{"id":967,"date":"2020-03-24T12:33:12","date_gmt":"2020-03-24T15:33:12","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/?p=967"},"modified":"2022-04-14T08:54:10","modified_gmt":"2022-04-14T11:54:10","slug":"967","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2020\/03\/24\/967\/","title":{"rendered":"Estudo indica adapta\u00e7\u00f5es em moradias para reduzir o calor"},"content":{"rendered":"\n<p><em> \u2013 Por Sueli de Freitas  \u2013<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Pesquisadora aponta solu\u00e7\u00f5es que podem ser aplicadas em constru\u00e7\u00f5es e em reformas e, com isso, diminuir o uso de ar condicionado e de ventiladores<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O  aquecimento global tem impacto direto no aumento do consumo de energia  residencial, sendo necess\u00e1ria a revis\u00e3o do modelo habitacional mais  adotado no Brasil, que n\u00e3o leva em conta as  particularidades&nbsp;clim\u00e1ticas&nbsp;de cada regi\u00e3o na defini\u00e7\u00e3o de materiais  utilizados nas obras e do padr\u00e3o de portas e janelas. Para as edifica\u00e7\u00f5es j\u00e1 conclu\u00eddas, s\u00e3o necess\u00e1rias adapta\u00e7\u00f5es para diminuir o calor no ambiente interno, reduzindo tamb\u00e9m a necessidade de uso de ventila\u00e7\u00e3o ou refrigera\u00e7\u00e3o artificial. <\/p>\n\n\n\n<p>Essas conclus\u00f5es e propostas  est\u00e3o na disserta\u00e7\u00e3o de mestrado <em><a href=\"http:\/\/lpp.ufes.br\/sites\/lpp.ufes.br\/files\/field\/anexo\/dissertacao_13348_jessica_machado_-_versao_final_1.pdf\">Avalia\u00e7\u00e3o de Desempenho T\u00e9rmico em Edifica\u00e7\u00f5es Multifamiliares Considerando as Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas Futuras<\/a><\/em>,  de autoria da arquiteta J\u00e9ssica Machado, sob orienta\u00e7\u00e3o da professora  do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo da Ufes Edna Rodrigues.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs nossas constru\u00e7\u00f5es, atualmente, n\u00e3o&nbsp;consideram&nbsp;o conforto do usu\u00e1rio nem a economia de energia; n\u00e3o h\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o com a sustentabilidade das edifica\u00e7\u00f5es de um modo geral. Por outro lado, as  pesquisas mostram que a temperatura&nbsp;do planeta&nbsp;est\u00e1&nbsp;aumentando,&nbsp;e n\u00f3s  consumimos cada vez mais energia, utilizando equipamentos&nbsp; mec\u00e2nicos para melhorar&nbsp;o condicionamento do&nbsp;ambiente interno.&nbsp;No entanto,&nbsp;temos  outras formas de constru\u00e7\u00e3o, que&nbsp;podem proporcionar&nbsp;conforto para o usu\u00e1rio com menor&nbsp;impacto para o meio ambiente\u201d, afirma J\u00e9ssica Machado.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa foi realizada em quatro&nbsp;capitais brasileiras&nbsp;de maneira a  abranger diferentes&nbsp;zonas clim\u00e1ticas do Brasil: Manaus,&nbsp;devido \u00e0 sua  proximidade com a linha do Equador, considerada uma das cidades mais  quentes do pa\u00eds,&nbsp;e por estimar um aumento de at\u00e9 9\u00baC nas temperaturas  m\u00e9dias mensais do ar at\u00e9 o ano de 2100; Bras\u00edlia,&nbsp;por sua relev\u00e2ncia  como&nbsp;capital federal&nbsp;e por apresentar condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas diversas  devido \u00e0 dist\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o ao litoral, com proje\u00e7\u00e3o de acr\u00e9scimo de  at\u00e9 4\u00baC na temperatura m\u00e9dia do ar; Vit\u00f3ria, escolhida por ser a&nbsp;capital&nbsp;onde a pesquisa foi sediada&nbsp;e por estar localizada na zona costeira brasileira, indicada com alta exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do  mar e apresentando proje\u00e7\u00f5es de aumento na temperatura do ar em at\u00e9 4\u00baC;  Porto Alegre, por ser a&nbsp;capital&nbsp;situada&nbsp;na extrema&nbsp;latitude&nbsp;sul do  pa\u00eds,&nbsp;e poder\u00e1 sofrer, at\u00e9 2100, um aumento de 4\u00baC na temperatura m\u00e9dia  do ar.<\/p>\n\n\n\n<p>Inicialmente, a pesquisadora utilizou&nbsp;o&nbsp;quarto e o quinto&nbsp;relat\u00f3rio \ndo Painel Intergovernamental de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC), que apontam \nprevis\u00f5es de aumento da temperatura do globo terrestre, para levantar os\n dados atuais e proje\u00e7\u00f5es futuras. \u201cA partir da\u00ed, eu foquei numa escala \nvoltada para o Brasil, usando pesquisas do professor&nbsp;Jos\u00e9 Marengo, que \ntraz uma s\u00e9rie de publica\u00e7\u00f5es sobre&nbsp;as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e suas \nconsequ\u00eancias para o&nbsp;pa\u00eds\u201d, informa.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a aplica\u00e7\u00e3o de uma ferramenta computacional, foram gerados \narquivos clim\u00e1ticos futuros, referentes aos anos de 2020, 2050 e 2080 \npara cada uma das cidades analisadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em outra fase da pesquisa, foi estudado o modelo de constru\u00e7\u00e3o  adotado no Brasil para uma resid\u00eancia multifamiliar hipot\u00e9tica,  representativa do padr\u00e3o m\u00e9dio dos edif\u00edcios no pa\u00eds. A conclus\u00e3o foi  que os materiais empregados nas constru\u00e7\u00f5es n\u00e3o trazem economia de  energia, nem conforto t\u00e9rmico natural. \u201cN\u00e3o se pensa mais na prote\u00e7\u00e3o solar para as aberturas, no posicionamento da edifica\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ventila\u00e7\u00e3o predominante e \u00e0 insola\u00e7\u00e3o, nas particularidades clim\u00e1ticas  de cada regi\u00e3o. \u00c9 como se uma mesma tipologia projetual fosse replicada  para todas as regi\u00f5es do pa\u00eds, com semelhante formata\u00e7\u00e3o e uso dos  mesmos materiais\u201d, explica J\u00e9ssica Machado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Adapta\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Considerando que a vida \u00fatil das habita\u00e7\u00f5es \u00e9, em m\u00e9dia, de 50 anos, a\n pesquisa traz algumas propostas de adapta\u00e7\u00f5es para as edifica\u00e7\u00f5es&nbsp;j\u00e1 \nconstru\u00eddas, de forma a minimizar o desconforto t\u00e9rmico e gerar redu\u00e7\u00e3o \nno consumo de energia tanto atualmente, como no futuro. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEm vez de utilizar uma janela&nbsp;comum&nbsp;de alum\u00ednio e vidro, que  encontramos em qualquer edif\u00edcio aqui por&nbsp;perto,&nbsp;propusemos&nbsp;um modelo  (foto) que permite o controle da entrada de ventila\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de sistemas de abertura multifuncionais, segmentado em duas partes: a inferior correspondente a um peitoril ventilado, e a superior a uma janela do tipo guilhotina,&nbsp;que pode abrir de baixo para cima,&nbsp;permitindo  a ventila\u00e7\u00e3o de conforto na altura do ocupante,&nbsp;ou abrir de cima para  baixo, e ter o que chamamos de ventila\u00e7\u00e3o higi\u00eanica, quando o vento  entra apenas pela parte superior\u201d, explica a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, foram utilizadas venezianas de madeira sobre a \u00e1rea  envidra\u00e7ada das janelas, auxiliando no sombreamento de forma a impedir a  entrada de radia\u00e7\u00e3o solar direta no espa\u00e7o e permitindo a permeabilidade da ventila\u00e7\u00e3o constante, evitando assim o ganho de calor  no ambiente interno.&nbsp;\u201cPropusemos, por fim, um&nbsp;sistema de&nbsp;fachada  ventilada, como se fosse uma casca&nbsp;afastada dez cent\u00edmetros da alvenaria  de veda\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio. Esse sistema permite o sombreamento e o fluxo  de ventila\u00e7\u00e3o entre essa estrutura e a veda\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio de forma  a&nbsp;dissipar o calor\u201d, acrescenta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"519\" height=\"329\" src=\"http:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-969\" \/><figcaption>Prot\u00f3tipo da fachada ventilada proposta pela pesquisadora. Imagem: J\u00e9ssica Macedo<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Usando um programa&nbsp;computacional, foram feitas simula\u00e7\u00f5es cruzando os  dados de temperatura de hoje e a projetada para 2080 com o modelo usual  de constru\u00e7\u00e3o e o modelo com as altera\u00e7\u00f5es propostas. As pequenas  mudan\u00e7as proporcionaram melhoria na temperatura interna dos ambientes na  ordem de&nbsp;4,7\u00baC, considerando os par\u00e2metros clim\u00e1ticos de hoje na cidade  de Vit\u00f3ria. Em 2080, o ganho em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da temperatura  interna seria de&nbsp;5,6\u00baC. \u201cIsso indica que vamos precisar imediatamente  pensar nessas e em outras medidas para nos adaptar \u00e0s mudan\u00e7as  clim\u00e1ticas a que a Terra estar\u00e1 sujeita\u201d, relata a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela destaca tamb\u00e9m que, mesmo com essa redu\u00e7\u00e3o de&nbsp;temperatura  interna&nbsp;nos dias de hoje a partir das mudan\u00e7as propostas, o conforto do  ocupante&nbsp;na&nbsp;habita\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi&nbsp;completamente&nbsp;garantido sem a utiliza\u00e7\u00e3o  de equipamentos de refrigera\u00e7\u00e3o. \u201cS\u00e3o necess\u00e1rias,&nbsp;ainda,&nbsp;outras  solu\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas para buscar, ao mesmo tempo, conforto e  efici\u00eancia energ\u00e9tica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>TEMPERATURAS M\u00c9DIAS INTERNAS \u2013 ESTA\u00c7\u00c3O MAIS QUENTE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-table is-style-stripes\"><table><tbody><tr><td>CIDADES<\/td><td>EDIF\u00cdCIO ATUAL<\/td><td><\/td><td>EDIF\u00cdCIO COM ALTERA\u00c7\u00d5ES<\/td><td><br><\/td><td>ESTA\u00c7\u00c3O<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>M\u00c9DIA ATUAL<\/td><td>M\u00c9DIA 2080<\/td><td>M\u00c9DIA ATUAL<\/td><td>M\u00c9DIA 2080<br><\/td><\/tr><tr><td>MANAUS<\/td><td>33,25\u00b0C<\/td><td>41,52\u00b0C<\/td><td>29,61\u00b0C<\/td><td>38,41\u00b0C<\/td><td>PRIMAVERA<\/td><\/tr><tr><td>BRAS\u00cdLIA<\/td><td>27,14\u00b0C<\/td><td>32,37\u00b0C<\/td><td>23,85\u00b0C<\/td><td>28,77\u00b0C<\/td><td>PRIMAVERA<\/td><\/tr><tr><td>VIT\u00d3RIA<\/td><td>30,98\u00b0C<\/td><td>33,72\u00b0C<\/td><td>26,22\u00b0C<\/td><td>28,05\u00b0C<\/td><td>VER\u00c3O<\/td><\/tr><tr><td>P. ALEGRE<\/td><td>29,87\u00b0C<\/td><td>33,24\u00b0C<\/td><td>26,66\u00b0C<\/td><td>29,93\u00b0C<\/td><td>VER\u00c3O<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n<\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>\u2013 Por Sueli de Freitas \u2013 Pesquisadora aponta solu\u00e7\u00f5es que podem ser aplicadas em constru\u00e7\u00f5es e em reformas e, com isso, diminuir o uso de <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/2020\/03\/24\/967\/\" title=\"Estudo indica adapta\u00e7\u00f5es em moradias para reduzir o calor\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":350,"featured_media":968,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[7,9,47],"tags":[99],"class_list":["post-967","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-chamadinhas","category-noticias","category-online","tag-mudancas-climaticas"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",522,373,false],"thumbnail":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",150,107,false],"medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",300,214,false],"medium_large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",522,373,false],"large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",522,373,false],"1536x1536":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",522,373,false],"2048x2048":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",522,373,false],"mh-magazine-lite-slider":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",522,373,false],"mh-magazine-lite-content":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",522,373,false],"mh-magazine-lite-large":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",522,373,false],"mh-magazine-lite-medium":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",326,233,false],"mh-magazine-lite-small":["https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/files\/2020\/03\/moradias-aquecimento-global-1.jpg",80,57,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"lidia.hora","author_link":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/author\/lidia_gurgel-neves-hora\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"\u2013 Por Sueli de Freitas \u2013 Pesquisadora aponta solu\u00e7\u00f5es que podem ser aplicadas em constru\u00e7\u00f5es e em reformas e, com isso, diminuir o uso de [...]","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/967","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/350"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=967"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/967\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2260,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/967\/revisions\/2260"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media\/968"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=967"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=967"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufes.br\/revistauniversidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=967"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}