{"id":514,"date":"2019-09-09T12:51:45","date_gmt":"2019-09-09T15:51:45","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=514"},"modified":"2022-11-01T09:36:15","modified_gmt":"2022-11-01T12:36:15","slug":"ciencia-acessivel-projetos-buscam-aproximar-a-universidade-da-sociedade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2019\/09\/09\/ciencia-acessivel-projetos-buscam-aproximar-a-universidade-da-sociedade\/","title":{"rendered":"Ci\u00eancia Acess\u00edvel: projetos buscam aproximar a Universidade da sociedade"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>A\u00e7\u00f5es de pesquisa e de extens\u00e3o desenvolvem novas formas de mostrar ao p\u00fablico o conhecimento desenvolvido na Ufes<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2013<em>Por Ana Paula Vieira<\/em>\u2013<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPara muitas pessoas, a ci\u00eancia \u00e9 uma utopia, algo distante que pertence a um mundo inacess\u00edvel e, portanto, inalcan\u00e7\u00e1vel\u201d. Essa constata\u00e7\u00e3o \u00e9 do professor do Departamento de Morfologia do Centro de Ci\u00eancias da Sa\u00fade (CCS) da Ufes Marco Guimar\u00e3es, um dos respons\u00e1veis por pesquisa que visa justamente aproximar a ci\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o e torn\u00e1-la acess\u00edvel a deficientes visuais. Juntamente com sua equipe, o professor desenvolveu modelos tridimensionais de c\u00e9lulas sangu\u00edneas com o objetivo de levar o conhecimento a estudantes cegos ou com alguma dificuldade visual.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto, vinculado ao Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Bioqu\u00edmica e Farmacologia, foi realizado no Laborat\u00f3rio de Ultraestrutura Celular Carlos Alberto Redins, da Ufes, em colabora\u00e7\u00e3o com o Laborat\u00f3rio de Ultraestrutura Celular Hertha Meyer, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O professor Marco explica que os modelos celulares foram criados a partir de imagens reais (bidimensionais) obtidas por microscopia eletr\u00f4nica de transmiss\u00e3o: \u201cN\u00f3s coletamos o sangue, separamos as c\u00e9lulas e depois processamos esse material, que \u00e9 desidratado e fixado com produto qu\u00edmico. Isso \u00e9 o que chamamos de pr\u00e9-microscopia\u201d. Depois dessa etapa, o material \u00e9 levado ao microsc\u00f3pio em um bloco de resina, de onde \u00e9 poss\u00edvel obter uma imagem real da c\u00e9lula, a qual \u00e9 vetorizada em um computador e levada para impress\u00e3o em equipamento 3D. As imagens obtidas pelo professor no laborat\u00f3rio da Ufes foram impressas no Instituto Nacional de Tecnologia (INT), por meio de uma parceria com o pesquisador Jorge Lopes.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"598\" height=\"900\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/Optimized-DSC_0546.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-517\" \/><figcaption>Professor Marco Guimar\u00e3es,  um dos respons\u00e1veis pela pesquisa que visa<br> aproximar a ci\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o comum e deficiente visual. Foto: Jorge Medina <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A ideia de criar os modelos surgiu de observa\u00e7\u00e3o feita pelo professor Athelson Bittencourt, coordenador do Museu de Ci\u00eancias da Vida (MCV) da Ufes, que identificou a demanda de atender a estudantes com defici\u00eancia visual a partir de pe\u00e7as que eles pudessem tocar. O Museu apresenta cerca de 250 itens que mostram a anatomia do corpo humano \u2013incluindo ossos, esp\u00e9cimes naturais mumificadas, plastinadas ou fixadas em formol \u2013, r\u00e9plicas de f\u00f3sseis de homin\u00eddeos e de animais pr\u00e9-hist\u00f3ricos e modelos anat\u00f4micos did\u00e1ticos de \u00f3rg\u00e3os e sistemas.<\/p>\n\n\n\n<p> \u201cA visualiza\u00e7\u00e3o de estruturas tridimensionais, por si s\u00f3, j\u00e1 \u00e9 um atrativo. Acreditamos que a populariza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia ocorra por conta do maior interesse que as pessoas ter\u00e3o em entender como aquilo foi gerado\u201d, afirma Guimar\u00e3es. A pesquisa tamb\u00e9m pretende colaborar com a cria\u00e7\u00e3o de um banco de dados mundial de imagens vetorizadas de modelos celulares. A partir da\u00ed, pessoas interessadas poderiam acess\u00e1-lo on-line, baixar livremente e produzir os modelos em impressoras 3D para fins educacionais. Essa iniciativa \u00e9 desenvolvida em parceria com o professor da UFRJ Kildare Miranda, e a expectativa \u00e9 que o banco fique pronto no final de 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra solu\u00e7\u00e3o para o ensino de Biologia aos deficientes visuais foi desenvolvida pela mestra em Ensino na Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica Andressa Ant\u00f4nio de Oliveira: o biscuit, massa de modelar feita com amido de milho e vinagre, usada no artesanato e tamb\u00e9m chamada de porcelana fria. Andressa come\u00e7ou a desenvolver a ideia ainda na gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, no campus da Ufes de S\u00e3o Mateus, em 2012, quando participou de um projeto de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. A orientadora, professora Karina Carvalho Mancini, tamb\u00e9m incentivou Andressa a integrar o projeto de extens\u00e3o Biologia Celular na Pr\u00e1tica, que desenvolve materiais para o ensino do tema nas escolas, e a continuar a pesquisa no mestrado. O resultado foi a disserta\u00e7\u00e3o intitulada \u201cUm olhar sobre o ensino de Ci\u00eancias e Biologia para alunos deficientes visuais\u201d, defendida em 2018.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"513\" height=\"726\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Andressa-celulas-3D-acessibilidade-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-591\" \/><figcaption> Andressa Ant\u00f4nio de Oliveira mostra os modelos usados para o ensino de biologia para alunos com defici\u00eancia visual. Foto: Jorge Medina \/ Ufes<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Durante a gradua\u00e7\u00e3o, Andressa teve a oportunidade de aplicar seus modelos celulares em aulas para um estudante cego na escola Wallace Castello Dutra, em S\u00e3o Mateus. \u201cEu dava minha aula com o modelo e depois fazia perguntas para avaliar se foi \u00fatil para o aluno. Os resultados foram satisfat\u00f3rios. Ap\u00f3s tr\u00eas semanas de trabalho, ele sentiu curiosidade de saber como eram feitos os modelos. Levei a massa de biscuit e o estudante construiu uma c\u00e9lula com riqueza de detalhes\u201d, conta.<\/p>\n\n\n\n<p>No mestrado, Andressa ampliou sua pesquisa e fez um levantamento para identificar os materiais existentes no Brasil voltados ao ensino da Biologia para estudantes com defici\u00eancia visual, sejam eles cegos ou com baixa vis\u00e3o. \u201cO resultado mostrou 31 trabalhos e indicou que faltam conte\u00fados nas \u00e1reas de Gen\u00e9tica, Evolu\u00e7\u00e3o e Bot\u00e2nica, que foram meu foco\u201d, explica. Ela cria os modelos priorizando materiais acess\u00edveis e de baixo custo \u2013 al\u00e9m do biscuit, usa o isopor. A pesquisadora explica que s\u00e3o representa\u00e7\u00f5es da realidade, diferente dos modelos desenvolvidos pelo professor Marco Guimar\u00e3es, que s\u00e3o real\u00edsticos. \u201c\u00c9 um material de f\u00e1cil acesso. O professor pode fazer a massa de biscuit com materiais que tem em casa\u201d, diz Andressa.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim como Guimar\u00e3es ressaltou, Andressa tamb\u00e9m acredita que os modelos aproximam os jovens da ci\u00eancia e facilitam o ensino: \u201cO aluno dito normal tem o livro did\u00e1tico, mas com imagens planas. Elas n\u00e3o atendem aos deficientes visuais, que s\u00f3 ouvem o que o professor fala. Ent\u00e3o, os modelos s\u00e3o um material inclusivo, que serve para todos\u201d, destaca a mestra. Ela ressalta ainda que, por serem coloridos, os materiais tamb\u00e9m favorecem a compreens\u00e3o de estudantes com baixa vis\u00e3o que, dependendo do n\u00edvel da defici\u00eancia, conseguem compreender o contraste de cores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Confira tamb\u00e9m: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2019\/08\/07\/professor-da-dicas-de-comunicacao-cientifica\/\">Professor d\u00e1 dicas de comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/a><\/h4>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Extens\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Para fortalecer as a\u00e7\u00f5es de divulga\u00e7\u00e3o e populariza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia, a Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o (Proex) da Ufes tamb\u00e9m tem projetos sobre o assunto e criou, em julho de 2018, um novo setor dedicado a esse trabalho: o Departamento de Inova\u00e7\u00e3o e Divulga\u00e7\u00e3o da Ci\u00eancia, sob a coordena\u00e7\u00e3o do professor Laercio Ferracioli.<\/p>\n\n\n\n<p>Laercio lembra que a Universidade j\u00e1 tem uma s\u00e9rie de iniciativas de divulga\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia: \u201cEsses projetos conversam com a sociedade de maneira natural, ent\u00e3o a ideia do Departamento \u00e9 dar uma organicidade \u00e0s a\u00e7\u00f5es, incluindo as \u00e1reas de ci\u00eancias exatas, naturais, da sa\u00fade, humanas e sociais\u201d, afirma. O professor tamb\u00e9m ressalta que a Proex \u00e9 a pr\u00f3-reitoria respons\u00e1vel pela interlocu\u00e7\u00e3o entre a Universidade e a sociedade, e por isso a divulga\u00e7\u00e3o deve estar aliada \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o: \u201cTemos que estar abertos para receber o questionamento do cidad\u00e3o e ter essa conversa com ele, visando \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do conhecimento de maneira geral\u201d, aponta.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o coordenador do Departamento, \u00e9 preciso capacitar a comunidade universit\u00e1ria para dialogar com a sociedade como um todo, e n\u00e3o s\u00f3 com os especialistas da academia. \u201cPreparar um poster, um resumo e apresentar uma pesquisa em um congresso s\u00e3o partes naturais da forma\u00e7\u00e3o do estudante. Mas o congresso \u00e9 um restrito clube de pessoas que entendem do assunto. A proposta \u00e9 ampliar essa conversa\u201d, explica. Por isso, o rec\u00e9m-criado setor oferece oficinas de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica para alunos de gradua\u00e7\u00e3o e de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e para especialistas. Elas ocorrem sob demanda, e os interessados devem entrar em contato com o Departamento pelo telefone (27) 4009-2330. <\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"3000\" height=\"2053\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/laercio-ferracioli-divulga-ciencia.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-593\" \/><figcaption>Professor La\u00e9rcio Ferracioli coordena setor da ProEx que trabalha para aumentar a divulga\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia. Foto: Jorge Medina\/ Ufes<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Nesses primeiros meses de trabalho, Laercio enfatiza que o setor est\u00e1 fazendo um levantamento inicial dos projetos de extens\u00e3o envolvidos com divulga\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia. Uma das a\u00e7\u00f5es realizadas recentemente foi o Pint of Science, festival internacional que ocorreu pela primeira vez no Esp\u00edrito Santo em maio de 2018. A ideia \u00e9 levar a divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica para os bares: pesquisadores da Ufes falaram sobre seus estudos em diferentes pontos de Vit\u00f3ria. \u201cVia de regra, esses especialistas est\u00e3o acostumados a falar com os pares, conversar com um seleto grupo de pessoas que entendem daquele assunto. Com o Pint of Science, a inten\u00e7\u00e3o foi preparar esses pesquisadores para divulgar,<br> desempacotar todo o conhecimento t\u00e9cnico espec\u00edfico, de forma que eles pudessem apresent\u00e1-lo para o cidad\u00e3o comum\u201d, resume Laercio, respons\u00e1vel pelo festival em Vit\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda em 2018, a Ufes tamb\u00e9m lan\u00e7ou o Ci\u00eancia M\u00f3vel, um programa que conta com duas unidades m\u00f3veis \u2013 um furg\u00e3o e uma van \u2013 equipadas com kits pedag\u00f3gicos e adaptadas para transportar cerca de 40 experimentos que podem ser levados para todo o estado, incluindo atividades como exposi\u00e7\u00f5es interativas, oficinas, minicursos, palestras, observa\u00e7\u00f5es astron\u00f4micas e apresenta\u00e7\u00f5es multim\u00eddias. Outra novidade foi a inaugura\u00e7\u00e3o do Museu de Ci\u00eancias da Vida, programa de extens\u00e3o que ganhou um espa\u00e7o permanente no campus de Goiabeiras, aberto \u00e0 visita\u00e7\u00e3o. No m\u00eas de junho, tamb\u00e9m foi realizado o I Workshop de Comunica\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica, com palestras, atividades pr\u00e1ticas e competi\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. O evento, aberto e gratuito, recebeu 108 inscritos de nove institui\u00e7\u00f5es, com forma\u00e7\u00e3o em ci\u00eancias da vida, da sa\u00fade, humanas, exatas e agr\u00e1rias.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"6016\" height=\"4000\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/ciencia-movel.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-551\" \/><figcaption>Van do projeto Ci\u00eancia M\u00f3vel. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>A\u00e7\u00f5es de pesquisa e de extens\u00e3o desenvolvem novas formas de mostrar ao p\u00fablico o conhecimento desenvolvido na Ufes \u2013Por Ana Paula Vieira\u2013 \u201cPara muitas pessoas, <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2019\/09\/09\/ciencia-acessivel-projetos-buscam-aproximar-a-universidade-da-sociedade\/\" title=\"Ci\u00eancia Acess\u00edvel: projetos buscam aproximar a Universidade da sociedade\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":350,"featured_media":550,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[7,46,9],"tags":[],"class_list":["post-514","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-chamadinhas","category-edicao-010","category-noticias"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",6016,4000,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",150,100,false],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",300,199,false],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",768,511,false],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",1024,681,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",1536,1021,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",2048,1362,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",659,438,false],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",573,381,false],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",678,451,false],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",326,217,false],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0537-compressed.jpg",80,53,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"lidia.hora","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/lidia_gurgel-neves-hora\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A\u00e7\u00f5es de pesquisa e de extens\u00e3o desenvolvem novas formas de mostrar ao p\u00fablico o conhecimento desenvolvido na Ufes \u2013Por Ana Paula Vieira\u2013 \u201cPara muitas pessoas, [...]","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/514","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/350"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=514"}],"version-history":[{"count":13,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/514\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2470,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/514\/revisions\/2470"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media\/550"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=514"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=514"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=514"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}