{"id":602,"date":"2019-09-09T12:49:48","date_gmt":"2019-09-09T15:49:48","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=602"},"modified":"2022-11-01T09:35:57","modified_gmt":"2022-11-01T12:35:57","slug":"pos-graduacao-em-expansao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2019\/09\/09\/pos-graduacao-em-expansao\/","title":{"rendered":"P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em expans\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>\u2013 Por N\u00e1bila Corr\u00eaa \u2013<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Em dez anos, quantidade de mestrados da Ufes dobra e de doutorados mais que triplica, elevando o patamar das pesquisas a n\u00edveis de excel\u00eancia <\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O crescimento de mais de 100% no n\u00famero de cursos de mestrado da Ufes \u2013de 30 para 62\u2013 e superior a 300% na quantidade de cursos de doutorado \u2013de oito para 31\u2013 \u00e9 motivo a ser celebrado. No cen\u00e1rio nacional, esse incremento, ocorrido na \u00faltima d\u00e9cada, coloca a Universidade no grupo das 21 institui\u00e7\u00f5es brasileiras que oferecem mais de 50 cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o (PPGs). Localmente, esses n\u00fameros t\u00eam relev\u00e2ncia ainda maior, j\u00e1 que os 60 PPGs da Universidade representam 76% do total do estado. Em rela\u00e7\u00e3o aos cursos de doutorado, a Ufes \u00e9 respons\u00e1vel por 90% da oferta das vagas capixabas. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Anualmente, a Universidade disponibiliza cerca de 1.200 vagas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Em 2018, a institui\u00e7\u00e3o contabilizou 2.895 estudantes nos cursos de mestrado e 1.057 nos de doutorado, al\u00e9m de 1.322 nas especializa\u00e7\u00f5es, totalizando mais de cinco mil acad\u00eamicos comprometidos em cerca de 5.500 projetos em andamento, em todas as \u00e1reas do conhecimento: Ci\u00eancias Exatas e da Terra, Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, Engenharias, Ci\u00eancias da Sa\u00fade, Ci\u00eancias Agr\u00e1rias, Ci\u00eancias Sociais Aplicadas, Ci\u00eancias Humanas e Lingu\u00edstica, Letras e Artes. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1887\" height=\"1010\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-4.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-683\" \/><figcaption>Pesquisas na \u00e1rea de Engenharia Ambiental, Tecnologia de Equipamentos, Tecnologia Industrial B\u00e1sica e Tecnologia de Informa\u00e7\u00e3o s\u00e3o realizadas no <a href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/12\/13\/solucoes-sustentaveis-para-as-cidades\/\">Centro de Pesquisa, Inova\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Eliezer Batista da Silva (Cpid)<\/a>, inaugurado h\u00e1 um ano em Cariacica, na Grande Vit\u00f3ria. Foto: Jorge Medina\/Ufes<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Universidade, entretanto, n\u00e3o se destacam somente pela quantidade de cursos oferecidos, mas tamb\u00e9m pela qualidade, avaliada pela Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (Capes). \u201cOs programas com conceito 4, considerados bons, e 5, muito bons, j\u00e1 representam 58% dos oferecidos pela Universidade\u201d, destaca o professor Valdemar Lacerda J\u00fanior, que \u00e9 diretor do Departamento de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o da Pr\u00f3-Reitoria de Pesquisa e P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o (PRPPG). Lacerda J\u00fanior explica que a avalia\u00e7\u00e3o da Capes analisa, entre outros crit\u00e9rios, a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do corpo docente e discente, a estrutura curricular do curso e a infraestrutura de pesquisa. Os PPGs avaliados com nota 3 s\u00e3o autorizados a manter curso de mestrado e os que recebem a partir de 4 podem abrir doutorado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O diretor ressalta que a eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de qualidade atual dos programas foi obtida por meio do planejamento estrat\u00e9gico, iniciado em 2012, com o Programa de Melhoria da P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o (Propos), o qual estabeleceu metas de desempenho baseadas nos crit\u00e9rios de cada uma das 49 \u00e1reas de avalia\u00e7\u00e3o da Capes. Para atingir tais objetivos, os programas institu\u00edram a\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas na \u00e1rea acad\u00eamica, na capta\u00e7\u00e3o de recursos, na revis\u00e3o de curr\u00edculos e nos incentivos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em consequ\u00eancia, mais programas alcan\u00e7aram avalia\u00e7\u00e3o 4 da Capes. Assim, a Ufes, que contava com oito cursos de doutorado em 2009, passou a ter 18 em 2013 e 30 em 2019. No ano passado, a Capes autorizou a Universidade a ter doutorado nas \u00e1reas de Economia, Ci\u00eancias Cont\u00e1beis, Filosofia e Ci\u00eancias Sociais. \u201cCom o aumento na oferta de doutorados, novas linhas de pesquisa s\u00e3o criadas, diversificando ainda mais a atua\u00e7\u00e3o dos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na Ufes\u201d, acrescenta Lacerda J\u00fanior. O Propos tamb\u00e9m foi respons\u00e1vel pelo aumento de programas avaliados com 5 pela Capes, nota que indica o alcance de maturidade cient\u00edfica. No per\u00edodo de dez anos, a Universidade passou de apenas tr\u00eas programas com essa nota para 13 na \u00faltima avalia\u00e7\u00e3o da Capes, em 2017.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1285\" height=\"741\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/image-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-679\" \/><figcaption>O Laborat\u00f3rio de Pesquisa e Desenvolvimento de Metodologias para An\u00e1lises de Petr\u00f3leos (LabPetro), do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Qu\u00edmica, \u00e9 refer\u00eancia mundial em sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/issuu.com\/ufes\/docs\/revistauniversidade2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">(confira na p\u00e1g. 34)<\/a>. Foto: La\u00eds Santana\/Ufes<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pr\u00f3ximo passo \u00e9 tornar os cursos da Universidade aptos a receber nota 6 pela Capes, o que representa que a \u00e1rea de pesquisa tem desempenho equipar\u00e1vel ao dos centros internacionais de excel\u00eancia. Para alcan\u00e7ar esse fim, Lacerda J\u00fanior enfatiza a import\u00e2ncia da colabora\u00e7\u00e3o com outros pa\u00edses: \u201ca internacionaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 um instrumento de apoio na busca da excel\u00eancia, passando pela qualifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o intelectual, mobilidade de pesquisadores e estudantes, colabora\u00e7\u00f5es com universidades estrangeiras, compartilhamento de projetos e publica\u00e7\u00f5es, entre outras iniciativas\u201d, ressalta o professor, destacando o apoio da Secretaria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (SRI) nas iniciativas implementadas pelos PPGs da Ufes nessa \u00e1rea. Entre os resultados dessas a\u00e7\u00f5es, est\u00e1 a escolha da Universidade pela Capes para receber fomento, por quatro anos, por meio do Programa Institucional de Internacionaliza\u00e7\u00e3o (PrInt). O programa prev\u00ea recursos para pesquisa, al\u00e9m de bolsas no exterior para professores e p\u00f3s-graduandos, e aux\u00edlios para atrair pesquisadores estrangeiros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os esfor\u00e7os da Ufes para avan\u00e7ar na colabora\u00e7\u00e3o internacional em sua pesquisa v\u00e3o ao encontro de iniciativas semelhantes em outros centros de pesquisa nacionais. \u201cGlobalmente, a ci\u00eancia torna-se cada vez mais colaborativa, e os pesquisadores brasileiros est\u00e3o ultrapassando as fronteiras do pa\u00eds e da Am\u00e9rica Latina\u201d, conclui o diretor de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o, ressaltando ainda que o Brasil \u00e9 o 13\u00ba maior produtor mundial de publica\u00e7\u00f5es de pesquisa (papers).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ranking<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m das avalia\u00e7\u00f5es da Capes, o desempenho da pesquisa desenvolvida na Ufes pode ser medido pela posi\u00e7\u00e3o da Universidade em rankings no pa\u00eds e no exterior. Em 2018, a institui\u00e7\u00e3o se destacou entre as melhores universidades brasileiras, na classifica\u00e7\u00e3o do Ranking Universit\u00e1rio do Jornal Folha de S\u00e3o Paulo (RUF), que considera cinco indicadores: pesquisa, internacionaliza\u00e7\u00e3o, inova\u00e7\u00e3o, ensino e mercado. Na \u00e1rea de pesquisa, a Ufes alcan\u00e7ou o 30\u00ba lugar, ap\u00f3s an\u00e1lise do total de publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e cita\u00e7\u00f5es, e de publica\u00e7\u00f5es em revistas nacionais, al\u00e9m de recursos captados, n\u00famero de bolsistas CNPq, defesa de teses, entre outros aspectos relacionados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Internacionalmente, a Ufes foi classificada entre as 40 melhores universidades latinoamericanas em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de trabalhos de pesquisa, pelo Scimago Institutions Rankings, tamb\u00e9m em 2018. A classifica\u00e7\u00e3o utiliza as informa\u00e7\u00f5es sobre cita\u00e7\u00f5es em trabalhos de pesquisa acess\u00edveis na base de dados Scopus (da Editora Multinacional Elsevier). Em 2017, a Ufes ultrapassou o n\u00famero de mil publica\u00e7\u00f5es indexadas nessa base.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Veja tamb\u00e9m:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.ufes.br\/conteudo\/ufes-tem-crescimento-de-202-na-publicacao-de-artigos-cientificos-nos-ultimos-dez-anos\">Ufes tem crescimento de 202% na publica\u00e7\u00e3o de artigos cient\u00edficos <\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lacerda J\u00fanior explica que o n\u00famero de cita\u00e7\u00f5es recebidas por um <em>paper <\/em>reflete o impacto que ele teve em trabalhos posteriores. \u201cAs publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas citam documentos anteriores para validar uma contribui\u00e7\u00e3o intelectual. Portanto, pode-se dizer que uma publica\u00e7\u00e3o com uma contagem de cita\u00e7\u00f5es mais elevada teve um impacto maior no campo de conhecimento ao qual se relacionou\u201d, ressalta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1254\" height=\"730\" src=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/image-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-680\" \/><figcaption>Lacerda J\u00fanior destaca o aumento de publica\u00e7\u00f5es da Ufes indexadas em bases de dados internacionais. Foto: Danielle Gon\u00e7alves<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Restri\u00e7\u00e3o de Verbas<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os avan\u00e7os na pesquisa, na Ufes e nas demais institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas brasileiras, todavia, podem ficar comprometidos se essa \u00e1rea continuar sofrendo redu\u00e7\u00f5es no or\u00e7amento. Segundo Lacerda J\u00fanior, a pesquisa e a p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o v\u00eam sofrendo perdas desde a crise de 2014. \u201cOs constantes cortes financeiros que o setor de Ci\u00eancia e Tecnologia vem sofrendo s\u00e3o muito preocupantes e, se n\u00e3o forem revertidos rapidamente, certamente trar\u00e3o algum retrocesso nos pr\u00f3ximos anos\u201d, argumenta o diretor de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2019, a pesquisa do pa\u00eds sofreu um forte impacto com a redu\u00e7\u00e3o de oferta de bolsas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o pela Capes, anunciada em maio. A Ufes dispunha de 656 bolsas de mestrado e 367 de doutorado. \u201cEm um primeiro momento, houve o recolhimento de 17 bolsas de mestrado e 11 de doutorado, que seriam concedidas a novos pesquisadores\u201d, explica Lacerda J\u00fanior. As \u00e1reas que j\u00e1 foram prejudicadas pelo corte, com pesquisas canceladas, foram as de Biotecnologia, Ci\u00eancias Fisiol\u00f3gicas, Doen\u00e7as Infecciosas, Inform\u00e1tica e Sa\u00fade Coletiva. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dentre as pesquisas que ser\u00e3o afetadas, o diretor destaca a do N\u00facleo de Pesquisa Neurofeedback: Aplica\u00e7\u00e3o nas Desordens Neuropsiqui\u00e1tricas, que re\u00fane o conhecimento t\u00e9cnico e cient\u00edfico das \u00e1reas de Medicina, Psicologia e Engenharia, valendo-se da intera\u00e7\u00e3o homem-m\u00e1quina e de ambiente virtual para o restabelecimento, a forma\u00e7\u00e3o ou a substitui\u00e7\u00e3o de conex\u00f5es cerebrais, com o objetivo de recuperar ou compensar fun\u00e7\u00f5es comprometidas; a de estudos dos efeitos das areias monaz\u00edticas de Guarapari sobre os sistemas biol\u00f3gicos, a qual busca a comprova\u00e7\u00e3o da efic\u00e1cia terap\u00eautica da radioatividade da areia preta das praias da cidade do litoral do Esp\u00edrito Santo; e a de avalia\u00e7\u00e3o dos riscos cardiovasculares de pacientes com c\u00e2ncer, realizada em parceria com o Hospital Universit\u00e1rio Cassiano Antonio Moraes (Hucam-Ufes), o Hospital Santa Rita, o Hospital Evang\u00e9lico, o Centro Capixaba de Oncologia (Cecon) e o Departamento de Odontologia da Ufes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>\u2013 Por N\u00e1bila Corr\u00eaa \u2013 Em dez anos, quantidade de mestrados da Ufes dobra e de doutorados mais que triplica, elevando o patamar das pesquisas <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2019\/09\/09\/pos-graduacao-em-expansao\/\" title=\"P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em expans\u00e3o\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":350,"featured_media":678,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[5,46,9],"tags":[],"class_list":["post-602","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-edicao-010","category-noticias"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",1899,2026,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",141,150,false],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",281,300,false],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",768,819,false],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",960,1024,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",1440,1536,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",1899,2026,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",411,438,false],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",357,381,false],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",477,509,false],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",230,245,false],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2019\/08\/Webp.net-compress-image-3.jpg",56,60,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"lidia.hora","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/lidia_gurgel-neves-hora\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"\u2013 Por N\u00e1bila Corr\u00eaa \u2013 Em dez anos, quantidade de mestrados da Ufes dobra e de doutorados mais que triplica, elevando o patamar das pesquisas [...]","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/602","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/350"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=602"}],"version-history":[{"count":13,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/602\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":816,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/602\/revisions\/816"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media\/678"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=602"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=602"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=602"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}