{"id":9,"date":"2018-06-11T11:05:09","date_gmt":"2018-06-11T14:05:09","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=9"},"modified":"2018-06-12T08:43:04","modified_gmt":"2018-06-12T11:43:04","slug":"mulheres-e-as-pesquisas-na-ufes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/06\/11\/mulheres-e-as-pesquisas-na-ufes\/","title":{"rendered":"Mulheres e as pesquisas na Ufes"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left\"><em>&#8211; Por Let\u00edcia Nassar &#8211;<br \/>\n<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Na Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (Ufes), as mulheres correspondem a 44% do total de 1.450 docentes que desenvolvem pesquisas na Institui\u00e7\u00e3o. Esse \u00edndice coloca a Universidade pr\u00f3xima \u00e0 m\u00e9dia percentual de institui\u00e7\u00f5es de ensino superior de pa\u00edses como Estados Unidos, Fran\u00e7a, Dinamarca, Canad\u00e1 e Reino Unido. Segundo o relat\u00f3rio \u201cGender in the Global Research Landscape\u201d (G\u00eanero no Cen\u00e1rio Global de Pesquisa, em tradu\u00e7\u00e3o livre), da maior editora de literatura m\u00e9dica e cient\u00edfica do mundo, a Elsevier, que apresenta uma an\u00e1lise da performance cient\u00edfica de homens e mulheres entre 1996 e 2015 em 11 pa\u00edses e mais a Uni\u00e3o Europeia, no Brasil as mulheres s\u00e3o 49% do total de pesquisadores. Os percentuais apresentam um avan\u00e7o em termos de igualdade de g\u00eanero na academia nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, por\u00e9m, em alguns campos do conhecimento, h\u00e1 muitas barreiras a serem vencidas para que os n\u00fameros se equiparem.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>O relat\u00f3rio \u201c<a href=\"https:\/\/www.elsevier.com\/research-intelligence\/campaigns\/gender-17\">Gender in the Global Research Landscape<\/a>\u201d (g\u00eanero no cen\u00e1rio global de pesquisa, em tradu\u00e7\u00e3o livre), divulgado em junho de 2017, considerou como indicadores em sua pesquisa a autoria de artigos, propor\u00e7\u00e3o de mulheres e homens entre pesquisadores, impacto das publica\u00e7\u00f5es, propor\u00e7\u00e3o de mulheres e homens entre inventores e suas patentes, lideran\u00e7a, colabora\u00e7\u00e3o, interdisciplinaridade e mobilidade internacional. A partir das an\u00e1lises desses dados \u00e9 poss\u00edvel conhecer os fatores que influenciam as discrep\u00e2ncias de g\u00eaneros nas disciplinas STEM (Ci\u00eancias, Tecnologia, Engenharia e Matem\u00e1tica, na tradu\u00e7\u00e3o da sigla em ingl\u00eas).<\/p>\n<p>Segundo o documento, a quantidade de pesquisadoras varia de acordo com a \u00e1rea do conhecimento. Na Ufes, no ano de 2017, em pesquisa realizada junto aos 60 programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, nas quais se concentra grande parte dos docentes pesquisadores, elas s\u00e3o 40%. Os programas em que elas constituem a maioria s\u00e3o: Enfermagem (70,60%); Ensino, Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica e Forma\u00e7\u00e3o de Professores (70,60%); Educa\u00e7\u00e3o (69,70%), Ensino de Biologia em Rede Nacional (69,23%); Psicologia (66,6%); Sa\u00fade Coletiva (65,21%); Pol\u00edtica Social (65%); Ci\u00eancias Sociais (64,7%); Nutri\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade (64,7%); Arquitetura e Urbanismo (64,28%); Lingu\u00edstica (60%); mestrado profissional em Educa\u00e7\u00e3o (59%); Ensino na Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica (59%); e Ci\u00eancia e Tecnologia de Alimentos (53,8%). Esses n\u00fameros condizem com os resultados apresentados pelo relat\u00f3rio da Elsevier, o qual aponta a presen\u00e7a de maior n\u00famero de pesquisadoras nas \u00e1reas da Sa\u00fade, Humanas e Ci\u00eancias Sociais.<\/p>\n<p>O estudo da editora tamb\u00e9m aponta que \u00e9 na Enfermagem, sub\u00e1rea da Sa\u00fade, que a porcentagem de mulheres \u00e9 maior, n\u00e3o s\u00f3 no Brasil como tamb\u00e9m na Austr\u00e1lia, no Canad\u00e1, em Portugal e nos Estados Unidos. A professora Ethel Maciel, da gradua\u00e7\u00e3o em Enfermagem e do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade Coletiva (PPGSC), onde, por exemplo, dos 23 docentes, 15 s\u00e3o mulheres, explica que a presen\u00e7a feminina na \u00e1rea da Sa\u00fade \u00e9 cultural. \u201cA Enfermagem, por exemplo, \u00e9 um curso historicamente feminino. A Enfermagem moderna est\u00e1 ligada \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o das mulheres para ir \u00e0 guerra para cuidar dos soldados. Os homens lutavam e as mulheres cuidavam dos feridos. Hoje, em todas as gradua\u00e7\u00f5es de Enfermagem no Brasil, as mulheres s\u00e3o mais de 80% dos estudantes. Na nossa sociedade patriarcal, quem cuida \u00e9 a mulher. Ela cuida das crian\u00e7as, dos idosos, da casa e dos doentes\u201d, ressalta.<\/p>\n<blockquote><p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-19 alignright\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_foto_julia.jpg\" alt=\"\" width=\"139\" height=\"131\" \/>\u201cNa pesquisa em Ci\u00eancias Exatas, quando sou apenas Wrobel, J. S., e na Ufes, n\u00e3o tive dificuldades em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quest\u00e3o de g\u00eanero. A coisa \u00e9 mais dif\u00edcil nas rela\u00e7\u00f5es entre as pessoas, quando sou Julia.<br \/>\nDurante o meu doutorado, era dif\u00edcil. Por mais de um ano, fui a \u00fanica doutoranda do grupo. Ouvi do meu co-orientador que mulher n\u00e3o deveria fazer doutorado, deveria ficar em casa cuidando das crian\u00e7as. Outro professor do grupo, certa vez, em uma discuss\u00e3o mais dura, me pediu para n\u00e3o chorar como todas as mulheres. Temos o tempo todo que provar que somos boas, que somos iguais. Porque ser mulher pesa negativamente.\u201d<\/p>\n<p><strong>Julia Schaetzle Wrobel<\/strong>, professora do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Mestrado Profissional em Matem\u00e1tica (Centro de Ci\u00eancias Exatas)<\/p><\/blockquote>\n<p>Os cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Ufes em que h\u00e1 uma paridade de presen\u00e7a de ambos os sexos s\u00e3o Biodiversidade Tropical, Ci\u00eancias Veterin\u00e1rias, Doen\u00e7as Infecciosas, Engenharia Qu\u00edmica e Engenharia e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>J\u00e1 nas chamadas ci\u00eancias duras, a porcentagem de mulheres \u00e9 menor. O estudo da Elsevier mostra que nos campos da Ci\u00eancia da Computa\u00e7\u00e3o, Energia, Engenharia, Matem\u00e1tica, F\u00edsica e Astronomia, na maioria dos pa\u00edses e das regi\u00f5es pesquisados, as mulheres representam menos de 25% entre os pesquisadores. Na Ufes n\u00e3o \u00e9 diferente. As p\u00f3s-gradua\u00e7\u00f5es em que os \u00edndices de presen\u00e7a de docentes pesquisadoras s\u00e3o inferiores a 30% est\u00e3o, por exemplo, em Engenharia Ambiental, Matem\u00e1tica, Ensino de F\u00edsica, Agroqu\u00edmica e Engenharia El\u00e9trica. Abaixo dos 10% est\u00e3o os programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Produ\u00e7\u00e3o Vegetal e F\u00edsica, onde h\u00e1 apenas duas mulheres; e Engenharia Mec\u00e2nica, com apenas uma mulher. No programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Astrof\u00edsica, Cosmologia e Gravita\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 professoras e, entre os doutorandos s\u00f3 h\u00e1 uma estudante (confira a reportagem com a aluna na p\u00e1gina 44).<\/p>\n<blockquote><p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-24 alignright\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_foto_patricia.jpg\" alt=\"\" width=\"139\" height=\"129\" \/>\u201cDesde a minha forma\u00e7\u00e3o eu sempre tive disputa igualit\u00e1ria no que diz respeito aos cargos. Mas essa equidade n\u00e3o acontecia com rela\u00e7\u00e3o ao sal\u00e1rio. \u00c9 s\u00f3 no servi\u00e7o p\u00fablico que o sal\u00e1rio sempre foi o mesmo entre professores e professoras. Enquanto eu estava na iniciativa privada, principalmente como engenheira, para assumir o mesmo quadro, sempre houve diferen\u00e7as salariais. As diferen\u00e7as continuam, porque hoje tenho duas filhas que tamb\u00e9m cursam engenharia e, na disputa entre homem e mulher para a mesma vaga de est\u00e1gio, elas recebem menos que os homens.\u201d<\/p>\n<p><strong>Patr\u00edcia Alc\u00e2ntara Cardoso<\/strong>, professora do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia Civil (Centro Tecnol\u00f3gico) e secret\u00e1ria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da Ufes<\/p><\/blockquote>\n<h4>Confira tamb\u00e9m:<\/h4>\n<p><a href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/06\/07\/o-que-deve-vencer-sempre-e-a-competencia-diz-professora-cristina-engel\/\">&#8220;O que deve vencer sempre \u00e9 a compet\u00eancia&#8221;, diz professora Cristina Engel<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/06\/07\/superacao-do-preconceito-de-genero-poderia-melhorar-a-ciencia-afirma-professora-fabricia-benda\/\">\u201cSupera\u00e7\u00e3o do preconceito de g\u00eanero poderia melhorar a ci\u00eancia\u201d, afirma professora Fabr\u00edcia Benda<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/06\/08\/pesquisadoras-no-programa-produtividade-em-pesquisa-do-cnpq\/\">Pesquisadoras no Programa Produtividade em Pesquisa do CNPq<\/a><\/p>\n<p><strong>Internacionaliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O relat\u00f3rio da Elsevier apresenta dados importantes a respeito da participa\u00e7\u00e3o de pesquisadoras em trabalhos em parceria com institui\u00e7\u00f5es de outros pa\u00edses, ou seja, a internacionaliza\u00e7\u00e3o das pesquisas que desenvolvem em seus centros de ensino. No Brasil, Canad\u00e1 e Reino Unido, a quantidade de pesquisadoras que fazem mobilidade internacional \u00e9 abaixo da quantidade das que atuam em pesquisa. O documento da editora conclui, ent\u00e3o, que as mulheres tendem a se mover internacionalmente menos do que os homens.<\/p>\n<p>Em 2017, segundo o Departamento de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o\/PRPPG, 285 docentes da Ufes participaram de congressos, confer\u00eancias, visitas t\u00e9cnicas e outras atividades vinculadas \u00e0 pesquisa no exterior. Desse total, 43,16% eram mulheres e 56,84%, homens, ou seja, as pesquisadoras da Institui\u00e7\u00e3o v\u00e3o a eventos internacionais para apresentar os trabalhos desenvolvidos nos campi. Em parceria ou n\u00e3o com outras institui\u00e7\u00f5es de ensino \u2013 nacionais ou internacionais \u2013 essas docentes est\u00e3o em eventos onde outros colegas do seu campo de pesquisa se encontram para debater e discutir projetos e resultados das investiga\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de tra\u00e7ar novos rumos para as pesquisas.<\/p>\n<p>\u201cCom a internacionaliza\u00e7\u00e3o, os pesquisadores est\u00e3o sempre em contato com pessoas que tratam do mesmo tema. Em toda pesquisa h\u00e1 sempre uma pergunta e quando o pesquisador est\u00e1 no meio de colegas que vivem em outros ambientes e t\u00eam olhares diferentes a respeito da quest\u00e3o, essa troca de informa\u00e7\u00f5es entre pares acaba contribuindo para a pesquisa\u201d, explica a professora Patr\u00edcia Alc\u00e2ntara Cardoso.<\/p>\n<p>Apesar de todas as dificuldades, seja durante a realiza\u00e7\u00e3o das pesquisas, seja na internacionaliza\u00e7\u00e3o de seus resultados, as pesquisadoras n\u00e3o se intimidam, e os n\u00fameros da Ufes e da Elsevier mostram que o espa\u00e7o da pesquisa \u00e9 tamb\u00e9m das mulheres.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>&#8211; Por Let\u00edcia Nassar &#8211; Na Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (Ufes), as mulheres correspondem a 44% do total de 1.450 docentes que desenvolvem pesquisas <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2018\/06\/11\/mulheres-e-as-pesquisas-na-ufes\/\" title=\"Mulheres e as pesquisas na Ufes\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":316,"featured_media":83,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[3,2,9],"tags":[],"class_list":["post-9","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-capa","category-edicao008","category-noticias"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",900,510,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",150,85,false],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",300,170,false],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",768,435,false],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",900,510,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",900,510,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",900,510,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",773,438,false],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",672,381,false],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",678,384,false],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",326,185,false],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2018\/05\/Mulheres_imgDestaq2.jpg",80,45,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"evandro.rosa","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/evandro-rosa\/"},"uagb_comment_info":1,"uagb_excerpt":"&#8211; Por Let\u00edcia Nassar &#8211; Na Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (Ufes), as mulheres correspondem a 44% do total de 1.450 docentes que desenvolvem pesquisas [...]","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/316"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9"}],"version-history":[{"count":40,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":158,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9\/revisions\/158"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media\/83"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}