REFORMA TRABALHISTA: POUCOS AVANÇOS, MUITAS CONTRADIÇÕES
Rafael Moraes […]
Por Prof. Dr. Rafael Moraes (Coordenador do subgrupo Empregos e Salários – Grupo de Conjuntura/Economia/UFES). Aprovada em novembro de 2017, a Lei 13.467, que reformou a Legislação Trabalhista, foi recebida por empresários e analistas de mercado como a modernização das relações de trabalho no Brasil. A percepção era de que, ao se adaptarem as leis
Por Profª Drª Neide César Vargas (Coordenadora do Grupo deEstudos e Pesquisa em Conjuntura/Economia/UFES) A reforma ministerial empreendida pelo presidente eleito Jair Bolsonaro já nos permite visualizar o perfil do novo governo e as principais mudanças que deverão ocorrer.Deve-se pontuar que tal reforma opera muito mais no sentido de mostrar o que será prioridade
Ludmila Costhek Abílio: Formada em ciências sociais pela USP, doutora em ciências sociais pela Unicamp, atualmente é pesquisadora do CESIT-IE/Unicamp. Realiza seu segundo pós-doutorado em economia, dedicando-se junto a outros pesquisadores aos estudos e à consolidação da uberização como um campo de pesquisa no Brasil. Por Ana Paula Colombi e Rafael Moraes. Pesquisadora do CESIT-IE/Unicamp,
SUBGRUPO EMPREGOS E SALÁRIOS [1] Nas últimas semanas, a crise sanitária aberta pela disseminação do COVID-19 reeditou um temporário consenso entre economistas em torno da defesa do aumento do gasto público. No Brasil não é diferente, ortodoxos e heterodoxos ressuscitam o velho keynesianismo e defendem o aumento temporário do déficit público para salvar vidas e evitar
A crise generalizada aberta pela pandemia do COVID-19 encontra um Brasil em situação delicada. Combinada com um cenário pré-existente de baixo crescimento econômico, de elevado desemprego e informalidade, de extrema desigualdade social, de pobreza endêmica e de precariedade nas condições de vida e de moradia de vastas parcelas da população, bem como de serviços sociais degradados,
Por Prof. Dr. Rafael Moraes (Subgrupo Empregos e Salários – Grupo de Conjuntura/Economia/Ufes) Os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD Contínua, recentemente divulgados pelo IBGE, mostram que no primeiro trimestre de 2019, 13,4 milhões de brasileiros estavam desocupados. Esse número representa 12,7% do total da população economicamente ativa. Taxa superior a
Por Prof Dr. Vinicius Vieira Pereira (Coordenador do subgrupo Nível de atividade – Grupo de Conjuntura/Economia/UFES). A divulgação dos indicadores das Contas Nacionais Trimestrais pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, que aponta para uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto a preços de mercado de 0,2% no período de abril a
Prof. Dr. Vinícius Vieira Pereira Departamento