International Society of Sports Nutrition position stand: meal frequency.

A Internation Society for Sports Nutrition publicou em seu jornal um poscionamento acerca da frequência de refeições e sua repercussão fisiológica. Segue o resumo e o link para o trabalho.
J Int Soc Sports Nutr. 2011 Mar 16;8(1):4. [Epub ahead of print]

Abstract

ABSTRACT: Position Statement Admittedly, research to date examining the physiological effects of meal frequency in humans is somewhat limited. More specifically, data that has specifically examined the impact of meal frequency on body composition, training adaptations, and performance in physically active individuals and athletes is scant. Until more research is available in the physically active and athletic populations, definitive conclusions cannot be made. However, within the confines of the current scientific literature, we assert that: 1. Increasing meal frequency does not appear to favorably change body composition in sedentary populations. 2. If protein levels are adequate, increasing meal frequency during periods of hypoenergetic dieting may preserve lean body mass in athletic populations. 3. Increased meal frequency appears to have a positive effect on various blood markers of health, particularly LDL cholesterol, total cholesterol, and insulin. 4. Increased meal frequency does not appear to significantly enhance diet induced thermogenesis, total energy expenditure or resting metabolic rate. 5. Increasing meal frequency appears to help decrease hunger and improve appetite control. The following literature review has been prepared by the authors in support of the aforementioned position statement.

[Trabalho completo]

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Reflections of a metabolic biochemist: Eric Arthur Newsholme

Quinta-feira, 17 de Março de 2011, o mundo perdeu um grande cientista: Eric Newsholme. O Dr. Newsholme contribuiu imensamente para o campo da bioquímica, publicando diversos trabalhos acerca da regulação do metabolismo no músculo e adaptações metabólicas ao exercício. Seu legado não será esquecido e o conhecimento gerado por ele e todos os alunos que o acompanharam em algum momento da vida, como o prof. Rui Curi do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, continuarão a contribuir para o crescimento da ciência.
Segue um artigo publicado no The Biochemist sobre Eric Newsholme com uma entrevista.
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Comentários em postagens.

Estava olhando algumas postagens antigas e ví que algumas tinham comentários de algumas pessoas. Como eu não havia habilitado a opção de ser avisado por e-mail quando houvessem comentário em alguma postagem, eu não ficava sabendo e acabei não respondendo.
Problema resolvido. Comentem que eu respondo, se necessário, o mais breve possível!
Lucas Guimarães.
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Creatine as a therapeutic strategy for myopathies.

Segue a revisão recente do Dr. Tarnopolsky, uma das maiores autoridades na área, sobre a utilização da creatina em miopatias publicada na Amino Acids.

Amino Acids. 2011 Mar 12. [Epub ahead of print]

Department of Pediatrics and Medicine, McMaster University, 1200 Main St. W. HSC-2H26, Hamilton, ON, L8N 3Z5, Canada, tarnopol@mcmaster.ca.

Abstract

Myopathies are genetic or acquired disorders of skeletal muscle that lead to varying degrees of weakness, atrophy, and exercise intolerance. In theory, creatine supplementation could have a number of beneficial effects that could enhance function in myopathy patients, including muscle mass, strength and endurance enhancement, lower calcium levels, anti-oxidant effects, and reduced apoptosis. Patients with muscular dystrophy respond to several months of creatine monohydrate supplementation (~0.075-0.1 g/kg/day) with greater strength (~9%) and fat-free mass (~0.63 kg). Patients with myotonic dystrophy do not show as consistent an effect, possibly due to creatine transport issues. Creatine monohydrate supplementation shows modest benefits only at lower doses and possibly negative effects (cramping) at higher doses in McArdle’s disease patients. Patients with MELAS syndrome show some evidence of benefit from creatine supplementation in exercise capacity, with the effects in patients with CPEO being less robust, again, possibly due to limited muscle creatine uptake. The evidence for side effects or negative impact upon serological metrics from creatine supplementation in all groups of myopathy patients is almost non-existent and pale in comparison to the very substantial and well-known side effects from our current chemotherapeutic interventions for some myopathies (i.e., corticosteroids).

[Download]

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Ética na publicação de artigos científicos: quem são os autores?

Uma questão sempre presente da pesquisa científica é: quem são os autores do trabalho e quem apenas proveu auxílio? Quem merece – ou deve – estar com o nome no trabalho como co-autor?

Segundo as diretrizes do periódico Medicine Science in Sports Exercise, os autores são aqueles que participaram de ao menos 2 das seguintes etapas do trabalho:

– participação significante da escrita do manuscrito;
– revisão significante do manuscrito;
– participação no delineamento da pesquisa;
– participação na aquisição de dados;
– análise e interpretação dos dados;
– proveu conhecimentos de estatística para o estudo.

Infelizmente os revisores e o editor dos periódicos não podem atestar que estas diretrizes foram de fato seguidas pelos autores, de qualquer forma, cabe o bom senso e a honestidade dos pesquisadores. Em um meio onde publicação é moeda corrente, é muito freqüente a troca de favores, de forma a busca o maior número de publicações possíveis no currículo sem o devido envolvimento na pesquisa.

Quem trabalha de forma séria e honesta sabe o custo de se obter dados fidedignos e confiáveis. Estes só são possíveis através de diversos experimentos (e não apenas 1 experimento com um n de X). Muitas vezes a decepção se faz presente ao assistir a falta de ética no meio acadêmico e científico. Mas se essa falta de ética está presente em todos os setores de nossa sociedade – infelizmente – era mesmo de se esperar que em nosso meio também estivesse.

Nos resta tentar ensinar nossos alunos, desde o mais cedo possível, o valor do trabalho sério, da ética e da honestidade para que assim, quem sabe um dia, possamos confiar mais na informação científica que nos é disponibilizada.
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Omega-3 Fatty acids supplementation attenuates inflammatory markers after eccentric exercise in untrained men.

O estudo de Tartibian et al (2011), recém publicado na Clinical Journal of Sports Medicine mostra que a suplementação com ácidos graxos ômega 3 foi eficaz em reduzir a resposta inflamatória após contrações excêntricas. Segue o resumo:
Clin J Sport Med. 2011 Mar;21(2):131-7.

Tartibian BMaleki BHAbbasi A.

From the *Department of Cellular and Molecular Exercise Physiology, Faculty of Physical Education and Sport Science, Urmia University, Urmia, Iran; †Institute of Clinical and Experimental Transfusion Medicine (IKET), and Institute of Sport Science, University of Tuebingen, Tuebingen, Germany.

Abstract

OBJECTIVE: : To examine the effect of ingestion of omega-3 (N-3) fatty acids on the production of interleukin (IL) 6, tumor necrosis factor (TNF) α, prostaglandin (PG) E2, lactate dehydrogenase (LDH), creatine kinase (CK), and myoglobin (Mb) during an eccentric exercise program.
DESIGN:&