da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO) mostram que 80% dos estoques pesqueiros est\u00e3o sobre-explorados, o que indica a import\u00e2ncia da aquicultura para a seguran\u00e7a alimentar. Estimativas da FAO apontam que este ser\u00e1 o setor produtor de alimentos que mais crescer\u00e1 no mundo. Al\u00e9m disso, o cultivo \u00e9 mais previs\u00edvel, o que aumenta a homogeneidade dos alimentos e reduz os custos, garantindo um produto mais barato. <\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de ter sido introduzida no Brasil h\u00e1 mais de um s\u00e9culo, a aquicultura ainda est\u00e1 nos primeiros passos, se comparada a outras atividades de produ\u00e7\u00e3o animal em que o pa\u00eds se destaca mundialmente.A participa\u00e7\u00e3o brasileira no cultivo de organismos aqu\u00e1ticos \u00e9 de cerca de 0,8%, aponta a FAO.<\/p>\n\n\n\n<p> A produ\u00e7\u00e3o nacional se baseia principalmente em unidades de pequena escala (com exce\u00e7\u00e3o do camar\u00e3o marinho, que corresponde a at\u00e9 14% do total). S\u00e3o aproximadamente cem mil fazendas aqu\u00edcolas, ocupando 80 mil hectares, o que equivale ao territ\u00f3rio do munic\u00edpio capixaba de Cachoeiro de Itapemirim. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa), a \u00e1rea ocupada \u00e9 semelhante a dos principais  pa\u00edses produtores, e, devido \u00e0 grande regi\u00e3o costeira e ao clima, o Brasil tem potencial para ampliar a atividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, a aquicultura despertou o interesse de pesquisadores de v\u00e1rios lugares do mundo, inclusive de estudiosos da Ufes que atuam na Base Oceanogr\u00e1fica localizada em Santa Cruz, no munic\u00edpio de Aracruz. Tr\u00eas unidades constituem os Laborat\u00f3rios Integrados da Base Oceanogr\u00e1fica e trabalham de forma integrada na tem\u00e1tica da aquicultura: o Laborat\u00f3rio de Zoopl\u00e2ncton, o de Ecotoxicologia e o de Cultivo de Organismos Marinhos (LabCOM).<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"2016\" height=\"1512\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/Verificando-as-condi\u00e7\u00f5es-dos-peixes-do-Projeto-da-FAPES.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-575\" \/><figcaption>Professor Luiz Fernando Loureiro Fernandes coordena os Laborat\u00f3rios Integrados da Base Oceanogr\u00e1fica. Foto: Acervo pessoal<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Da microalga ao peixe <\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A Base Oceanogr\u00e1fica est\u00e1 instalada em espa\u00e7o cedido pela prefeitura de  Aracruz, onde h\u00e1 \u00e1gua com qualidade adequada para a aquicultura. Al\u00e9m disso, o munic\u00edpio conta com ampla oferta de esp\u00e9cies nativas, localiza-se em uma regi\u00e3o de grande desembarque pesqueiro e tem intensa atividade nesse ramo, com destaque para o camar\u00e3o e o robalo.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipe de pesquisadores conta com bolsistas de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, mestrandos, doutorandos e p\u00f3s-doutorandos auxiliados por t\u00e9cnicos de laborat\u00f3rio, sob coordena\u00e7\u00e3o do professor Luiz Fernando Loureiro Fernandes. Como a maioria dos estudantes reside na Grande Vit\u00f3ria, um dos desafios para desenvolver os estudos \u00e9 o transporte at\u00e9 a Base.<\/p>\n\n\n\n<p>No laborat\u00f3rio, s\u00e3o desenvolvidos projetos de pesquisa e inova\u00e7\u00e3o em larvicultura, alimenta\u00e7\u00e3o de organismos, desova e repovoamento de esp\u00e9cies amea\u00e7adas por sobre-explora\u00e7\u00e3o. \u201cO objetivo do LabCOM \u00e9 disponibilizar para a comunidade local pacotes tecnol\u00f3gicos compostos por pesquisas relacionadas \u00e0 vida marinha, a fim de otimizar a atividade pesqueira do estado. A aquicultura \u00e9 o principal objeto de estudo atualmente\u201d, diz Fernandes.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"2016\" height=\"1512\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/Captura-dos-peixes-do-projeto-da-FAPES.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-576\" \/><figcaption>Foco do Laborat\u00f3rio \u00e9 em pesquisas sobre a cadeia alimentar da aquicultura. Foto: Acervo pessoal<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>As pesquisas relativas \u00e0 aquicultura incluem toda a cadeia alimentar. \u201cA base \u00e9 o cultivo de microalgas. Elas servem de alimento para os zoopl\u00e2nctons, que v\u00eam logo acima na cadeia alimentar. Temos outro<br> laborat\u00f3rio para cultivo do zoopl\u00e2ncton, que \u00e9 alimento vivo para as larvas de peixe\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>O laborat\u00f3rio come\u00e7ou com estudos sobre caranguejo-u\u00e7\u00e1, o que lhe rendeu o Pr\u00eamio Mercocidades, em 2011. O projeto feito junto \u00e0 prefeitura de Vit\u00f3ria visou ao repovoamento da esp\u00e9cie. \u201cOs caranguejos sofrem sobrecata. Al\u00e9m disso, na d\u00e9cada passada, a chamada doen\u00e7a do caranguejo let\u00e1rgico acometeu a regi\u00e3o. As popula\u00e7\u00f5es ainda est\u00e3o em fase de recupera\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que demoram cerca de sete anos para se desenvolver e os manguezais sofrem impacto direto por polui\u00e7\u00e3o e ocupa\u00e7\u00e3o\u201d, destaca o coordenador. Depois dessa pesquisa, o laborat\u00f3rio ampliou o seu trabalho e incluiu os peixes, porque era uma demanda social. Foram realizados experimentos, principalmente para a engorda de algumas esp\u00e9cies. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Potencial n\u00e3o explorado <\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O Esp\u00edrito Santo possui uma grande diversidade de esp\u00e9cies nativas  altamente favor\u00e1veis ao desenvolvimento da aquicultura, por\u00e9m, para Fernandes, esse potencial n\u00e3o \u00e9 aproveitado: \u201cA t\u00e9cnica quase n\u00e3o \u00e9 utilizada no estado. Predomina a pesca em mar aberto, na regi\u00e3o costeira. Hoje se tem basicamente o cultivo que ocorre em Guarapari\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do professor, o m\u00e9todo mais adequado para o Esp\u00edrito Santo \u00e9 a maricultura, ou seja, a aquicultura desenvolvida exclusivamente em \u00e1gua salgada. Nessa modalidade, os organismos s\u00e3o mantidos em seu habitat natural, por\u00e9m se delimita a \u00e1rea a que eles ter\u00e3o acesso. A maricultura<br> \u00e9 mais utilizada no Brasil para o cultivo de camar\u00f5es, ostras e mariscos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA aquicultura ainda vai ter um grande impacto sobre a alimenta\u00e7\u00e3o, porque o estado tem um grande problema com sobrepesca e uma s\u00e9rie de outros impactos antr\u00f3picos que afetam a qualidade do pescado, principalmente depois do desastre no Rio Doce. O laborat\u00f3rio acompanha o desenvolvimento das esp\u00e9cies nativas para tentar minimizar esses impactos\u201d, salienta Fernandes. O professor acrescenta que novas pesquisas buscam promover a\u00e7\u00f5es de repovoamento, por meio da introdu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies que perderam popula\u00e7\u00e3o devido \u00e0 trag\u00e9dia.<\/p>\n\n\n\n<p>No intuito de ampliar a atua\u00e7\u00e3o dos laborat\u00f3rios, encontra-se em andamento um projeto de adequa\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es visando a pesquisas voltadas para a larvicultura de esp\u00e9cies marinhas nativas. Tais estudos subsidiar\u00e3o programas governamentais de incentivo a projetos de maricultura para os pescadores artesanais do Esp\u00edrito Santo e demais entidades interessadas. As pesquisas tamb\u00e9m t\u00eam em mira a recomposi\u00e7\u00e3o dos estoques pesqueiros por meio do repovoamento das esp\u00e9cies amea\u00e7adas ou de interesse econ\u00f4mico.<br> <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"2016\" height=\"1512\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/06\/An\u00e1lise-do-material-da-rede-Rio-Doce-Mar-RRDM.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-470\" \/><figcaption>Estudos se iniciam na microalga. Foto: Acervo pessoal<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Presente e futuro<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Atualmente, a equipe desenvolve um projeto inovador com o peixe vermelho dent\u00e3o (<em>Lutjanus jocu<\/em>), para fazer sua desova em laborat\u00f3rio, o que ser\u00e1 realizado pela primeira vez. O LabCOM tem as esp\u00e9cies que comp\u00f5em todo o ciclo da cadeia alimentar, desde a base at\u00e9 o topo: quando os peixes se reproduzirem, j\u00e1 haver\u00e1 alimento para as larvas. \u201cO laborat\u00f3rio acompanha todas as fases, desde que a f\u00eamea produz o alevino, at\u00e9 o desenvolvimento dele nos primeiros est\u00e1gios, juvenis\u201d, ressalta Fernandes.<\/p>\n\n\n\n<p>A iniciativa \u00e9 financiada pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa e Inova\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo (Fapes) e tem parceria com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural (Incaper) e com o Instituto Federal do Esp\u00edrito Santo (Ifes, campus de Pi\u00fama). O Incaper \u00e9 respons\u00e1vel por providenciar o alimento vivo para os rec\u00e9m-nascidos e por produzir a ra\u00e7\u00e3o; o Ifes se encarrega do fornecimento de \u00f3leos para incrementar a ra\u00e7\u00e3o e ainda da reutiliza\u00e7\u00e3o do refugo da pesca para alimenta\u00e7\u00e3o dos peixes. O objetivo do projeto \u00e9 fechar todo o ciclo de desenvolvimento dessa esp\u00e9cie: da reprodu\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de alevinos, alimenta\u00e7\u00e3o com alimento vivo, desmame (in\u00edcio do uso da ra\u00e7\u00e3o) e crescimento, at\u00e9 chegar \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o, feita pela comunidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os programas em andamento, tamb\u00e9m est\u00e1 a cria\u00e7\u00e3o de mis\u00eddeos (grupos de crust\u00e1ceos) em laborat\u00f3rio para estudos ecotoxicol\u00f3gicos e alimentares, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfi co e Tecnol\u00f3gico (CNPq). \u201cAl\u00e9m desses, temos um projeto com tainhas e outro que visa ao aproveitamento do resto de alimento vivo, que \u00e9 trabalhado com cop\u00e9podos (microcrust\u00e1ceos), ambos em parceria com o Incaper. E temos o cultivo de microalgas, que \u00e9 uma atividade cont\u00ednua. Por conta da restri\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o, \u00e9 o que \u00e9 poss\u00edvel ser feito\u201d, destaca o coordenador. <\/p>\n\n\n\n<p>Os estudos buscam se dedicar a esp\u00e9cies que t\u00eam melhor crescimento e que se revertem em maior benef\u00edcio para a comunidade como fonte de renda. O professor destaca que \u201co objetivo de gerar este \u2018pacote tecnol\u00f3gico\u2019, este modo de fazer a coisa, \u00e9 transferir o conhecimento para a comunidade\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>Os dados gerados nos Laborat\u00f3rios Integrados s\u00e3o tabulados, para tra\u00e7ar diagn\u00f3sticos e cen\u00e1rios futuros. \u201cAs pesquisas s\u00e3o desenvolvidas por meio de tentativas, testes aplicados em cada esp\u00e9cie. Toda a informa\u00e7\u00e3o obtida passa a fazer parte de um \u2018pacote tecnol\u00f3gico\u2019 que serve de base para os pr\u00f3ximos experimentos do laborat\u00f3rio\u201d, afirma Fernandes. Os dados poder\u00e3o suprir a aus\u00eancia de estat\u00edsticas e estudos sobre o setor da aquicultura e seu desenvolvimento produtivo, al\u00e9m de serem usados para o planejamento de pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>\u2013 Por C\u00e1ssia Rocha \u2013 A atividade cresce rapidamente em v\u00e1rios pa\u00edses e \u00e9 promissora para a seguran\u00e7a alimentar mundial. 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