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Está aberta a chamada para inscrição de trabalhos para o Brav@s Companheir@s e Fantasmas: IX Seminário sobre o(a) Autor(a) Capixaba, que o Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) do Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), por meio do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Literatura do Espírito Santo (Neples), realizará no dia 18 de setembro de 2020, sexta-feira, com sessões nos turnos da manhã, tarde e noite.

Eis a chamada com informações e orientações:

Chamada de trabalhos para o Bravos companheiros e fantasmas – IX Seminário sobre o autor capixaba. 2020

O homenageado dessa edição é Amâncio Pinto Pereira, dramaturgo (1862-1918).

cujos dados biobibliográficos apresentamos:

“AMÂNCIO PINTO PEREIRA                                                                                                    Nasceu em Vitória, ES, em 8 de abril de 1862. Faleceu em Vitória, em 13 de agosto de 1918. Professor. Ainda estudante, isto é, aos 16 anos de idade, fundou, juntamente com outros colegas, o Clube Saldanha Marinho, de feição republicana, manifestando-se, desde moço, em favor da abolição da escravatura através da imprensa de sua província. Foi fundador e redator de dois jornais: Sete de Setembro e a Gazeta Literária, além de haver colaborado nas seguintes folhas: O Espírito-santense, Gazeta da Vitória, Gazeta do Itapemirim, Pyrilampo, Comércio do Espírito Santo, Echo da Lavoura, Autonomista, A Tribuna, Jornal Oficial, Diário da Manhã, Nova Senda, Regeneração, Meteoro, O Semanal, O Lidador, O Combate, Alvorada, A Ordem e na revista humorística O Olho, de Luiz de Fraga Santos e Aristóteles da Silva Santos. Publicou, abrangendo desde trabalhos didáticos até peças teatrais, os seguintes livros: Noções abreviadas de Geografia e História do Espírito Santo, em cinco edições, a primeira datada de 1894 e adotada, como as demais, pela Diretoria da Instrução Pública local; Almanaque do Espírito Santo, em dois volumes, o primeiro em 1898, e o segundo, edição póstuma, em 1919; Traços biográficos, 1897; Folhas avulsas, 1895; Folhas dispersas, 1896; Humorismos, contos, 1897, Benevente, cidade de Anchieta, s/ data; Na lua de mel, comédia,  1895; O tio Mendes, comédia, 1897; O  engrossa: Virou-se contra o feiticeiro, comédia,  1890; Apuros de um marido, comédia em  um ato; Jorge ou perdição de  mulher; novela; Homens e coisas do  Espírito Santo, em dois volumes, o primeiro datado de 1897 e o segundo em  edição póstuma; Datas espírito-santenses, em dois volumes, o primeiro publicado em 1909 e o segundo em edição póstuma. Deixou vários trabalhos inéditos (peças teatrais, operetas infantis e um romance). Pertenceu à Societé Academique de Histoire Internacionale de Paris, ao Instituto Histórico da Bahia, ao Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, ao Instituto Histórico e Geográfico da Paraíba e ao Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo. Segundo Oscar Gama [Filho, em Teatro romântico capixaba {1987}], foi o primeiro dramaturgo brasileiro a escrever peças teatrais dedicadas ao público infantil”.

In: RIBEIRO, Francisco Aurelio; AZEVEDO, Thelma Maria. Dicionário de escritores e escritoras do Espírito Santo. Vitória: Academia Espírito-santense de Letras, 2008. p. 183.

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