Conferência On-line de Biologia celular e molecular

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Evento on-line gratuito. Dia 16 de Fevereiro de 1012.
Mais informações: www.targetmeeting.com

TM’s 1st world molecular and cell biology online conference

Date: 2/16/2012
Time: 8:00 AM EDT (New York) / 2:00 PM CET (Europe)
Categories: Biochemistry, Cancer, Cell Biology, Molecular Biology, Biology, Structural Biology, Technology
Type: Conference
Register Deadline: 2/15/2012
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O desafio da divulgação científica democrática

Cracking Open the Scientific Process

Artigo do NY Times: http://www.nytimes.com/2012/01/17/science/open-science-challenges-journal-tradition-with-web-collaboration.html?_r=1&src=me&ref=general

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cAMP inhibits mammalian target of rapamycin complex-1 and -2 (mTORC1 and 2) by promoting complex dissociation and inhibiting mTOR kinase activity.





O estudo de Xie et al (2012) publicado essa semana no Cellular Signalling apresenta novos dados que auxiliam na compreensão acerca da regulação do complexo mTORC1, evidenciando uma ação inibitória do segundo AMPc sobre este complexo.

Cell Signal. 2011 Dec;23(12):1927-35. Epub 2011 Jul 6.

Source

Department of Cell Physiology and Pharmacology, University of Leicester, The Henry Wellcome Building, University Road, Leicester LE1 9HN, UK.

Abstract

cAMP and mTOR signalling pathways control a number of critical cellular processes including metabolism, protein synthesis, proliferation and cell survival and therefore understanding the signalling events which integrate these two signalling pathways is of particular interest. In this study, we show that the pharmacological elevation of [cAMP](i) in mouse embryonic fibroblasts (MEFs) and human embryonic kidney 293 (HEK293) cells inhibits mTORC1 activation via a PKA-dependent mechanism. Although the inhibitory effect of cAMP on mTOR could be mediated by impinging on signalling cascades (i.e. PKB, MAPK and AMPK) that inhibit TSC1/2, an upstream negative regulator of mTORC1, we show that cAMP inhibits mTORC1 in TSC2 knockout (TSC2(-/-)) MEFs. We also show that cAMP inhibits insulin and amino acid-stimulated mTORC1 activation independently of Rheb, Rag GTPases, TSC2, PKB, MAPK and AMPK, indicating that cAMP may act independently of known regulatory inputs into mTOR. Moreover, we show that the prolonged elevation in [cAMP](i) can also inhibit mTORC2. We provide evidence that this cAMP-dependent inhibition of mTORC1/2 is caused by the dissociation of mTORC1 and 2 and a reduction in mTOR catalytic activity, as determined by its auto-phosphorylation on Ser2481. Taken together, these results provide an important insight into how cAMP signals to mTOR and down-regulates its activity, which may lead to the identification of novel drug targets to inhibit mTOR that could be used for the treatment and prevention of human diseases such as cancer.
Copyright © 2011 Elsevier Inc. All rights reserved.

PMID:

 

21763421

 

[PubMed – indexed for MEDLINE] 
PMCID: PMC3189512

 

Artigo completo: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3189512/

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Revisão sobre HMB no Top 6 de Downloads do Amino Acids Journal

Nossa revisão sobre suplementação de HMB publicada em 2011 aparece entre os 6 artigos mais baixados do site do Amino Acids Journal nos últimos 90 dias.
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Protein supplementation in strength and conditioning adepts: knowledge, dietary behavior and practice in Palermo, Italy.

J Int Soc Sports Nutr. 2011 Dec 29;8(1):25. [Epub ahead of print]

Bianco A, Mammina C, Paoli A, Bellafiore M, Battaglia G, Caramazza G, Palma A, Jemni M.

ABSTRACT:

BACKGROUND:

It is known that supplement use is a widespread and accepted practice by athletes and people who attend commercial gyms. Little is known about protein supplement amongst people undertaking strength training in commercial gyms in Italy when compared to the US.

OBJECTIVE:

The purpose of this study was to examine the use of protein supplementation, alone or in association with other supplements, and dietary behavior amongst regular fitness center attendees in Palermo, Italy.

DESIGN:

Resistance training information have been collected from 800 regular fitness center attendees for the initial analysis. A specific questionnaire was generated for the experimentation. Data were collected using a face-to-face interview method. Supplement users were then compared to the non users and analyzed using a one-way ANOVA, Kruskall-Wallis, chi-square test or exact test of Fisher when appropriate.

RESULTS:

30.1% of the respondents use dietary supplements during their training as a believe it is the “way to gain muscles and strength”. Whey protein shakes (50.0%) mixed with creatine and amino-acids (48.3%) were the most frequent choices amongst the users. A majority of the subjects (34.0%) appeared to rely on their gym instructors’ advice for their intake; a lower proportion (13.0%) consulted physicians, while none of them consulted nutritionists. A high consumption of milk has been noticed in both users (67,7%) and non-users (52,8%); supplement non-users consumed significantly more snacks and bakery products than users per week (P < 0.001), while users consumed significantly more protein-rich foods (P<0.01) with a particular preference for meat (48.0%).

CONCLUSIONS:

A considerable number of regular strength training adepts consume protein supplements mixed with other products (mainly creatine and amino-acids). Limited numbers consult “dietary specialists” and rely mainly on their instructors. We emphasize on the importance of the dissemination of scientifically based information about supplementation in this environment and the promotion of updated educational programs for the instructors.
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I Simpósio Brasileiro de Genômica no Esporte

Alguns temas a serem abordados durante o Simpósio:
– Aplicação de novas técnicas genômicas/proteômicas em Esporte
– Teste Genético/Genomico: uma nova era?
– Modelos animais em esporte: o que aprendemos e o que podemos aplicar na prática?
– Ética e esporte
– Genética/Genômica de doenças ligadas ao esporte
– Doping genético

Mais informações: http://www.sbge2012.com.br/

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Dieta hiperlipídico-proteica utilizada para emagrecimento induz obesidade em ratos

Alberto José de BorbaI; Márcia Gabriela Margato RochaII; Marcelo Fernandes da SilvaI; Denise Teresinha de Sales TibúrcioI; Sanívia Aparecida de Lima PereiraI; Luiz Carlos dos ReisII; Geraldo Thedei JúniorI
IUniversidade de Uberaba, Laboratório de Nutrição e Alimentação. Av. Nenê Sabino, 1801, 38055-500, Uberaba, MG, Brasil
IIUniversidade Federal do Triângulo Mineiro, Departamento de Ciências Biológicas. Uberaba, MG, Brasil

RESUMO

OBJETIVO: Neste trabalho, analisa-se o efeito de dieta hiperlipídico-proteica com baixo teor de carboidrato sobre o peso corporal, peso de órgãos, consumo de ração, parâmetros bioquímicos e alterações histopatológicas no fígado de ratos.
MÉTODOS: Foram utilizados 24 animais – 12 no grupo-controle e 12 no grupo-experimental – com peso médio de 160 gramas no início do experimento. Semanalmente, foram verificados o peso corporal e o consumo de ração, e ao final de oito semanas foram feitas as dosagens bioquímicas sanguíneas, pesagem de órgãos e análise histopatológica dos fígados.
RESULTADOS: Os animais do grupo-experimental tiveram maior ganho de peso corporal e acumularam mais tecido adiposo que os animais do grupo-controle. Fígado, rins e baço não sofreram alterações quanto ao peso. Os animais que receberam dieta hiperlipídico-proteica tiveram um aumento na ingestão energética acumulada nas oito semanas do estudo. O grupo-experimental desenvolveu hiperglicemia e hipertrigliceridemia, aumento da fração lipoproteína de alta densidade do colesterol e da creatinina sérica quando comparado ao grupo-controle. Foi detectada esteatose hepática no grupo-experimental.
CONCLUSÃO: Os resultados demonstraram que dietas pobres em carboidratos e ricas em gordura e proteínas podem acarretar alterações metabólicas prejudiciais ao organismo.
Termos de indexação: Carboidratos. Dieta. Lipídeos. Metabolismo. Proteínas. Rato.

 

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Estudo ajuda a entender ação terapêutica de células-tronco

Segue o texto publicado pela agência USP de notícias e no portal UOL sobre o trabalho do Prof. Carlos Hermano J. Pinheiro publicado na Stem Cells Reviews and Reports e do qual tive a felicidade de ser colaborador.
Diversos estudos científicos mostram que o tratamento com células-tronco adultas obtidas da medula óssea e do tecido adiposo pode, muitas vezes, atenuar ou mesmo reverter sinais e sintomas de algumas doenças crônicas, incluindo as distrofias musculares. No Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, uma pesquisa realizada pelo fisioterapeuta Carlos Hermano da Justa Pinheiro apresenta resultados inéditos que ajudam a compreender como ocorre essa melhora no quadro clínico.
Célula-tronco diminui inflamação no músculo com distrofia muscular de Duchenne
Pinheiro estudou camundongos geneticamente modificados para apresentarem distrofia muscular de Duchenne, doença genética causada pela deficiência na produção da distrofina, proteína muito importante para a célula muscular esquelética, pois mantêm a integridade da membrana celular. “Nosso estudo constatou que a aplicação de célula-tronco mesenquimal [um tipo de célula-tronco adulta] influencia diretamente no mecanismo que rege a inflamação no músculo com distrofia, diminuindo a mesma. E isto parece estar mais associado à melhora no quadro clínico do que a diferenciação das células-tronco em células musculares esqueléticas”, revela o pesquisador.
Pacientes com distrofia muscular são suscetíveis a lesões induzidas por atividade contrátil. Eles nascem sem nenhuma lesão aparente. À medida que vão se desenvolvendo, a musculatura começa a degenerar-se e vai sendo preenchida por tecido fibroso (fibrose) com consequente perda na função muscular. “O quadro inflamatório crônico no músculo distrófico tem efeito negativo para a massa muscular levando à atrofia. É como se o músculo esquelético envelhecesse precocemente devido a sucessivas tentativas de reparo do tecido danificado”, conta. “Dentre as estratégias terapêuticas promissoras para distrofia está o rejuvenescimento do microambiente muscular por meio da terapia gênica para aumento da formação de novos vasos sanguíneos no músculo distrófico”, explica. Terapia gênica é a inserção de genes no tecido visando suprir deficiências.
Na pesquisa de Pinheiro, foi observado que os animais tratados com células-tronco apresentaram aumento da formação de novos vasos sanguíneos, redução na formação de tecido fibroso, diminuição da inflamação muscular e preservação da massa e da força muscular.
Segundo o fisioterapeuta, a grande pergunta envolvendo esta questão é: “As células-tronco injetadas no músculo esquelético se diferenciam em células musculares esqueléticas ou exerceriam também alguma outra função local no tecido muscular distrófico?”. De acordo com o fisioterapeuta, muitos estudos já demonstraram que as células-tronco adultas restauram a expressão dedistrofina em modelos experimentais de distrofia muscular. “Porém, o mecanismo que leva à melhora clínica poderia envolver outros efeitos das células-tronco além da formação de novas fibras musculares sem a deficiência que resulta na distrofia”, contextualiza.
Tratamento com células-tronco
A média de vida de camundongos gira em torno de dois anos. Os que foram usados na pesquisa, camundongos mdx, apresentavam grande comprometimento da produção de força muscular entre 6 e 12 meses de vida. “Foi nesse período que investigamos o efeito do tratamento com células-tronco mesenquimais nos animais distróficos”. Pinheiro utilizou um sistema de avaliação da função muscular (produção de força muscular dos animais) onde a inervação e a circulação sanguínea estão preservadas.

O pesquisador trabalhou com células-tronco obtidas do tecido adiposo de outros camundongos sem distrofia, que foram isoladas e cultivadas. “Trabalhamos com células-tronco mesenquimais pois elas podem ser isoladas de tecidos específicos como medula óssea, tecido do cordão umbilical e tecido adiposo. Neste último caso é fácil obter material proveniente de lipoaspiração.”
Pinheiro realizou vários experimentos, trabalhando com grupos que variaram de 8 a 12 animais. Foram aplicadas 4 injeções de células-tronco, uma vez por semana, durante 4 semanas. As aplicações foram realizadas dentro do músculo gastrocnêmio, que fica na região conhecida como “batata da perna”. Em humanos, esse músculo é importante para a postura em pé e para marcha; nos animais, para o impulso da passada. Na outra pata dos camundongos, foi aplicado placebo. Após uma semana do final do experimento, o pesquisador avaliou a função contrátil do músculo esquelético que recebeu as injeções de células-tronco, assim como do músculo da outra pata (que não recebeu as células) e as comparou com animais sem distrofia muscular.
“Nos animais que receberam injeções de células-tronco foi constatado que a perda da função muscular era insignificante quando comparado aos animais sem distrofia. Detectamos um aumento do conteúdo de marcadores de regeneração muscular, indicando formação de tecido muscular novo. Entretanto, esse aumento foi bem discreto diante da grande melhora observada na função muscular, sugerindo o envolvimento de outros mecanismos”, revela o pesquisador. “O aumento desses marcadores poderia ter sido ocasionado por duas razões: as células-tronco aplicadas se transformaram em células musculares esqueléticas, ou elas acabaram por estimular a regeneração espontânea do tecido muscular. Então resolvemos investigar esses achados”, relata.
Efeito na inflamação
Nesta investigação, Pinheiro constatou que, nos músculos tratados com células-tronco, alguns marcadores inflamatórios, como o conteúdo de citocinas pró-inflamatórias (como TNF-alfa e interleucina-6) e as espécies reativas de oxigênio (EROs), estavam diminuídos. Também houve aumento de citocinas anti-inflamatórias (interleucinas 4 e 10). O fisioterapeuta constatou ainda maior conteúdo de macrófagos M1, que “limpam” a área inflamada e soltam substâncias que vão ajudar a reparar o tecido lesado. “Essas células do sistema imune são importantíssimas para a regeneração do músculo esquelético, pois aceleram esse processo”, comenta. Houve também uma redução no conteúdo de TGFB1 (fator de crescimento transformante b1), que sinaliza para os fibroblastos proliferarem e acelerarem a formação do processo fibrótico.

Ao mesmo tempo, foi verificado um aumento do conteúdo do fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), que, ao ser liberado no músculo, estimula o crescimento de novos vasos sanguíneos. “Na distrofia muscular de Duchenne, o efeito terapêutico do aumento de VEGF no músculo esquelético é bem demonstrado por meio da terapia gênica”, conta o fisioterapeuta. De acordo com o pesquisador, esses resultados podem auxiliar na compreensão do efeito terapêutico das células-tronco mesenquimais.
Um artigo sobre o tema, Local Injections of Adipose-Derived Mesenchymal Stem Cells Modulate Inflammation and Increase Angiogenesis Ameliorating the Dystrophic Phenotype in Dystrophin-Deficient Skeletal Muscle, foi publicado na edição de agosto da revista Stem Cell. A pesquisa do fisioterapeuta, que é bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), tem orientação do professor Rui Curi, do ICB, e previsão de defesa em 2012.
Imagens: Marcos Santos
Mais informações: (11) 3091-7245 ou emailchjpinheiro@gmail.com, com Carlos Hermano da Justa Pinheiro

Links:  
http://www.usp.br/agen/?p=83800 
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/12/07/estudo-ajuda-a-entender-acao-terapeutica-de-celulas-tronco.jhtm

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Metabolic and functional effects of beta-hydroxy-beta-methylbutyrate (HMB) supplementation in skeletal muscle

Eur J Appl Physiol. 2011 Nov 11. [Epub ahead of print]

Source

Department of Physiology and Biophysics, room 105, Institute of Biomedical Science, University of São Paulo, Av. Prof. Lineu Prestes, 1524, Prédio Biomédicas I, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo, SP, CEP:05508-900, Brazil, chjpinheiro@gmail.com.

Abstract

Beta-hydroxy-beta-methylbutyrate (HMB) is a metabolite derived from leucine. The anti-catabolic effect of HMB is well documented but its effect upon skeletal muscle strength and fatigue is still uncertain. In the present study, male Wistar rats were supplemented with HMB (320 mg/kg per day) for 4 weeks. Placebo group received saline solution only. Muscle strength (twitch and tetanic force) and resistance to acute muscle fatigue of the gastrocnemius muscle were evaluated by direct electrical stimulation of the sciatic nerve. The content of ATP and glycogen in red and white portions of gastrocnemius muscle were also evaluated. The effect of HMB on citrate synthase (CS) activity was also investigated. Muscle tetanic force was increased by HMB supplementation. No change was observed in time to peak of contraction and relaxation time. Resistance to acute muscle fatigue during intense contractile activity was also improved after HMB supplementation. Glycogen content was increased in both white (by fivefold) and red (by fourfold) portions of gastrocnemius muscle. HMB supplementation also increased the ATP content in red (by twofold) and white (1.2-fold) portions of gastrocnemius muscle. CS activity was increased by twofold in red portion of gastrocnemius muscle. These results support the proposition that HMB supplementation have marked change in oxidative metabolism improving muscle strength generation and performance during intense contractions.
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Nobel de Química diz que ciências têm de estimular matemática

Materia da Folha de São Paulo com o ganhador do prêmio Nobel Harold Kroto sobre a importância do ensino de Ciências.
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CLÁUDIA COLLUCCI
DE WASHINGTON

Leia a reportagem em: http://folha.com/no990213

Saiba mais sobre o projeto de Kroto em: http://www.geoset.info/
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