{"id":527,"date":"2019-09-17T09:30:34","date_gmt":"2019-09-17T12:30:34","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=527"},"modified":"2019-10-16T09:36:59","modified_gmt":"2019-10-16T12:36:59","slug":"biblioteca-da-ufes-se-adapta-a-era-digital","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2019\/09\/17\/biblioteca-da-ufes-se-adapta-a-era-digital\/","title":{"rendered":"Biblioteca da Ufes se adapta \u00e0 era digital"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u2013<em> Por Adriana Damasceno<\/em> \u2013<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>A Biblioteca Central da Ufes celebra 56 anos e busca se reinventar num contexto de amplo acesso a conte\u00fados dispon\u00edveis em plataformas digitais<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Biblioteca. Na origem grega, a palavra queria dizer caixa (th\u00e9ke) de livros (biblion), e designa o lugar onde s\u00e3o guardados documentos, publica\u00e7\u00f5es e outros itens do acervo, armazenado tamb\u00e9m em formato digital. A caixa de livros da Ufes, com sede no campus de Goiabeiras e com dez unidades setoriais, possui 351 mil exemplares e 151 mil t\u00edtulos, o maior acervo bibliogr\u00e1fico do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aos 56 anos, completados em julho, a Biblioteca Central (BC) da Ufes vem passando por uma reformula\u00e7\u00e3o da sua atividade, que acompanha a transi\u00e7\u00e3o da \u201cera Gutenberg\u201d (alem\u00e3o que, no s\u00e9culo XV, desenvolveu a m\u00e1quina que possibilitou a impress\u00e3o mec\u00e2nica e a reprodu\u00e7\u00e3o de textos) para a \u201cera Zuckerberg\u201d (o programador americano que foi um dos fundadores da rede social Facebook), possibilitada pela inven\u00e7\u00e3o da web, em 1992, pelas novas tecnologias e diferentes op\u00e7\u00f5es de acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o. Com as mudan\u00e7as, as caixas de livros viram-se obrigadas a adaptar grande parte do seu acervo \u00e0s plataformas digitais e ampliar a acessibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">F\u00e1bio Medina dirige a BC desde 2016. Bibliotec\u00e1rio por forma\u00e7\u00e3o, ele define as bibliotecas como \u201cguardi\u00e3s de obras intelectuais publicadas, sendo<br> deposit\u00e1rias dos materiais\u201d e percebe que uma das altera\u00e7\u00f5es trazidas com o advento das novas tecnologias \u00e9 a perda do protagonismo dos livros frente \u00e0s m\u00eddias digitais. \u201cAgora, as pessoas n\u00e3o precisam mais vir fisicamente at\u00e9 a Biblioteca para obter informa\u00e7\u00e3o. Com o aumento da disponibilidade dos recursos eletr\u00f4nicos e digitais, a comunidade<br> pode ter acesso aos dados contidos aqui ou mesmo solicitar que sejam transformados em vers\u00e3o digital para acess\u00e1-los remotamente\u201d, diz. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"6016\" height=\"4000\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0748-min.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-528\" \/><figcaption>F\u00e1bio Medina, bibliotec\u00e1rio que dirige a Biblioteca Central desde 2016. Foto: Adriana Damasceno\/ Ufes<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cerca de 35 mil pessoas est\u00e3o aptas a retirar obras da Biblioteca, entre alunos, t\u00e9cnicos-administrativos e professores com v\u00ednculo ativo na Ufes. No ano passado, foram registrados aproximadamente 146 mil empr\u00e9stimos (12.211 por m\u00eas). \u201cObservamos que tem acontecido uma sens\u00edvel diminui\u00e7\u00e3o nos empr\u00e9stimos ao longo dos anos, reflexo, dentre outros fatores, da nova era digital\u201d, aponta Medina. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Reinven\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para enfrentar esse novo cen\u00e1rio informacional, a Biblioteca Central vem se reinventando na tentativa de atrair novos e antigos visitantes. Busca tornar-se cada vez mais um espa\u00e7o de estudo e um centro de refer\u00eancia sociocultural. Por ser um espa\u00e7o universit\u00e1rio, a BC \u00e9, al\u00e9m de deposit\u00e1ria do saber, local de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento, onde as comunidades interna e externa podem se encontrar para pesquisar, trocar e criar informa\u00e7\u00f5es. Medina defende que a biblioteca universit\u00e1ria deve estar integrada \u00e0 vida acad\u00eamica, possibilitando encontros e forma\u00e7\u00f5es. &#8220;Temos buscado readequar as \u00e1reas administrativas para ampliar os espa\u00e7os destinados aos usu\u00e1rios e deixar entrar tamb\u00e9m as manifesta\u00e7\u00f5es culturais, art\u00edsticas e cient\u00edficas, de forma que a comunidade interaja com a Biblioteca. O espa\u00e7o pode e deve ter um m\u00faltiplo uso\u201d, ressalta. Uma das medidas nesse sentido foi a libera\u00e7\u00e3o de 400 metros quadrados (m2) \u2013 de uma \u00e1rea total de 5.300 m2 \u2013 para estudos em grupo ou individuais, ap\u00f3s o remanejamento de um acervo de peri\u00f3dicos. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O diretor da BC explica que, ainda que muitos conte\u00fados estejam dispersos na web, o acesso a algumas bases de dados espec\u00edficas continua sendo poss\u00edvel somente por meio de uma biblioteca. \u201cEssa \u00e9 a dualidade hoje. A biblioteca \u00e9 guardi\u00e3 do material, mas queremos que ele seja disseminado\u201d, analisa. Como exemplo, Medina cita as obras produzidas pelos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Universidade que, at\u00e9 os anos 2000, s\u00f3 eram disponibilizadas pelos pesquisadores na vers\u00e3o impressa e, atualmente,<br> tamb\u00e9m s\u00e3o oferecidas na vers\u00e3o digital. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Servi\u00e7os<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Biblioteca oferece uma variada gama de servi\u00e7os \u00e0 comunidade, como Reposit\u00f3rio Institucional (que garante o livre acesso a publica\u00e7\u00f5es antes possibilitado somente por assinatura ou compra); autoempr\u00e9stimo (o pr\u00f3prio usu\u00e1rio pode realizar seus empr\u00e9stimos por meio de um terminal de autoatendimento); capacita\u00e7\u00e3o de usu\u00e1rios; assessoria editorial (em procedimentos de solicita\u00e7\u00e3o de ISBN e ISSN e em normas de editora\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o); e laborat\u00f3rio de inform\u00e1tica. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quanto aos livros do acervo que est\u00e3o dispon\u00edveis para uso irrestrito e, portanto, mais sujeitos a deteriora\u00e7\u00f5es, a Biblioteca disp\u00f5e do Setor de Repara\u00e7\u00f5es. Nessa se\u00e7\u00e3o, as obras que apresentam mais degrada\u00e7\u00e3o \u2013 o que poderia levar ao comprometimento estrutural \u2013 passam por minucioso trabalho que visa reverter os danos f\u00edsicos causados por manipula\u00e7\u00e3o, umidade ou calor. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"6016\" height=\"4000\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0710.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-539\" \/><figcaption>Setor de Repara\u00e7\u00f5es da BC. Foto: Adriana Damasceno\/Ufes<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 oferecido, ainda, o Programa de Comuta\u00e7\u00e3o Bibliogr\u00e1fica (Comut), um servi\u00e7o que permite ao usu\u00e1rio obter, mediante pagamento, c\u00f3pias de documentos t\u00e9cnico-cient\u00edficos dispon\u00edveis em acervos bibliotec\u00e1rios de todo o Brasil, respeitando-se a Lei de Direitos Autorais. \u201cO material solicitado, se estiver no formato impresso, \u00e9 digitalizado ou fotocopiado e enviado ao solicitante. Dessa forma, ampliamos o acesso ao nosso acervo\u201d, explica Medina. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m das novas tecnologias, a Biblioteca Central vem investindo em melhorias no espa\u00e7o f\u00edsico. Entre as novidades que come\u00e7aram a ser implementadas em 2018, est\u00e3o uma sala multiuso equipada para realiza\u00e7\u00e3o de proje\u00e7\u00f5es e videoconfer\u00eancia; um miniaudit\u00f3rio; mesas de estudo com conex\u00e3o \u00e0 rede el\u00e9trica; cadeiras estofadas e ergon\u00f4micas; guarda-volumes biom\u00e9tricos; e equipamentos de inform\u00e1tica. A BC conta tamb\u00e9m com o Audit\u00f3rio Carlos Drummond de Andrade, localizado no segundo andar, com capacidade para 70 pessoas, onde s\u00e3o realizadas defesas de teses e palestras.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"6016\" height=\"4000\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0715.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-538\" \/><figcaption>Audit\u00f3rio Carlos Drummond de Andrade, na Biblioteca Central da Ufes. Foto: Adriana Damasceno\/Ufes<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong> Acessibilidade<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> Para atender adequadamente \u00e0s pessoas com defici\u00eancia, a Ufes est\u00e1 implantando na Biblioteca Central uma sala com recursos de tecnologia assistiva, na qual ser\u00e3o oferecidos servi\u00e7os de acessibilidade informacional. \u201cNesse espa\u00e7o, o usu\u00e1rio vai ter o material que precisar convertido para se adequar \u00e0 necessidade dele. Por exemplo, o deficiente visual vai ter o texto transformado em audiolivro ou em arquivo pass\u00edvel de leitura por softwares\u201d, explica o diretor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O edif\u00edcio conta ainda com elevador, banheiros e bebedouros acess\u00edveis. \u201cEstamos adquirindo tamb\u00e9m uma impressora em braille a fim de imprimir p\u00e1ginas para os deficientes visuais\u201d, diz Medina, ressaltando a import\u00e2ncia da atitude de gestores e usu\u00e1rios. \u201c\u00c9 preciso que as pessoas se conscientizem e passem a deixar os acessos livres de obst\u00e1culos para auxiliar a circula\u00e7\u00e3o dentro da Biblioteca. Durante as exposi\u00e7\u00f5es, temos a preocupa\u00e7\u00e3o de que as pe\u00e7as n\u00e3o impe\u00e7am nenhum tipo de mobilidade dentro do espa\u00e7o. \u00c9 a exposi\u00e7\u00e3o que se adapta \u00e0 Biblioteca, nunca o contr\u00e1rio.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong> Obras raras<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> Atualmente, o acervo da Biblioteca Central conta com 13 mil t\u00edtulos de disserta\u00e7\u00f5es e 18 mil exemplares de teses, 2.200 t\u00edtulos com 3.100 exemplares de multimeios e 5.600 t\u00edtulos com 138 mil fasc\u00edculos de<br> peri\u00f3dicos \u2013 um montante que est\u00e1 em constante processo de atualiza\u00e7\u00e3o para atender \u00e0s necessidades acad\u00eamicas e da comunidade externa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dentre tantos livros de literatura, registros cient\u00edficos, jornal\u00edsticos e de pesquisa, a Biblioteca Central abriga obras raras e exclusivas, como o acervo pessoal do esportista e ex-professor da Ufes M\u00e1rio Ribeiro Cantarino Filho, pioneiro no atletismo universit\u00e1rio no Esp\u00edrito Santo e no Brasil, que morreu em 2012. Ele possu\u00eda uma das maiores bibliotecas esportivas particulares do pa\u00eds, com cerca de 5 mil volumes e milhares de recortes de reportagens sobre educa\u00e7\u00e3o e esporte. A Biblioteca det\u00e9m, ainda, outras importantes cole\u00e7\u00f5es, como a Aloyr Queiroz de Ara\u00fajo, a Brasiliana, a Ceciliano Abel de Almeida, a Guilherme Santos Neves, a Her\u00e1clito Am\u00e2ncio Pereira, a M\u00e1rio Aristides Freire, a Nelson Abel de Almeida, a Portuguesa e a Esp\u00edrito Santo, al\u00e9m de fotografias de ex-reitores da Universidade. \u201cEsse rico material s\u00f3 \u00e9 encontrado aqui na Ufes\u201d, conta Medina. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As obras raras ficam em um espa\u00e7o anexo \u00e0 BC e possuem restri\u00e7\u00f5es ao seu manuseio. Devido \u00e0 fragilidade desses materiais e ao fato de muitos serem itens \u00fanicos, est\u00e1 em andamento um trabalho de digitaliza\u00e7\u00e3o, com o objetivo de evitar a degrada\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c9 uma forma de resguardar o impresso e conseguir disponibilizar essa informa\u00e7\u00e3o sem riscos\u201d, explica o diretor.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Caixa de livros com hist\u00f3ria <\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Localizada em ponto alto e estrat\u00e9gico no campus de Goiabeiras, a atual Biblioteca Central Fernando Castro de Moraes foi inaugurada em 1982 e batizada com o nome do m\u00e9dico que foi tamb\u00e9m professor e subreitor da Universidade. Antes de se tornar a imponente caixa de livros, com<br> projeto do arquiteto Jos\u00e9 Galbinski, era conhecida como<br> Servi\u00e7o Central de Bibliotecas, que foi criado em 1963 e<br> teve como primeira sede o antigo pr\u00e9dio da Faculdade de<br> Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, em Vit\u00f3ria. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente, a Biblioteca Central \u00e9 respons\u00e1vel por coordenar os procedimentos t\u00e9cnicos das onze unidades que comp\u00f5em o Sistema de Bibliotecas (SIB\/Ufes): al\u00e9m da BC, a Universidade conta com as bibliotecas setoriais Tecnol\u00f3gica, de Artes, do Centro de Ci\u00eancias Humanas e Naturais, do Centro de Educa\u00e7\u00e3o, do Centro de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e Desportos, e do Centro de Ci\u00eancias Exatas, no campus de Goiabeiras; de Ci\u00eancias da Sa\u00fade, no campus de Maru\u00edpe; do Ceunes, no campus de S\u00e3o Mateus; Setorial Sul, no campus de Alegre; e do N\u00facleo de Estudos e de Difus\u00e3o de Tecnologia em Florestas, Recursos H\u00eddricos e Agricultura Sustent\u00e1vel (Nedtec), no munic\u00edpio de Jer\u00f4nimo Monteiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como parte das comemora\u00e7\u00f5es dos 65 anos da Ufes, a Biblioteca iniciou, em maio, a mostra Obsoletos? A hist\u00f3ria do audiovisual na Biblioteca Central, com materiais que j\u00e1 fi zeram parte da trajet\u00f3ria do espa\u00e7o. S\u00e3o equipamentos raros, como disquetes, projetor de 16 mil\u00edmetros, mapas, fitas VHS, aparelho de som 4 em 1, discos de vinil, televisor, retroprojetor e fitas cassete, objetos que fi car\u00e3o permanentemente expostos no sagu\u00e3o da Biblioteca, fazendo alus\u00e3o ao acervo iconogr\u00e1fico da Ufes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>\u2013 Por Adriana Damasceno \u2013 A Biblioteca Central da Ufes celebra 56 anos e busca se reinventar num contexto de amplo acesso a conte\u00fados dispon\u00edveis <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2019\/09\/17\/biblioteca-da-ufes-se-adapta-a-era-digital\/\" title=\"Biblioteca da Ufes se adapta \u00e0 era digital\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":350,"featured_media":529,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[46,9],"tags":[],"class_list":["post-527","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-edicao-010","category-noticias"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",6016,4000,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",150,100,false],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",300,199,false],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",768,511,false],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",1024,681,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",1536,1021,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",2048,1362,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",659,438,false],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",573,381,false],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",678,451,false],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",326,217,false],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/07\/DSC_0750-min.jpg",80,53,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"lidia.hora","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/lidia_gurgel-neves-hora\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"\u2013 Por Adriana Damasceno \u2013 A Biblioteca Central da Ufes celebra 56 anos e busca se reinventar num contexto de amplo acesso a conte\u00fados dispon\u00edveis [...]","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/527","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/350"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=527"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/527\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":824,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/527\/revisions\/824"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media\/529"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=527"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=527"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=527"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}