{"id":510,"date":"2019-09-11T12:08:21","date_gmt":"2019-09-11T15:08:21","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=510"},"modified":"2019-09-11T12:08:22","modified_gmt":"2019-09-11T15:08:22","slug":"projeto-analisa-a-influencia-entre-a-literatura-e-a-musica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2019\/09\/11\/projeto-analisa-a-influencia-entre-a-literatura-e-a-musica\/","title":{"rendered":"Projeto analisa a influ\u00eancia entre a literatura e a m\u00fasica"},"content":{"rendered":"\n<p>\u2013<em> Por Jorge Medina e Lidia Neves<\/em> \u2013<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>N\u00facleo de Estudos Liter\u00e1rios e Musicol\u00f3gicos se dedica a pesquisar as intersec\u00e7\u00f5es entre esses dois campos art\u00edsticos<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A literatura e a m\u00fasica s\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas que acompanham  o ser humano desde os prim\u00f3rdios. Provocam sensa\u00e7\u00f5es, emo\u00e7\u00f5es, revoltas, den\u00fancias, compaix\u00e3o e efeitos est\u00e9ticos que ajudam a entender melhor as pessoas, o mundo e a n\u00f3s mesmos. S\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es que mexem com o imagin\u00e1rio coletivo da sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>Os grandes compositores \u2013 como Beethoven, Mozart, Noel Rosa e Caetano Veloso \u2013 e escritores \u2013 a exemplo de Dostoi\u00e9vski, Jos\u00e9 Saramago, Cam\u00f5es e Clarice Lispector \u2013 deixaram obras que emocionam e ficar\u00e3o eternizadas ao longo dos s\u00e9culos.<\/p>\n\n\n\n<p> A m\u00fasica e a literatura sempre estiveram correlacionadas com a hist\u00f3ria da humanidade. O texto liter\u00e1rio adapta-se perfeitamente \u00e0 m\u00fasica e vice-versa. Um exemplo dessa intera\u00e7\u00e3o se encontra na can\u00e7\u00e3o Monte Castelo, do grupo Legi\u00e3o Urbana, na voz de Renato Russo, que incorpora trechos do poema de Lu\u00eds Vaz de Cam\u00f5es Amor \u00e9 fogo que arde sem se ver. O teatro \u00e9 outro exemplo que, al\u00e9m de ser literatura, tamb\u00e9m se conecta com a m\u00fasica para compor e enriquecer. <\/p>\n\n\n\n<p>Pensando nessa uni\u00e3o art\u00edstica, a professora Viviana M\u00f3nica Vermes, do Centro de Artes, fundou em 2006 o N\u00facleo de Estudos Liter\u00e1rios e Musicol\u00f3gicos (NELM), coordenado por ela. O n\u00facleo pesquisa as diversas maneiras por meio das quais a m\u00fasica e a literatura se sobrep\u00f5em e se alimentam reciprocamente. \u201cOs objetos de estudo no N\u00facleo variam: podem ser obras musicais ou liter\u00e1rias ou aspectos ligados aos circuitos e pr\u00e1ticas. Variam tamb\u00e9m as perspectivas de an\u00e1lise, compreendendo a musicologia, os estudos liter\u00e1rios, a hist\u00f3ria e a comunica\u00e7\u00e3o social\u201d, explica M\u00f3nica Vermes, que \u00e9 professora do Detam e dos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Letras e em Comunica\u00e7\u00e3o e Territorialidades.<\/p>\n\n\n\n<p> A pesquisadora aponta que um dos temas centrais de sua investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre o erudito e o popular. \u201cEntendo que pensar a m\u00fasica e a hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira a partir dessa dicotomia \u00e9 empobrecedor, pois tende a desprezar peculiaridades, tr\u00e2nsitos e zonas de fronteira que s\u00e3o especialmente caracter\u00edsticos no caso da m\u00fasica brasileira\u201d, relata.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos estudos de destaque no N\u00facleo que exemplifica essa abordagem \u00e9 o M\u00fasica nos teatros cariocas: repert\u00f3rio, recep\u00e7\u00e3o e pr\u00e1ticas culturais, com an\u00e1lise concentrada no per\u00edodo entre 1890 e 1920. Para o projeto, a professora M\u00f3nica recebeu financiamento pelo edital universal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) de 2012, e posteriormente foi contemplada com uma bolsa de apoio \u00e0 pesquisa da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional em 2016.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"471\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/Chiquinha_Gonzaga-imagempequena-dominiopublico.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-556\" \/><figcaption>Chiquinha Gonzaga. Foto: Dom\u00ednio p\u00fablico<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Na pesquisa, foi realizado um levantamento sistem\u00e1tico do que ocorria a cada dia, em cada teatro do Rio de Janeiro, entre 1890 e 1920. \u201cOs dados elucidam, por exemplo, sobre o processo din\u00e2mico de uma pe\u00e7a em cartaz: n\u00e3o se tratava sempre da mesma apresenta\u00e7\u00e3o, mas, \u00e0 medida que a temporada se estendia, eram inclu\u00eddas novas cenas, novos cen\u00e1rios, nova m\u00fasica. \u00c9 interessante tamb\u00e9m pois esclarece o teor da m\u00fasica realizada nas pe\u00e7as: quando se tratava de pe\u00e7as estrangeiras, muito frequentemente a parte musical era adaptada, incluindo pe\u00e7as de compositores ou compositoras locais, como Chiquinha Gonzaga\u201d, explica a professora, que pretende usar a cole\u00e7\u00e3o de dados levantados para futuras pesquisas.<\/p>\n\n\n\n<p>Como desdobramento da iniciativa anterior, o N\u00facleo tamb\u00e9m estuda os Circuitos musicais e conflitos culturais no Rio de Janeiro da&nbsp;Belle \u00c9poque&nbsp;(1890-1920), projeto que contou com bolsa de produtividade em pesquisa, tamb\u00e9m do CNPq, em 2017. \u201cOs dados coletados nesse projeto nos permitem observar o dia a dia de parte significativa da vida musical carioca: o tr\u00e2nsito de m\u00fasicos, os repert\u00f3rios e o p\u00fablico entre os diferentes espa\u00e7os e registros. Um exemplo s\u00e3o os m\u00fasicos que podiam tocar numa orquestra arregimentada para apresentar um concerto sinf\u00f4nico, nas orquestras dos teatros \u2013 onde se praticavam g\u00eaneros teatrais-musicais de entretenimento \u2013 e nas rodas de choro. Tal fato mostra como essas categorias n\u00e3o podem ser pensadas de forma estanque\u201d, detalha M\u00f3nica. <\/p>\n\n\n\n<p>Com o passar do tempo, o grupo aumentou por meio da incorpora\u00e7\u00e3o de pesquisadores de seis universidades brasileiras e da realiza\u00e7\u00e3o de interc\u00e2mbios com institui\u00e7\u00f5es estrangeiras. O N\u00facleo integra a Rede de Cr\u00edtica Musical (Music Criticism Network), articula\u00e7\u00e3o internacional de pesquisadores na \u00e1rea. A Rede organiza confer\u00eancias e congressos internacionais, publica livros e pesquisas, edita revista especializada, entre outras a\u00e7\u00f5es. <br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"411\" height=\"767\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/chateau-historique.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-557\" \/><figcaption>Programa da temporada de 1921 do Theatro Municipal, da companhia teatral dirigida por Lucien Rosenberg, diretor do Th\u00e9atre-Athen\u00e9e de Paris. Imagem: Acervo\/Theatro Municipal<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Em 2018,  o congresso internacional organizado pela Rede aconteceu em S\u00e3o Paulo com o tema Interc\u00e2mbios Norte-Sul: colabora\u00e7\u00f5es, tens\u00f5es, hibrida\u00e7\u00f5es. No congresso, a professora M\u00f3nica ministrou a palestra A cr\u00edtica musical como fonte para o estudo da vida musical no Rio de Janeiro da Belle \u00c9poque (1890-1900). No Col\u00f3quio&nbsp;Por uma Hist\u00f3ria das Rela\u00e7\u00f5es Culturais das Am\u00e9ricas, realizado em Lyon, na Fran\u00e7a, apresentou o trabalho Abul de Nepomuceno em Buenos Aires: a \u00f3pera como lugar de encontro. J\u00e1 na&nbsp;17\u00aa Confer\u00eancia Internacional Association R\u00e9pertoire International d\u2019Iconographie Musicale, em Atenas, na Gr\u00e9cia, participou com a pesquisa Novas Imagens para uma Nova Cidade: m\u00fasica e dan\u00e7a nas capas da Fon-Fon (Rio de Janeiro, 1907-1920). E na Confer\u00eancia&nbsp;Internacional Music Criticism 1950-2000, em Barcelona, na Espanha, a professora apresentou o estudo sobre a cr\u00edtica musical no jornal Folha de S\u00e3o Paulo, na d\u00e9cada de 1990. <\/p>\n\n\n\n<p>Outra a\u00e7\u00e3o \u00e9 a amplia\u00e7\u00e3o das atividades conjuntas com o Uruguai: a pesquisadora integra o Grupo de Investigaci\u00f3n y Desarrollo M\u00fasica y Sociedad  (GIDMUS), da Universidad de la Rep\u00fablica. A professora participa de um projeto apoiado pelo Programa Artes Perform\u00e1ticas, Corporeidades e Teatralidade, que analisa manifesta\u00e7\u00f5es populares e acad\u00eamicas naquele pa\u00eds. \u201cContribu\u00edmos com informa\u00e7\u00f5es sobre pr\u00e1ticas e repert\u00f3rios do Rio de Janeiro, como um contraponto ao que ocorria no Uruguai. Um dos objetivos \u00e9 conhecer e publicar os tr\u00e2nsitos e di\u00e1logos musicais e teatrais entre os pa\u00edses do Cone Sul\u201d, conta M\u00f3nica. \u201cJ\u00e1 temos um projeto de pesquisa em comum com esse grupo e o trabalho deve se intensificar ainda mais a partir deste ano\u201d. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"6016\" height=\"4000\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0025-compressed.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-511\" \/><figcaption> N\u00facleo de Estudos Liter\u00e1rios e Musicol\u00f3gicos (NELM). Foto: Jorge Medina\/ Ufes<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Ainda em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 parceria com o GIDMUS, a professora M\u00f3nica edita duas edi\u00e7\u00f5es do <a href=\"http:\/\/www.music-criticism.com\/journal-music-criticism\/\"><em>Journal of Music Criticism<\/em><\/a>, em conjunto com a professora Marita Fornaro, que coordena o grupo de pesquisa uruguaio. As duas pesquisadoras organizam juntas a mesa-redonda \u201cMigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras, Territorialidades: cinco estudos de caso sobre as m\u00fasicas populares latinoamericanas contempor\u00e2neas\u201d, na 45\u00aa Confer\u00eancia Internacional do ICTM &#8211; International Council for the Study of Traditional Music, neste ano, em Bangkok, Tail\u00e2ndia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u00c1reas de atua\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>O Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Letras (PPGL) existe desde 1994, com mestrado, e passou a ter doutorado em 2010 e p\u00f3s-doutorado em 2012. Tem a finalidade de formar pessoal qualificado para o exerc\u00edcio de atividades profissionais de ensino e pesquisa em Letras. Tem como \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o os Estudos Liter\u00e1rios e organiza-se em duas linhas de pesquisa: Literatura: Alteridade e Sociedade e Po\u00e9ticas da Antiguidade \u00e0 Contemporaneidade \u2013 da qual participa a professora M\u00f3nica Vermes. <\/p>\n\n\n\n<p> J\u00e1 o Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o e Territorialidades (P\u00f3sCom) teve in\u00edcio em 2014 e tem como \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o os estudos da comunica\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o das territorialidades, bem como das pr\u00e1ticas processos, produtos midi\u00e1ticos em ambientes particulares. O conceito de territorialidades inclui processos que constituem os espa\u00e7os geogr\u00e1ficos cl\u00e1ssicos, bem como unicidades formadas a partir de interfaces socioecon\u00f4micas, pol\u00edticas, culturais e simb\u00f3licas, inclusive as comunicacionais. A professora M\u00f3nica Vermes atua na linha de pesquisa Est\u00e9ticas e Linguagens Comunicacionais, que comp\u00f5e o P\u00f3sCom juntamente a de Comunica\u00e7\u00e3o e Poder. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>\u2013 Por Jorge Medina e Lidia Neves \u2013 N\u00facleo de Estudos Liter\u00e1rios e Musicol\u00f3gicos se dedica a pesquisar as intersec\u00e7\u00f5es entre esses dois campos art\u00edsticos <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2019\/09\/11\/projeto-analisa-a-influencia-entre-a-literatura-e-a-musica\/\" title=\"Projeto analisa a influ\u00eancia entre a literatura e a 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