Termo de cooperação técnica e institucional

O Laboratório de Estudos Urbano-Regionais, das Paisagens e dos Territórios (Laburp), vinculado ao Departamento de Geografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), e a Agência de Desenvolvimento Social Jovem (ADESJOVEM) firmaram, nesta semana, um termo de cooperação técnica e institucional, objetivando estabelecer uma cooperação técnica, científica, acadêmica e extensionista que tenha em vista o desenvolvimento conjunto de ações de ensino, pesquisa, extensão, inovação social e fortalecimento institucional, em benefício das comunidades e territórios de atuação das instituições.

Objetivo geral

Promover intercâmbio permanente de conhecimentos, metodologias, tecnologias sociais e experiências entre o Laburp e a ADESJOVEM, fortalecendo iniciativas voltadas ao desenvolvimento territorial sustentável, à promoção dos direitos humanos, à participação social e à produção de conhecimento comprometido com as realidades locais.

Objetivos específicos

  1. Promover ações integradas de ensino, pesquisa, extensão e inovação social, por meio do desenvolvimento conjunto de estudos, diagnósticos territoriais, projetos, eventos, publicações, formações e demais iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável dos territórios.
  2. Fortalecer a formação acadêmica, profissional e comunitária de estudantes, pesquisadores, educadores, lideranças sociais e equipes técnicas, estimulando a troca de conhecimentos, metodologias participativas e tecnologias sociais entre universidade e sociedade civil.
  3. Consolidar redes de cooperação interinstitucional para elaboração e execução de projetos de interesse comum, fomentando a produção de conhecimento, a incidência em políticas públicas e a promoção dos direitos humanos, da justiça socioambiental, da participação social e do desenvolvimento territorial.

As atividades decorrentes deste Termo serão definidas de forma conjunta pelas instituições, respeitando a autonomia administrativa de cada parte e considerando suas disponibilidades técnicas, acadêmicas e operacionais. Poderão ser constituídos Grupos de Trabalho (GTs) temáticos, responsáveis pelo planejamento, acompanhamento e avaliação das ações desenvolvidas. Será priorizada a adoção de metodologias participativas que valorizem os conhecimentos produzidos nos territórios e incentivem o protagonismo das comunidades envolvidas.

  • Compete ao Laburp: Disponibilizar apoio técnico-científico; incentivar a participação de docentes, pesquisadores e estudantes; colaborar na produção de estudos e materiais; apoiar atividades de pesquisa e extensão.
  • Compete à ADESJOVEM: Disponibilizar sua rede de atuação territorial para desenvolvimento das atividades; apoiar a mobilização comunitária; colaborar na organização das ações; contribuir com informações, experiências e metodologias desenvolvidas pela organização; fortalecer a articulação entre universidade e comunidade.

02 (dois) anos, podendo ser prorrogado mediante interesse das partes.

As ações desenvolvidas poderão resultar em projetos específicos, planos de trabalho, termos aditivos ou outros instrumentos complementares, quando necessário. Os resultados acadêmicos produzidos reconhecerão institucionalmente ambas as organizações, observadas as normas de propriedade intelectual e autoria aplicáveis.

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[DISCIPLINA PPGG/UFES] Geopensar – agir em meio à destruição, (eventos) extremos e r-existências: outras linhas possíveis

Apresentamos a disciplina “Geopensar – agir em meio à destruição, (eventos) extremos e r-existências: outras linhas possíveis”, que será ofertada novamente, mas a partir de novos debates, pelos professores Roberto Garcia Simões e Cláudio Luiz Zanotelli no período de 2026/2 no Programa de Pós-graduação em Geografia (PPGG) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

A disciplina acontecerá às terças-feiras, das 14h00 às 18h00.

Ementa: Análise crítica do crescimento e do desenvolvimento e da “transição energética” e a definição de outras perspectivas de vida diante do antropoceno ou do capitaloceno. As degradações planetárias (crise climática, colapso da biodiversidade, poluições químicas e físicas de todas as ordens) nos colocam num dilema face ao que está porvir. Assim pensa-se em “seguir com o problema” procurando construir uma gramática diferenciada para pensar-agir baseados numa Geofilosofia e uma Ecosofia que entrelace e desentrelace diferentes linhas inscritas em diferentes durações que promovem uma telescopagem dos tempos curtos da ação das sociedades humanas com os tempos longos da Terra. Face a exploração destruidora da natureza na modernidade pretende-se retomar a ideia de Terra – Gaia e dos diversos níveis de ação dos diferentes atores humanos e não-humanos.

Confira os debates previstos para o Bloco 1:

Bloco 1.
Acelerações do capitalismo: “transições” energéticas, dos metais e digital e os rejeitos dos processos produtivos e de consumo.
1. Crise ecológica da razão e o Manifesto Aceleracionista;
2. Transição energética e a corrida para os metais;
3. Transição digital, inteligência dita artificial, plataformização e as disputas dos comuns. Entre o mito do “imaterial”, a captura do conhecimento pela aliança da ciência e do capitalismo e a natureza: mutações do valor e acelerações da crise ecológica;
4. Geopolítica situada e neocolonialismo verde entre infinitude e finitude do capitalismo: explotação dos minerais ditos “estratégicos” e “críticos” e a transição energética corporativa na América Latina e seus efeitos destruidores sobre o meio.

Metodologia: aulas expositivas com debates críticos. O desenrolar da disciplina será em três blocos e, ao fim de cada bloco, os estudantes devem entregar um resumo de no máximo duas páginas com os principais pontos discutidos, e, ao final da disciplina, devem entregar um artigo nos moldes da revista Geografares entre 7 e 10 páginas. Em cada aula, no interior dos blocos, todos devem ler obrigatoriamente e antecipadamente os textos que serão debatidos. Em cada aula se sorteará os discentes que irão apresentar os textos. Os estudantes poderão, também, sugerir além dos textos indicados para serem apresentados outros textos que foram relacionados nos blocos. Chamada: 15 minutos de tolerância para chamada inicial e a final no fim da aula.

Atente-se ao período de matrícula do PPGG/Ufes. Aproveitamos para relembrar que estudantes regulares de quaisquer Programas de Pós-Graduação da Ufes podem realizar a disciplina no PPGG. Para solicitar a matrícula à SIP, devem entregar, no período estabelecido no calendário semestral, o Requerimento de Matrícula assinado por seu orientador e pelo coordenador do programa de origem, autorizando a participação na disciplina vinculada ao nosso programa.

Em caso de estudante de outra instituição, é preciso primeiramente ser aprovado em processo seletivo para estudantes especiais, mediante edital público prévio divulgado semestralmente. Para a efetivação da matrícula, os estudantes selecionados devem entregar os formulários “Requerimento de Matrícula” e “Ficha Cadastral”, devidamente preenchidos e instruídos com a documentação solicitada. Sabia mais no site da Secretaria do Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN): https://secretaria.cchn.ufes.br.

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[Divulgação] Economia da destruição, com Cláudio Zanotelli

Economia da destruição – entrevista com Cláudio Zanotelli

Carlos Alberto Jr. entrevista Cláudio Zanotelli, doutor em geografia e professor da Universidade Federal do Espírito Santo, sobre a economia destruidora, conceito desenvolvido pelo geógrafo Jean Brunhes, que demonstra como o capitalismo, da colonização ao neoliberalismo atual, se mantém vivo pela devastação de territórios e vidas humanas. Zanotelli também fala sobre transição energética, e explica que não existe substituição, e sim uma sobreposição de energias — carvão, petróleo, gás, solar, eólica — todas coexistindo sob a mesma lógica de acumulação e destruição.

Confira algumas publicações

Livro

Meio geográfico, economia destruidora, energia e mineração, por Cláudio Zanotelli e Francismar Ferreira

Artigo

A (re)emergência das noções de meio no contexto contemporâneo do neoliberalismo e de economia destruidora

Artigo

A falácia da transição energética: o caso do Brasil e da Petrobras

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III Seminário Economia Destruidora & Energia no Litoral do Sudeste do Brasil

evento

III Seminário Economia Destruidora & Energia no Litoral do Sudeste do Brasil

O III Seminário Economia Destruidora & Energia no Litoral do Sudeste do Brasil, desta vez sob o tema “(re)existências e alternativas ao capitalismo”, aconteceu entre os dias 06 e 08 de novembro de 2025 no município de Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro. Nesta terceira edição, realizada na Universidade Federal Fluminense (UFF), abordamos tanto temas teóricos quanto pesquisas empíricas que dizem respeito aos efeitos sobre o meio de projetos industriais, da mineração, da exploração de energias e de infraestruturas implementadas ou em vias de implementação que transformam os territórios, as paisagens e a vida cotidiana das populações, buscando estabelecer o diálogo entre pesquisadores, estudantes, movimentos sociais e a comunidade. O evento foi realizado pelo Núcleo de Estudos em Economia Política Geográfica (NEEPEG), pelo Núcleo de Estudos Rurais e Urbanos (Neru), pela Coordenação de Licenciatura em Geografia do IFF-Centro e pelo Laboratório de Estudos Urbano-Regionais, das Paisagens e dos Territórios (Laburp), com apoio da Universidade Federal Fluminense (UFF), do Instituto Federal Fluminense (IFF) e da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

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Atividade formativa sobre o rio Formate na Escola Estadual de Ensino Médio (EEEM) Augusto Ruschi

A Escola Estadual de Ensino Médio (EEEM) Augusto Ruschi, localizada em Viana, realizou em 21 de agosto de 2025 uma atividade formativa com os estudantes sobre as condições socioambientais da bacia do Formate, rio que delimita os municípios de Viana e Cariacica, na Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV). 

Na ocasião, os integrantes do Laburp apresentaram os resultados da pesquisa “Expedição na bacia do Rio Formate, Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV), e planejamento territorial: uma experiência de trabalho de campo com diagnósticos e propostas preliminares” elaborada na disciplina de Planejamento Territorial do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) ao longo do semestre 2024/2. 

A iniciativa partiu do professor da escola e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Ufes Idelvon Poubel, em parceria com a Associação Intermunicipal Ambiental em Defesa do Rio Formate e seus Afluentes (Asiarfa). O encontro teve como foco a cidadania, a pesquisa científica e a discussão de questões socioambientais locais, buscando fortalecer o diálogo entre a universidade e a comunidade.

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DIVULGAÇÃO Relatórios: Bacia do rio Formate e seus afluentes – Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV)

A disciplina de Planejamento Territorial, do curso de Graduação em Geografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), realizou, no dia 25 de fevereiro de 2025, o Seminário “Bacia do rio Formate: diagnósticos e propostas preliminares”.

O evento reuniu representantes das prefeituras de Viana e Cariacica, da Associação Intermunicipal Ambiental em Defesa do Rio Formate e seus Afluentes (Asiarfa), da Agência Estadual de Recursos Hídricos (AGERH) e do Departamento de Geografia da Ufes para discutir os levantamentos e diagnósticos da bacia do rio Formate confrontados a aspectos de planejamento pelos estudantes da disciplina de Planejamento Territorial ao longo do semestre 2024/2 e a partir da expedição de campo no rio Formate, entre os municípios de Cariacica Viana e Vila Velha, em 01 de fevereiro de 2025.

Com as apresentações denominadas “Preservação do Rio Formate: uma ação coletiva para um futuro sustentável” e “Bacia de drenagem do rio Formate: possíveis intervenções”, os estudantes da disciplina destacaram a importância do rio para o ambiente e para o seu entorno socialmente definido, apontando a necessidade de se pensar em intervenções que sejam integrativas e cooperativas entre os vários agentes de gestão da bacia, de forma suficiente e eficiente.

O extenso trabalho realizado ao decorrer da disciplina, a fim de, em um primeiro momento, definir, organizar e planejar as atividades que seriam desenvolvidas e, depois, sistematizar, mapear e analisar todos os dados levantados em campo e adquiridos por meio de levantamento documental e bibliográfico, possibilitou também a elaboração de um relatório de autoria dos docentes e da estagiária da disciplina, intitulado “Expedição na bacia do rio Formate, Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV), e planejamento territorial: uma experiência de trabalho de campo com diagnósticos e propostas preliminares”.

O diagnóstico das águas e do entorno do rio Formate e a avaliação do ambiente fluvial presentes nesse estudo contribuíram para a construção de um panorama a respeito da situação em que se encontra o rio Formate e seus afluentes. A dinâmica das condições ambientais do corpo hídrico não escapa às relações socais e culturais que se estabelecem ao longo da bacia, evocando, para além da qualidade da água e do ambiente fluvial, a questão da dignidade humana e da justiça ambiental. O Formate é um rio que, apesar dos inúmeros problemas de poluição, resiste bravamente. Tão pouco conhecido dos capixabas e dos moradores da Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV), é um exemplo de como se pode lutar pela preservação das características de um rio, dando a esperanças de transformar tantos outros rios e córregos que foram poluídos e desnaturalizados.

Em especial, agradecemos ao Sr. João Pereira Neto, demais membros da Associação Intermunicipal Ambiental em Defesa do Rio Formate e seus Afluentes (Asiarfa) e moradores diversos que ajudaram a preparar o trabalho de campo, nos acompanharam, nos introduziram na Bacia do rio Formate e nos acolhendo com generosidade, fazendo-nos descobrir suas paisagens, os conflitos pelos usos de suas águas e as possibilidades que se descortinam de mudanças na região com esta parceria que se inicia.

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NOVO LIVRO “Meio geográfico, economia destruidora, energia e mineração”

Também no XVIII SIMPURB – Simpósio Nacional de Geografia Urbana, que está acontecendo na Universidade Federal Fluminense (UFF) de Niterói, Campus da Praia Vermelha, entre 03 e 07 de dezembro de 2024, tivemos o lançamento do livro “Meio geográfico, economia destruidora, energia e mineração”, de autoria de Cláudio Zanotelli e Francismar Ferreira.

Sobre o livro:
Este livro trata de neo­liberalismo, de geoeconomia e dos efeitos destruidores das atividades in­dustriais e de extração e produção de energia e de minerais sobre o meio geográfico. Procuramos criticar as escolhas de desenvolvimento econômico e de produção de energia dominantes no Brasil.

As noções de economia destruidora e de meio geográfico renovam uma abordagem já clássica da geografia numa perspectiva contemporânea diante das mudanças climáticas, da sexta extinção de espécies e das poluições generalizadas. A problemática do petróleo e seus efeitos sociais, econômicos, territoriais e ambientais no Brasil constitui um dos eixos do livro, bem como as poluições eternas causadas pela indústria extrativa e pela mineração na bacia do Rio Doce pelo grupo multinacional Samarco-Vale-BHP Billiton.

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NOVO LIVRO “Geografias da Economia Política na América Latina”

Esta semana, no XVIII SIMPURB – Simpósio Nacional de Geografia Urbana, que está acontecendo na Universidade Federal Fluminense (UFF) de Niterói, Campus da Praia Vermelha, entre 03 e 07 de dezembro de 2024, tivemos o lançamento do livro “Geografias da Economia Política na América Latina”, organizado por Edilson Júnior, Denis Castilho, Luciana Buffalo, Claúdio Zanotelli e Noemí Fratini.

Sobre o livro
A América Latina, nas últimas décadas, passa por mudanças importantes que redimensionam a sua política e a sua agenda de metas para o desenvolvimento econômico. Tais alterações, mais do que orientar um único arranjo sistêmico de

inclinações geoeconômicas, como foi comum ao longo do século XX, operam a partir de recombinações contingenciais, legitimando experiências heterodoxas que englobam ora princípios de austeridade e competitividade espúria, ora projetos de cooperação econômica e apoio estatal. Estimulados pelas transformações que esses acontecimentos engendram na região, os autores deste livro realizam uma interpretação das espacialidades da economia política, buscando enfatizar as dimensões geográficas e o modo como muitas de suas manifestações alcançam distintas parcelas territoriais com diferentes intensidades. O livro analisa tais questões enfatizando três grandes temas: a economia política do território; as economias de plataforma, da produção, da circulação e dos investimentos; e as diferentes abordagens sobre ecologia política, suposta transição energética, sistemas portuários e as implicações da mineração e da agricultura globalizada no território. O objetivo é que as reflexões reunidas na obra possam lançar luz sobre algumas das incertezas e indefinições que marcam os rumos desta importante porção do mundo.

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XXII ENABER – Vitória 2024

O XXII Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos Regionais e Urbanos foi realizado entre os dias 23 e 25 de outubro de 2024 na cidade de Vitória, no Espírito Santo. Este ano, o tema do evento foi “Os desafios das desigualdades regionais e urbanas frente às mudanças climáticas”, no qual se propôs debater os padrões de desenvolvimento econômico, social e ambiental frente aos desafios apresentados pelas mudanças climáticas, com foco nas questões regionais e urbanas.

Na quinta-feira, o coordenador do Laburp, Cláudio Luiz Zanotelli, realizou a palestra intitulada “A escolha da “adaptação” às mudanças climáticas e o crescimento exponencial da áreas urbanas e as desigualdades socioambientais nas cidades brasileiras”, contribuindo com as discussões sobre a escolha pela “adaptação”, a economia destruidora e mudanças climáticas, buscando ressaltar as simbioses e os metabolismos que existem entre as formas de produzir, de consumir, de matéria e de energia, os quais desvelam um sistema Terra imprevisível e que não é considerado nas equações e nos modelos sistêmicos do economicismo e da produção do espaço, ao mesmo tempo em que debate as desigualdades em diversas escalas frente às destruições provocadas pela expansão sem fim da produção e do consumo no capitalismo.

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II Seminário Economia destruidora e energia no litoral do Sudeste do Brasil​

II Seminário economia destruidora & energia no litoral do Sudeste do Brasil

O II Seminário Economia Destruidora & Energia no Litoral Sudeste do Brasil, organizado pelo Laburp, acontecerá nos dias 31 de outubro e 1º de novembro de 2024, no Auditório do IC-2 do Centro de Ciências Humanas e Naturais da Universidade Federal do Espírito Santo (CCHN/Ufes).

Ao longo desses dois dias, teremos mesas, espaços de diálogos e atividades culturais, cujo propósito é marcar o término da pesquisa intitulada “Geopolítica, geoeconomia e paisagens da infraestrutura do petróleo na região costeira do Sudeste do Brasil”, bem como adensar elaborações e discussões de outro projeto de pesquisa, recém iniciado, denominado “Terra, natureza, meio, espaço e sociedade em um contexto de economia destruidora”.

O site do evento

As inscrições são gratuitas e as atividades serão certificadas.
Acesse o site do evento e saiba mais!
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